Reflexões para a Familia
⋆.ꫂ❁"Mais uma princesa para o nosso clã! Que alegria ver a nossa família crescendo e ganhando novas cores. Que essa pequena chegue com muita luz para iluminar ainda mais os nossos dias. Vovó já ama muito ᰔᩚ🍼₊˚⊹ ᰔ𓏲ּ𝄢𖤐
ﮩ٨ـﮩﮩ٨ـ♡ﮩ٨ـﮩﮩ٨ـ❀𓏲ּ𝄢⋆.𓍯𓂃𓏧♡
❀𓏲ּ𝄢
🍼₊˚⊹ ᰔSuzanne ⋆。‧˚ʚ🧸ɞ˚‧。⋆
O Jazigo dos Vivos
Naquela família, os mortos pareciam descansar mais do que os vivos.
O velho jazigo de granito havia sido adquirido muitos anos antes por um homem prudente, quando ainda caminhava sozinho pela vida. Não o comprara por vaidade, mas porque acreditava que até o descanso final merecia dignidade.
O tempo passou. O homem encontrou o amor na maturidade e decidiu casar-se. Foi então que aquilo que sempre pertencera apenas à sua história passou, misteriosamente, a despertar o interesse daqueles que jamais haviam perguntado onde ele desejava repousar.
Vieram exigências disfarçadas de conselhos, mentiras vestidas de preocupação e ordens apresentadas como se fossem dever moral. Chegaram a afirmar que o próprio cemitério exigia a mudança da titularidade do jazigo. Bastou um telefonema para que a verdade surgisse inteira: ninguém havia feito qualquer exigência.
Mas aquela mentira era apenas uma entre tantas.
Muito antes do casamento, outro patrimônio havia sido inserido em uma estrutura societária criada sob o argumento de proteger os bens da família. A antiga casa da mãe permanecia registrada em nome de apenas um dos irmãos, enquanto participações eram distribuídas entre parentes como se a confiança pudesse substituir a justiça.
O único imóvel particular daquele homem também fora levado para dentro da mesma estrutura. O que lhe prometeram como proteção transformou-se em uma longa batalha para recuperar aquilo que sempre lhe pertenceu.
Depois do casamento, antigos sorrisos perderam a doçura. Pessoas que durante décadas se apresentaram como amigas revelaram um rosto desconhecido. O incômodo não era a união do casal. O verdadeiro desconforto surgia quando alguém deixava de aceitar o controle silencioso exercido durante tantos anos.
Há famílias que disputam terras.
Outras disputam casas.
Algumas, infelizmente, disputam até o lugar onde alguém um dia descansará em paz.
O mais triste, porém, não era a existência de um jazigo, de um imóvel ou de documentos. Era perceber que a ganância conseguira ocupar o espaço onde antes existiam afeto, confiança e respeito.
No fim, compreendeu-se que o mármore jamais sepulta a verdade. Ela permanece viva, esperando apenas o momento de emergir, desmascarando as mentiras construídas pela ambição.
Talvez o maior sepulcro não seja feito de pedra.
Talvez seja o coração de quem enterra o amor antes mesmo de sepultar os seus mortos.
© 2026 Márcia Reis Nazar
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A família é o primeiro alvo porque é a base de tudo. Dissolva esse conceito e o governo ganha campo livre para educar as crianças a seu favor e fabricar militantes.
Há lutas que só você e sua família vivem; há sonhos que só você consegue enxergar.
As metas são construídas e compartilhadas com os poucos que acreditam em você.
O Pescador era antes de tudo, um homem de família, embora tivesse poucos amigos além daqueles que estavam sempre com ele no barco, ele não era um solitário como se dizia na Vila, apenas mantinha a relação social um pouco restrita para fugir daquela velha dita de que todo pescador gosta de contar mentiras que ninguém acredita.
Ele também não cuidava muito da aparência que era judiada truculenta, afinal era de estar no rio debaixo do sol que ele mais gostava e os peixes e as águas barrentas do rio que ele navegava nunca se importaram com essas coisas de presença.
Sua mente era assim que funcionava, ora calma ora brava, como as ondas esverdeadas que as ventanias do tempo fomavam. Mas o Pescador ligeiro assim como água a toda situação se amoldava, às vezes perdia a calma mas rapidinho a encontrava escondida atrás da serenidade e nunca se desesperava nem quando o tempo fechava e o leme se quebrava naquelas tardes de fortes chuvas, relâmpagos e trovoadas.
