Reflexões sobre o amor para tentar entender o coração
Você não me ama e nem me quer,
você só quer alguém que te ame o tempo todo,
e que esteja ali para você fingir amor.
Não posso ficar procurando lares e insistir em morar no inabitável.
Meu corpo é o lar para minha alma e coração.
Enquanto você se isola por causa de alguém que te machucou, esse alguém está socializando por aí procurando outra vítima.
Os meus sentimentos nunca foram suficientes para segurar alguém, mas não penso que eu sou insuficiente. Às vezes o desejo carnal supera o da alma, e nada tenho a fazer a não ser continua sentindo.
acho que doí tanto porque não acabou de verdade.
não teve um “eu não te quero mais” e nem um “acabou, me deixe em paz”.
e deve ser por isso que eu ainda tenho esperanças que você volte.
Meu corpo dói, preciso descansar. Não sei o que há, mas me sinto cansada. Será que estou doente? Talvez doente de amor!
Gravei o meu nome em letras de ouro com burel de prata e mesmo assim; tudo o que restou é uma miragem vestida de estopa!
“Vida, tantas vidas, lutas eternas que se acabam, tempo que voa sem se ver, amores que passam, pessoas que vão e vem, uma vida, muitas existências, de um indivíduo, de vários seres, que se cruzam, no mundo que gira, somos carne, somos luz, somos terra...somos vida!”
"Sábios são aqueles que enxergam DEUS sem a necessidade de adorar um templo. Estes não devem ser adorados nem distinguidos melhores ou piores, pois os templos devem ser locais de oração e de fé, não de escolhas e de vontades humanas".
PATATIVA DO ASSARÉ
Pássaro pequerrucho ao sol cantou
Nas terras rachadas, passos levou
Garimpando sabedoria antiga gritou
A voz da natureza por ele falou
Na lida pesada, no olho da enxada
Sina travou, com a cabeça enfestada:
Inspiração. Não comia, dormia nem nada
Só teve sossego quando escutou a danada
Futucava, avistava num botão verso escondido
Montava na cachola o viveiro de poemas entupido
Juntava quantos podia, para soltar no mundo florido
Gritava, chorrava, cantava as lágrimas do povo sofrido
Nome mudava, vida mudava e raízes no chão
Patativa era a patente maior do sertão
O que é bom é imitado, dessa ave tem de montão
Agora, Assaré é um junto consigo na certidão
Magia divina brilhava na mente do nosso Camões
Onde olhava, poesia jorrava de internos vulcões
Poesia nascia da mata, vida, dores e emoções
Na métrica, na rima, sem saber dando lições
Meses corridos aprendeu nos livros a grande lição
Orgulhoso falava, professor melhor que esse: tem não
Das aulas saí meio letrado, tinha o mundo na mão
Palavra arranjada, da viola pulava poesia pro coração
Mas, calou-se o gigante que ao mundo encantou
Assaré da patativa, com sua sabedoria profetizou
A vida foi longa, no fim, o destino sua vista levou
Descobrindo de novo, que era de si que a beleza brotou
Escrever me acalma,
Mas te beijar me excita,
Um é alimento pra alma,
O outro me da sentido na vida,
Pois viver sem amor,
É o maior dos tormentos,
Nem mesmo os mais fortes,
Resistem a tal sofrimento,
De que adianta conquistar tudo,
Mas perder seu próprio coração?!
De que adianta possuir o mundo,
Mas da própria história ser o vilão?!
Eu sou fogo, eu sou água,
Te machuco ou te cuido?
Eu sou o amante da alma,
Pois meu toque é profundo.
Um Amante da alma poetiza não só com palavras,
Mas também com seu toque que instiga e acalma,
Pois assim como os ouvidos anseiam por palavras bonitas,
Sei que teu corpo grita em silêncio por minhas carícias.
E o sabor de seu corpo era algo sofisticado ao paladar, algo difícil de se descrever
Um gosto tão suave e macio como o teu é daqueles impossíveis de se esquecer
Minha boca te lembra e anseia por ter de vocês mais um dos seus delicados beijos
Pois sei que basta um toque nos teus lábios pra reacender todo aquele nosso desejo.
Feliz de quem,
Sem planejar encontra alguém;
Para te amar,
Sem cobrar apenas faz bem;
Feliz de quem,
Sem perceber doa tempo também;
Para a mente voar,
Sem medo de o dia amanhecer;
Feliz de quem,
Sem pensar se permite viver;
Para relembrar,
Sem nunca se arrepender;
Feliz de quem,
Vê em cada recomeçar,
Uma forma de compartilhar,
E seu amor doar,
com todos que nos querem bem.
(Mayke Franz)
Acho que dormi na metade do filme, a um minuto os dois entraram num bar sorrindo e pediram uma bebida, mas agora o banco ao lado está vazio, a garrafa está cheia e ele está bebendo sozinho...
