Reflita na Vida
Um salário é um instrumento, não um destino. Use-o para construir a vida que você deseja, e não para se deixar aprisionar por ela
Nada em tua vida deve estar fora do Propósito Divino; tudo precisa estar alinhado à Sua Palavra, pois o Senhor deseja que cada detalhe da tua existência seja testemunho vivo da Sua Glória.
A vida não nos dá apenas experiências; ela nos entrega lições, porque tudo o que se vive, se aprende, e tudo o que se aprende, nos transforma.
Não importa o quanto você ame alguém, não importa se daria a vida por esse amor... A reciprocidade não vai haver por causa disso.
A vida às vezes nos chacoalha tanto que somos obrigados a tomar uma outra rota, independentemente das nossas vontades.
Persistir na fé é uma das maiores vitórias que podemos alcançar na vida. É o triunfo pessoal sobre nossos piores inimigos: nossos próprios pensamentos.
Que valor tem a vida se você vive fugindo de si mesmo?
Se está em constante busca pelo outro apenas para não permanecer consigo, acaba deixando de compreender o sentido da própria existência pois, ao fugir dos seus demônios, afasta-se também de quem realmente é.
Café frio na caneca, olho lento, sem pressa
Quem corre demais na vida esquece da promessa
Eu ralei, eu aguentei, agora é minha vez
De desligar do mundo e viver o mês
- música precisando de umas férias do dj gato amarelo
OS LADOS QUE A VIDA LHE DÁ:
1 - Reclamar e reiniciar tudo como em um loop infinito. Você será próspero deste estado.
2 - Ser grato pelas coisas boas que chegam até você, esquecendo Completamente as que não deram certo. DEIXE sua mente vazia, limpar para o Novo habitar. Gere uma imagem mental do que se deseja e seja próspero deste estado.
“O verdadeiro tesouro da vida não está em bens externos, mas no desenvolvimento interior conquistado pelo esforço contínuo. Por meio do trabalho perseverante e do cultivo de uma habilidade, a pessoa alcança autonomia, dignidade e independência, tornando-se menos dependente das circunstâncias do mundo. Essa capacidade desenvolvida com disciplina e constância passa a ser um patrimônio interno permanente, que ninguém pode tirar.”
A vida seguiu, meu pai… mas meu coração é o mesmo, desde o dia em que você se foi.
Eu continuo caminhando, sorrindo, às vezes, vivendo como dá, mas, sempre com um pedaço de mim, parado no tempo, guardado nas lembranças da sua voz, do seu abraço e da sua presença.
A saudade não diminui, ela só aprende a existir em silêncio dentro de mim.
O pior do luto é quando a vida continua, mas uma parte de você fica parada no tempo.
Não é só a falta da pessoa, é a falta do que você era, quando ela estava aqui.
Existem dias, em que a saudade aperta tanto, que respirar parece difícil, porque tudo lembra quem se foi: uma música, um cheiro, um momento simples que nunca mais será igual.
E então, vem aquele silêncio doloroso, a certeza de que, nenhuma lembrança abraça de volta.
O luto é aprender a viver, todos os dias, com uma ausência, que nunca deixa de doer.
Hoje tenho um profundo respeito pela vida, nem sempre eu tive, mas hoje me encanto demais com a sua imprevisibilidade, com o movimento de ir e vir, de chegadas e partidas… horas somos alunos e horas professores, horas somos lições e horas somos presentes… ela muda conforme as nossas necessidades e aprendizados… isso é realmente algo profundo. As vezes somos verdadeiros ritos de passagem na vida de alguém, somos a razão para alguém evoluir, e depois de cumprida a missão, naturalmente tudo toma outro rumo, as pessoas se afastam, seguem suas vidas transformados para que outra pessoa possa apreciar a transformação e de alguma forma possa ser transformado também. Aquele que foi transformado segue transformando… e tem os que ficam, porque a missão é de se apoiarem, se espelharem com suas diferenças e se iluminarem nos momentos de escuridão, se equilibrarem com suas naturezas, nem sempre juntos, as vezes em afastamento, pois faz parte de algo que não pode ser compreendido, mas apenas sentido.
A existência humana lembra muito a travessia descrita por Søren Kierkegaard, que dizia que a vida só pode ser compreendida olhando para trás, mas precisa ser vivida olhando para frente. Cada pedra no caminho não é apenas obstáculo é estrutura. É fundamento. É aquilo que, ao ser superado, fortalece a musculatura da alma.
As dificuldades são provas não no sentido punitivo, mas pedagógico. Assim como ensinava Friedrich Nietzsche: “Aquilo que não me destrói me fortalece.” A dor, quando não nos quebra, nos amplia. Ela revela nossas fragilidades, mas também nossas reservas ocultas de coragem.
As decepções, por sua vez, são rupturas de expectativa e expectativa é uma construção do ego. Quando a realidade não corresponde ao que imaginamos, sentimos frustração. Mas é nesse exato ponto que nasce o recomeço. Recomeçar não é voltar ao início; é voltar mais consciente.
A metáfora da vírgula é especialmente poderosa. Uma vírgula não encerra a frase — ela cria pausa, respiro, continuidade. Assim também são os momentos difíceis: não são pontos finais, são suspensões que nos convidam a reorganizar o sentido da narrativa. Um erro pode se tornar aprendizado. Uma perda pode se tornar sabedoria. Uma queda pode se tornar direção.
Como ensinava Santo Agostinho, “Deus escreve certo por linhas que parecem tortas.” Muitas vezes, o que chamamos de desordem é apenas um capítulo ainda não compreendido.
A vida não é apenas o que nos acontece é, sobretudo, o que escolhemos fazer com o que nos acontece. As atitudes são a caneta com a qual reescrevemos a própria história. Não podemos apagar os capítulos anteriores, mas podemos decidir como continuar a narrativa.
Você tem tratado suas pedras como pesos ou como degraus?
Suas vírgulas têm sido pausas conscientes ou lamentos prolongados?
Talvez a grande sabedoria seja compreender que cada dificuldade carrega, silenciosamente, a semente de uma versão mais lúcida de nós mesmos.
E enquanto houver vírgula, há possibilidade.