Nenhuma tempestade por mais forte que se apresentava desviar seu curso ele deixava. Pois sabia onde o cardume estava e era para lá que ele navegava, e ainda que o rio estivesse revolto os seus pensamentos eram livres, confiantes e soltos do medo que não afeta de forma alguma quem conhece o rio e o condutor do barco que por ele navega.
EM FAMÍLIA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
Entre família não se trata apenas de laços consanguíneos, mas de um complexo entrelaçamento de consciências que se encontram sob o mesmo teto para um aprendizado mútuo, silencioso e contínuo. A convivência familiar é, em sua essência, um laboratório moral, onde as imperfeições se revelam sem adornos e as virtudes são convocadas à prática diária.
No ambiente doméstico, as máscaras sociais se dissipam. Aquilo que o indivíduo oculta no convívio público emerge com espontaneidade entre os seus. É nesse cenário que o orgulho se evidencia, que a impaciência se manifesta e que o egoísmo, muitas vezes sutil, denuncia-se em pequenos gestos e palavras. Contudo, é também ali que a renúncia encontra espaço, que o perdão se exercita e que a caridade deixa de ser discurso para tornar-se atitude concreta.
Entre família, as divergências não são falhas do sistema afetivo, mas instrumentos pedagógicos da existência. Cada conflito carrega em si uma oportunidade de lapidação interior. Aquele que compreende tal mecanismo deixa de exigir perfeição alheia e passa a responsabilizar-se por sua própria transformação íntima.
Sob a ótica espírita, a família não se constitui ao acaso. Espíritos afins ou necessitados de reajuste reencarnam juntos, atraídos por leis de afinidade e de reparação. Assim, muitos dos desafios enfrentados no seio familiar não são castigos, mas reencontros providenciais destinados à harmonização de débitos pretéritos e ao fortalecimento dos vínculos verdadeiros.
É por isso que amar entre família exige mais do que sentimento. Exige disciplina emocional, vigilância constante e, sobretudo, humildade. Amar, nesse contexto, é ceder quando necessário, compreender antes de julgar e silenciar quando a palavra pode ferir mais do que esclarecer.
Não há evolução autêntica que prescinda do convívio familiar. É ali, no cotidiano aparentemente simples, que o espírito se prova, se revela e se reconstrói.
E aquele que aprende a amar verdadeiramente dentro de casa, ainda que entre dores e renúncias, torna-se apto a irradiar ao mundo uma luz que não se apaga diante das adversidades, porque foi acesa no lugar mais difícil e mais sagrado da existência.
"Enquanto o futebol valer mais que os filhos, a família adoece e a política do pão e circo se eterniza."
"Quem usou a família e a Pátria no discurso ajudou a colher o que plantou. O Agro precisava sentir no bolso."
Em cada paciente, existe uma história, uma família e alguém que ama profundamente essa pessoa. Seja o alívio e a esperança que eles tanto precisam hoje.
Muitas coisas na vida são importantes, mas a família e a pessoa amada devem estar no topo dessa lista.
Porquê procurar apenas as imperfeições, muitas vezes na própria família, viramos as costas, em vez de aceitarmos e termos cuidado em todos os nossos atos, palavras e pensamentos.
MIGALHAS DA GRANDE MESA.
A INGRATIDÃO DOS FILHOS E OS LAÇOS DE FAMÍLIA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Entre todas as dores que atravessam o espírito humano, poucas são tão lancinantes quanto a ingratidão dos filhos. A pobreza pode ferir o corpo. A enfermidade pode consumir os dias. As perseguições sociais podem dilacerar a dignidade. Contudo, quando o sofrimento nasce dentro do próprio lar, quando a frieza brota daqueles que receberam colo, alimento, renúncia e amor, a alma experimenta uma das mais profundas provas morais da existência terrestre.
O Evangelho Segundo o Espiritismo apresenta essa questão não apenas como drama psicológico ou conflito social, mas como fenômeno espiritual de longa duração, vinculado aos processos reencarnatórios, às leis de afinidade moral e às reparações do pretérito. A Doutrina Espírita desloca o problema da mera ótica biológica e o eleva à dimensão transcendente da consciência imortal.
A família, segundo o Espiritismo, não é simples agrupamento consanguíneo formado pelo acaso biológico. Antes de tudo, constitui reencontro de Espíritos ligados por afinidades, débitos, afetos, antagonismos e necessidades de crescimento mútuo. Muitas vezes, aqueles que hoje se chamam pai, mãe, filho ou irmão já estiveram unidos em existências pretéritas sob outras circunstâncias. O amor pode reunir. O ódio também. A reparação moral frequentemente reorganiza os vínculos que outrora foram destruídos pelo orgulho, pela violência ou pelo abandono.
