Respeite meu Jeito
É assim que te anseio amor...
Envolvendo-me em teus braços fortes...
Teu amor... Meu abrigo das tempestades...
Que me refugia do frio... Protege-me dos ventos uivantes...
Tua lembrança quando estou só me acompanha e me faz sorrir...
Teu amor pra mim é tudo... Igual às ondas de um oceano
Grande forte... Violento... Conflitante
Mas qual uma chama ardente que toma conta de meu peito
E aquece a minha essência!
A música da alma ecoa adoçando
Nosso olhar marejado e carente de paixão
E a alma navega em ilusões... Em quereres intensos com
Sussurros... sentidos e apaixonados!
Que a minha felicidade te abrace; que as flores que perfumam o meu lar te contagiem e façam morada contigo.
Deixe eu errar, deixe eu cometer esse engano; pois aí, no final do meu verso, eu consigo dizer que te amo.
O PAI E A SAUDADE
Meu pai, foi-se cedo.
Fugiu.
Meu Deus, credo
Que meu pai partiu
Cansado,
Martirizado,
De tanto me ouvir,
Insistir,
Perguntar:
Porque me construíste, pai!?...
A mim, um vivo-morto
Cada vez mais vivo na morte
Que se fosse de outra sorte
Eu sentiria conforto
Se te tivesse comigo
Como aquele amigo
Que além disso é pai
E a gente pensa
Mesmo na descrença
Que ele, nunca, mas nunca se vai.
(Carlos De Castro, in Há um Livro Muito Triste Por Escrever, em 23-10-2025)
Se ficar sabendo de uma batida grave com um único ferido, pois é, meu coração as vezes segue na contra mão.
