Remorso do Filho Ingrato
MÃE ATÍPICA: A RECONSTRUÇÃO
Minha relação de mãe atípica com meu filho é absoluta!
Ele foca no nada e eu no tudo.
Sou alicerce e o porto.
Ele a ponte e o muro.
No cansaço me despedaço...
Ele se perde nos seus pedaços.
Me ergo para reconstruir o castelo de vidro.
Que ele quebrou numa mente dispersa no infinito.
Somos feitos de fragmentos de dor,
Mas inteiros nessa simbiose do amor.
Não me peça calma, se não conhece minha luta.
A neurodiversidade não tem culpa.
Lu Lena
O AUTISMO DENTRO DO JARRO
A alma do filho autista veio ao mundo trazendo uma mensagem de amor e aceitação.
Pois vê o mundo de forma diferente, porque profunda e verdadeira é sua visão.
O mundo não a reconhece porque é flutuante e não consegue se firmar neste ambiente denso que é a Terra; ela se perde e entra nesse conflito desgastante das crises porque sua alma é etérea.
Nas oscilações de humor, agressividade e autopunição, reflete essas nuances na alma da genitora.
O autismo é como um jarro de argila:
Devemos moldá-lo com sensibilidade e maestria.
Às vezes desmorona num segundo — que essa instabilidade traz —
Pois é nesse instante
Que o barro se desfaz.
Devemos segurar com firmeza sua construção e reconstrução
Toda vez que moldamos esse jarro na mesa (coração).
Lu Lena/2026
O amor incondicional é o que uma mãe tem por um filho. Entre um casal, o amor é recíproco.
- Vanessa Costa Lima
AMOR,EU SEI QUE TU ESTÁS AÍ.
Catarina Labouré.
Filho é para ti que insuflo estas palavras empregnadas de amor e o amor é inegavelmente coragem para todos os momentos.
Recorda-ti desse sentimento no âmago do teu íntimo e diante da dor mais profunda que te faz verter lágrimas dorídas, mergulhes na solidão que sentes em teu inexprimível sofrimento para dizeres: _ Amor! Eu sei que tu estás aí. Vem ser minha companhia visível.
No momento da raiva incontrolável que fadiga as fibras de todo o teu cérebro à afetar teu corpo o entorpecendo em dormência estática. Vai no teu íntimo e evoques esse puro sentimento inato a todos,mas tão postergado,o amor, digas tu em profunda e emocionada rogativa: _ Amor, eu sei que estas aí.
Diante da ofensa que lançan-ti sem misericórdia na face vos procurando fulminar maldosamente os teus sagradas idéias refugia-ti no pensamento próprio procurando se firmar vai secretamente em teu caminho entronizado ainda pela luz que tu amas sem ser enfadonho e grite para dentro de ti: _ Amor, eu sei que estás aí.
Quando as perseguições te espreitarem por onde quer que vás, nutra-ti de coragem,siga adiante mal grado os perigos penses alegre e evoques as figuras dos perseguidos injustamente e aparentemente vencidos, libertes junto as vozes e exemplos desses mártires repetindo--lhes a inolvidável vivência e cantes junto a esse coral: _ Amor, eu sei que estas aí.
Na alegria que vives mesmo que embora poucas vezes,pois a presença da solidão não vos esqueces, não olvides a missão da simples flor que mesmo na escuridão e esquecida não deixa de evolar a beleza e o perfume que lhe faz sobrepor o desprezo e com a mesma resiguinaçao fazes emitir de tua fala tristonha,mas confiante no porvir: _ Amor,eu sei que estas aí.
Segue meu filho! Redimido porque em todos os instantes nunca permitista estares só e revoltado.O amor te acompanha e vos atende. As noites poderão ser solitarias,exteriormente frias mas em ti fostes fiel e o amor vos dirá:-Amado,eu aqui em tua porta,ansioso para que tu a abras para mim e ser contigo.
Votos de muita paz.
No cristianismo o machismo começa quando deus é pai e o seu filho é também um homem! Numa religião onde o divino é homem, o resto é inferior e submisso.
O cristianismo é, na prática, politeísta: tem o Pai, o Filho e o Espírito Santo; tem o Diabo, os anjos, os santos; e ainda eleva ao sagrado o Papa, os cardeais, bispos, padres e pastores.
Era uma vez uma mãe que sofria eternamente no paraíso, pois seu filho ateu, condenado ao inferno, jamais seria esquecido. E deus, incapaz de apagar a dor da mulher, observava em silêncio a eternidade de sua angústia.
Chamaram de diabo o caos, de pai a ordem, e de filho a forma perfeita, mas tudo é apenas graus de organização.
