Respeite meu Jeito
O MEU OITAVO FINAL DE ANO SOZINHO
By: Harley Kernner
No meu oitavo final de ano solitário, encontrei nas entrelinhas da solidão uma poesia que deu-se início a minha jornada de silêncio. Foi o projeto difícil, um verdadeiro desafio para o meu coração, mas aos poucos fui descobrindo a beleza das minhas próprias palavras, e tecendo versos de autodescoberta e resiliência. Cada verso era um brinde às minha futuras jornadas de solidão, pois é nessa solidão que encontro a força para ser a poesia que habita em mim, e a cada dia torno-me o homem melhor.
Harley Kernner
Arquitetura de Poesia
Escrito particular
Poeta Sem Livros
SEUS OLHOS, MEU REFÚGIO
By: Harley Kernner
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"Nos seus olhos encontrei a poesia mais linda, cada estrofe entrelaça a alma, e se desdobra em sentimentos profundos.
O piscar do seuolhar revela uma história que ecoa dentro de mim, fazendo de mim um arquiteto de poesias, onde as palavras inspirando dançam nas veias que bobeiam o meu coração.
Seu olhar é a tinta que decorar o meu mundo poético, transbordando emoções e criando um universo inteiros, e solitário, que precisa ser compartilhado com um coração feminino.
E por um instante o meu coração encontra um refúgio nos traços delicados dos seus olhos, onde as palavras ganham vida e se tornam eternas, mas logo, você diz: "Tchau! vou dormir", e eu volto sozinho do meu sonho, ao meu quarto, edou início a sua poesia da manhã.
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Harley Kernner
Arquitetura de Poesias
Escritor Particular
REFLEXÃO DE 2O24.
"O meu amor por você, é do meu tamanho (1.71), mas o amor de Deus por você é do tamanho DELE, pois ele é infinito"
De: Harley Kernner
Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo,
Do qual todo o corpo, bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor.
Efésios 4:15,16
Não guardo beijos, não economizo abraços, não raciono sorrisos, não controlo os olhos. Meu peito é um espaço aberto à intensidade, onde cada batida é um convite à entrega total.
A liberdade é sentir o que arde dentro. É deixar que as chamas da paixão consumam o medo.
Não sou avarento com o amor, não sou mesquinho com o desejo, eu dou tudo, eu me dou em tudo, sem calcular o preço.
Meu coração é um território sem fronteiras onde o amor é a única lei, a única verdade. Eu sinto o que preciso sentir, eu amo o que preciso amar, e nessa entrega, encontro a verdadeira liberdade.
(“Desperdício de Alma”, de Douglas Duarte de Almeida)
"O apogeu de um vulgo blefe, traceja o estigma final do meu bojo absoluto como observador. Pois, as reticências cabais dos meus
paupérrimos textos, foram deixados à mercê da sua interpretação, cujas perguntas e respostas, já estão no acervo da abstração cognitiva."
"Se meu olhar pudesse mostrar o sacrifício da minha alma, talvez você entendesse o quanto me custa ser forte."
“Não confunda meu silêncio com aceitação ou fraqueza mediante o que você diz. A verdade é que os anos já me pesam, e não tenho mais tolerância para desperdiçar tempo tentando explicar o óbvio.”
"Meu silêncio é a convicção de que o tempo é valioso demais para ser desperdiçado em discussões inúteis."
"Sem Jesus, a vergonha do meu passado me acompanha como sombra, como um lembrete constante dos erros que cometi e das promessas que não cumpri."
Aluno: Mestre, sinto-me perdido. Minha mente está repleta de pensamentos confusos, e meu coração anseia por clareza. Como posso encontrar equilíbrio entre o que penso e o que sinto?
Mestre: Meu caro, lembre-se: "A mente é um labirinto, o coração, um oásis. Pensar é navegar, sentir é mergulhar."
Aluno: Então, devo confiar mais em meus sentimentos do que em meus pensamentos?
Mestre: Não se trata de escolher entre um ou outro, mas de harmonizá-los. Navegue pelos pensamentos para compreender o mundo, mas mergulhe nos sentimentos para verdadeiramente vivenciá-lo.
Discípulo: Mestre, às vezes me sinto desanimado. Me esforço tanto, dou o meu melhor, mas parece que ninguém enxerga… ninguém valoriza o que eu faço.
Mestre: (olha com serenidade e responde)
Ninguém é obrigado a valorizar o que você faz, meu jovem.
Por isso, faça o que ama — e faça bem — mesmo que não venha aplauso algum.
As pessoas podem enxergar o seu diferencial, mas isso não significa que vão reconhecê-lo.
Nem mesmo se você projetar uma nova maravilha ao redor do mundo.
Discípulo: Então… eu continuo, mesmo em silêncio?
Mestre: Sim. Porque o valor do que você faz não está na reação dos outros, mas na verdade com que você o faz.
“Foi no desvio do meu plano que encontrei o propósito que eu nunca teria escolhido — mas que sempre precisei.”