É precisamente nesse ponto que o texto de Santo Agostinho adquire profundidade filosófica admirável. O Espírito que desencarna não abandona instantaneamente suas paixões. Leva consigo ressentimentos, desejos, tendências e marcas psicológicas profundamente sedimentadas. A morte não santifica ninguém. Apenas remove o invólucro físico. A individualidade prossegue sendo aquilo que moralmente construiu em si mesma.
Por essa razão, muitos Espíritos carregam para além do túmulo animosidades violentas. Alguns despertam para o arrependimento e compreendem que somente a caridade pode libertá-los da própria inferioridade. Entretanto, compreender não significa vencer imediatamente. A consciência vacila entre o desejo de renovação e os impulsos cristalizados do passado. Surge então o drama íntimo da reforma espiritual.
Em diversos casos, segundo a ótica espírita, o Espírito pede para renascer exatamente no seio da família daqueles a quem odiou ou por quem foi odiado. A reencarnação converte-se, assim, em mecanismo educativo da Providência Divina. O antigo adversário retorna como filho. O ofendido reaparece como pai. O perseguidor nasce sob os cuidados daquele que perseguiu. A convivência doméstica torna-se oficina de reconciliação.
Sob essa perspectiva, muitas antipatias aparentemente inexplicáveis da infância deixam de ser vistas como simples caprichos temperamentais. Existem crianças que, desde muito cedo, demonstram rejeição intensa, revolta desproporcional ou frieza afetiva sem causa aparente na atual existência. O Espiritismo interpreta certos casos como reminiscências emocionais profundas, impressões subconscientes oriundas de experiências anteriores ainda não pacificadas.
Tal entendimento não pretende estimular fatalismos psicológicos nem justificar abusos familiares. Pelo contrário. A Doutrina Espírita responsabiliza moralmente os pais pelo esforço educativo e afetivo destinado ao progresso espiritual dos filhos. A educação deixa de ser mero preparo intelectual e transforma-se em tarefa sacramental da alma.
O lar converte-se em laboratório moral.
Cada gesto dos pais modela estruturas psíquicas profundas na criança. A indulgência excessiva fortalece o egoísmo. A ausência afetiva alimenta inseguranças futuras. A violência verbal produz traumas silenciosos. A negligência moral favorece tendências destrutivas já existentes no Espírito reencarnante. Assim, o Espiritismo compreende que educar não é apenas ensinar regras sociais, mas auxiliar o Espírito a dominar suas imperfeições ancestrais.
A metáfora utilizada no texto é extremamente significativa. Os pais devem agir como jardineiros atentos, cortando os rebentos defeituosos antes que se transformem em raízes profundas. O orgulho e o egoísmo, se alimentados desde cedo, convertem-se mais tarde em ingratidão, insensibilidade e endurecimento moral.
Sob o prisma psicológico, percebe-se aqui extraordinária lucidez acerca da formação da personalidade humana. A infância constitui período de plasticidade emocional intensa. Tendências morais podem ser fortalecidas ou enfraquecidas conforme o ambiente afetivo, os exemplos familiares e os estímulos recebidos. O Espiritismo antecipa, em muitos aspectos, reflexões modernas sobre condicionamento emocional, desenvolvimento ético e estruturação psíquica da consciência.
Entretanto, o Evangelho Espírita também consola os pais que, apesar de todos os esforços sinceros, enfrentam filhos ingratos ou moralmente perturbados. Nem toda responsabilidade pertence à família atual. Existem Espíritos profundamente comprometidos consigo mesmos, resistentes ao progresso, que utilizam o livre-arbítrio para permanecerem estacionários. Nesses casos, o sofrimento dos pais converte-se em prova expiatória e testemunho de perseverança moral.
As dores domésticas possuem singular intensidade porque atingem diretamente o centro afetivo da alma. Há indivíduos que suportam heroicamente a fome, a miséria e as humilhações sociais, mas desmoronam diante da indiferença de um filho. Isso ocorre porque os laços familiares penetram regiões profundas da sensibilidade humana. O coração paterno e materno frequentemente ama sem condições, sem contratos e sem medidas.
Quando esse amor não encontra reciprocidade, instala-se uma das mais amargas experiências da existência terrestre.
Todavia, o Espiritismo procura impedir que a dor se transforme em desespero absoluto. A reencarnação relativiza o instante presente. O filho ingrato de hoje pode tornar-se amanhã o Espírito arrependido que retornará buscando reconciliação. Nenhum sofrimento é eterno. Nenhuma consciência permanece para sempre endurecida. A justiça divina opera através de séculos invisíveis ao olhar humano.