O Deus da Bíblia não é o mesmo que Alá do Alcorão:
✝️ Deus da Bíblia:
“Quem nega o Filho também não tem o Pai; quem confessa o Filho tem também o Pai.” (1 João 2:23)
☪️ Alá no Alcorão:
“Ele não gerou ninguém, nem foi gerado, e ninguém é comparável a Ele.” (Alcorão 112:1-4, Surah Al-Ikhlâs)
Se você é filho de mãe solteira e não pode honrar seu pai por algum motivo, sempre honre a sua mãe para que tenha uma vida próspera e feliz.
Amado Filho!
A sua existência é a prova mais viva de que Deus opera milagres imensuráveis no nosso cotidiano.
Cada ano de sua vida é um novo capítulo de uma história que eu jamais imaginaria escrever, mas que me preenche de um amor que transcende o tempo e a finitude cobrada pela vida terrena.
A sua chegada foi como o raiar de um sol que afugentou as minhas sombras, e a sua presença é a âncora que me mantém firme até nas mais tempestuosas marés.
Agradeço sempre a Deus por ter me dado a graça de ser seu pai, por ter a oportunidade de vê-lo crescer e ser o "Homem da minha vida".
A sua bondade, força e capacidade de me salvar até de mim mesmo — são dons preciosos que eu guardo no coração.
Que a Santíssima Trindade — Pai, Filho e Espírito Santo — continue a iluminar o seu caminho, derramando sobre você toda sorte de bênçãos, saúde, paz, alegria e amor.
Meu filho, a vida pode ser finita, mas o meu amor por você é infinito.
E a cada novo ano, a certeza desse sentimento só cresce.
Repito, com o coração transbordando de gratidão: te amo, filhão!
Feliz aniversário!
Com todo o amor e carinho embrulhado na certeza de não ser o melhor pai do mundo, mas ornado em laços de certeza de ser agraciado com o melhor filho que eu poderia ter.
Às vezes, o barco resolve balançar um pouquinho mais, só para nos lembrar que o Filho do Homem tem autoridade até sobre a tempestade.
Quando eu era mais medo que fé, olhava mais para as águas agitadas…
Agora, sendo mais fé do que medo, já posso Vê-lo, vindo ter comigo, caminhando por sobre as águas!
Ele sempre está agindo!
Aos meus — consanguíneos e em Cristo — tende bom ânimo!
Que o nosso Coração alcance a Graça de se transformar em Manjedoura para o Filho do Homem!
Que ele se esvazie das vaidades que o endurecem, e se torne simples o bastante para acolher o Eterno.
Que a palha seja livre da mágoa, do ódio, do lixo e de toda e qualquer podridão.
Que aceite o frio da noite, o silêncio do anonimato
e a humildade,
porque foi ali — e não nos palácios —
que o Amor decidiu nascer.
Que sejamos manjedouras, não por mérito,
mas por rendição.
Lugar pequeno, porém disponível.
Pobre de si, rico de entregas.
E que, ao receber o Filho do Homem,
nosso coração aprenda o milagre maior do Natal:
não apenas celebrar o Cristo que vem,
mas sustentar o Cristo que permanece.
Feliz e abençoado Natal!
O Filho do Homem jamais teria vindo ao mundo para agradar alguém senão o Criador.
A Perfeição d'Ele não agradou a todos, mas Ele não deixou de ser Perfeito.
Há, nessa constatação, um incômodo silencioso que atravessa os séculos: a Verdade não negocia a sua essência para caber nas expectativas humanas.
E talvez seja justamente isso que mais nos desconcerta.
Estamos tão habituados a medir valor pela aprovação alheia que nos esquecemos de que o que é absoluto não se curva ao aplauso — nem se diminui diante da rejeição.
A perfeição, quando encarnada, expõe imperfeições.
E isso fere.
Não porque a luz seja agressiva, mas porque revela aquilo que preferíamos manter na penumbra.
Por isso, não é surpreendente que o que era íntegro tenha sido contestado, que o que era puro tenha sido acusado, que o que era verdadeiro tenha sido negado.
A rejeição, nesse caso, não foi falha da perfeição — foi reflexo da incapacidade humana de suportá-la sem resistência.
Há também uma lição desconfortável nisso: agradar a todos pode ser, muitas vezes, um indício de concessão excessiva.
Quem se compromete integralmente com a verdade inevitavelmente desagrada aqueles que se alimentam de ilusões.
E isso não é arrogância — é coerência.
Vivemos, ainda hoje, sob a tentação constante de adaptar princípios para evitar conflitos, de suavizar convicções para garantir aceitação.
Mas a história daquele que não negociou a sua essência nos confronta com uma pergunta inevitável: até que ponto estamos dispostos a abrir mão do que é verdadeiro apenas para sermos bem vistos?
Talvez a grande contradição humana seja desejar sentido, mas rejeitar aquilo que o sustenta quando ele exige transformação.
Queremos a paz, mas resistimos à verdade que a antecede.
Queremos a luz, mas evitamos tudo que ela ilumina.
A perfeição não deixou de ser perfeita porque foi rejeitada.
E, do mesmo modo, a verdade não deixa de ser verdade porque é desconfortável.
No fim, permanece um chamado silencioso: viver não para agradar aos olhos instáveis dos homens, mas para corresponder àquilo que é Eterno — ainda que isso custe incompreensão, ainda que isso exija coragem, ainda que isso nos afaste do aplauso fácil.
Porque, no fundo, agradar a todos pode até trazer aceitação…
mas somente a Verdade sustenta a essência.
O Filho do Homem jamais nos permitiria experimentar a tempestade se Ele não tivesse autoridade sobre ela.
Há, nisso, um desconforto inevitável: o de admitir que certas dores não são acidentes, mas permissões.
E, mais ainda, que essas permissões carregam um Propósito que raramente se revela no momento em que mais desejamos entendê-lo.
Se Ele tem autoridade sobre a tempestade, então o vento que nos desestabiliza não sopra à revelia.
Não há descontrole no caos que nos atravessa — há, sim, um controle que não nos pertence.
E é justamente isso que nos inquieta: não é a tempestade em si, mas o fato de não sermos senhores dela.
Costumamos associar investimento divino a proteção visível, caminhos suavizados, respostas rápidas.
Mas talvez o investimento mais profundo não esteja naquilo que Deus nos poupa, e sim naquilo que Ele nos confia para suportar.
Há uma diferença silenciosa entre livramento e preparo — e, muitas vezes, confundimos o segundo com abandono.
Porque quem é pouco exigido pode até viver mais confortável, mas dificilmente se torna mais forte.
Já aquele em quem se investe pesado, inevitavelmente, será confrontado com ventos que testam não apenas sua resistência, mas sua fé na condução do próprio Deus que permitiu a tempestade.
E então surge a pergunta que poucos têm coragem de encarar: se Ele pode acalmar o mar, por que nem sempre o faz de imediato?
Talvez porque o maior milagre não seja o mar que se aquieta, mas o coração que aprende a não afundar enquanto ele ainda ruge.
No fim, a tempestade não é apenas sobre destruição ou medo — é sobre revelação.
Revela o quanto confiamos quando não controlamos, o quanto permanecemos quando tudo convida a desistir, e o quanto realmente acreditamos que Aquele que permite o vento continua sendo o mesmo que sustenta o barco.
Se Deus investe pesado, é porque enxerga além do que suportamos ver em nós mesmos.
E isso, embora muitas vezes doa, também dignifica.
Pois não há tempestade autorizada pelo Filho do Homem que não carregue, em si, a semente de um Propósito Maior do que o próprio medo que ela provoca.
Ele não alisará a cabeça dos nascidos para o céu.
“Ainda Existe um Filho Aqui”
Ele disse que mudou…
E eu quis acreditar.
Disse que agora era diferente,
que o tempo o ensinou,
que a vida o moldou,
que hoje se orgulhava
do homem que eu me tornei.
E por um momento…
meu coração descansou.
Mas então,
como um eco antigo voltando pelas paredes da memória,
vieram os mesmos gestos,
as mesmas palavras,
os mesmos erros
que um dia me quebraram por dentro.
E eu fiquei me perguntando…
Foi ele que mudou?
Ou fui eu?
Talvez ele ainda seja
o mesmo homem de antes,
com as mesmas falhas,
as mesmas feridas,
os mesmos monstros silenciosos
que ele nunca conseguiu vencer.
Mas eu…
eu não sou mais o mesmo.
O que antes me destruía,
agora apenas me fere.
O que antes me derrubava,
agora só me balança.
E então percebi…
Talvez eu não tenha visto
um monstro virar anjo.
Talvez eu só tenha aprendido
a não ter mais tanto medo.
Talvez eu tenha crescido
o suficiente
para enxergar que até os monstros
às vezes só são homens
que nunca aprenderam
a amar direito.
E mesmo assim…
ainda dói.
Porque não importa
o quão forte eu me tornei,
existe uma parte de mim
que ainda é filho…
Esperando,
em silêncio,
que um dia
ele realmente mude.
O filho que não respeita os pais não pode esperar dos seus próprios filhos o respeito que ele mesmo nunca lhes demonstrou no passado.
" 'Você está trabalhando?' Perguntou o pai furioso ao filho amoroso. 'Por quê? O senhor está empregando?' Respondeu (perguntando) o filho paciente ao pai insistente!"
Frase Minha 0172, Criada no Ano 2007
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
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