Há também dimensão sociológica extremamente relevante nesse ensinamento. Em épocas marcadas pelo individualismo exacerbado, pela dissolução dos vínculos familiares e pela cultura do imediatismo, a ingratidão filial tornou-se fenômeno cada vez mais recorrente. Muitos pais envelhecem abandonados emocionalmente. Tornam-se instrumentos utilitários descartados após cumprirem funções materiais. A sociedade contemporânea frequentemente estimula autonomia sem responsabilidade moral, liberdade sem dever e prazer sem gratidão.
O resultado inevitável é a erosão dos laços afetivos.
O Espiritismo propõe caminho oposto. A família não é prisão cármica destinada apenas ao sofrimento, mas instituição educativa da alma. É dentro dela que o Espírito aprende tolerância, renúncia, perdão, disciplina emocional e fraternidade. As imperfeições que emergem no convívio doméstico revelam precisamente aquilo que ainda necessita ser curado.
Por isso Santo Agostinho conclui exortando os pais a acolherem até mesmo os filhos difíceis como irmãos espirituais em processo de restauração. Muitas vezes, aqueles que mais causam perturbação são justamente os que mais necessitam de amparo moral. A família verdadeira não se define apenas pela harmonia natural, mas pela capacidade de permanecer unida diante das provas.
Existe profunda grandeza espiritual na mãe que continua amando o filho ingrato. Existe heroísmo invisível no pai que persevera orientando aquele que o despreza. Tais criaturas silenciosas carregam cruzes morais que raramente são compreendidas pela sociedade, mas que possuem elevado valor diante das leis divinas.
A ingratidão dos filhos não representa apenas falha afetiva humana. Em muitos casos, constitui reflexo de conflitos antigos ainda não resolvidos entre consciências imortais. E os laços de família, longe de serem acidentes biológicos passageiros, revelam-se instrumentos providenciais para a reconstrução do amor onde outrora existiram ruínas morais.
Porque, diante da eternidade, nenhuma lágrima sincera é inútil. Nenhuma renúncia amorosa permanece esquecida. E nenhum coração que verdadeiramente ama atravessa as sombras da existência sem recolher, mais cedo ou mais tarde, as claridades da redenção espiritual.
Fontes consultadas.
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Santo Agostinho
O Livro dos Espíritos
José Herculano Pires
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Agora é tapa cara da direita,
Sempre foi falatório e retórica da patria e família agora se torno o algoz de milhões,
Parece que o filme terá novos capítulo.
Pobre bebe detergente o rico bebe leite no fraco de detergente e depois vamos escutar os áudios filho da ratazana lavando dinheiro público em delação premiada...
Ainda tem deepfakes ou fakes news...
Para depor a favor e colocar os novos parâmetros do caos no algarismo...
Ou agora ira fugir para outro pais ou vai para o hospital...
Vai continuar sua candidaturas ( a ditadura deve voltar papai precisa de liberdade meu velho babão.)
Figura suja e corrupta escreve mais uma página nos moldes da democracia.
Somos objeto de estudo enriquecimento o conhecimento do futuro da nação....traidores da patria...
Agora faça um comício dizendo que é inocente, diga o para o brasil que vai sangrar por justiça...!
Diga que verdade sera dita nada mais que a verdade e seja homem, continue sendo rato sempre foi ....
Os indivíduos da da gaiola
O ser adulto provedor da família
Os filhos são produzidos a ser lapidados, depois podem ser parte da escolha, e quando neste processo seletivo de lapidar o ser humano segue outro caminho com alienações do dia a dia como a questionar a própria existência.
A ferida da sociedade começa dentro pre ensino...
Com as fraturas do ensino transformam o indivíduo em produto com defeitos.
Esses produtos são descartáveis...
Se tornam a classe de sub existência.
Cubismo da natureza humana digitalizada no formigueiro humano.
Família constituída de pai mãe e filho e filha, ate fase dimensional globalização.
Mistura dos ideias capitalismo e socialismo.
Ouve desenvolvimento cultura e desenvolvimento Família.
O leque foi aberto mãe pais e pais mães. Assim o cenário mundial tomou um novo formato.
Aonde tínhamos filhos temos pets filhos aonde caminhamos pela imersão da existência contemporânea de reprodução e ideal é reprodução a família... um ideial esta caindo pois planeta está super povoado.
Como tratamos a fome mundial.
Temos um percentual absurdo de gente no mundo.
Que vemos é devastação do planeta e com governantes omissos e aproveitadores, meio ambiente sofre muito, ainda a negacionista, gente aposta no apocalíptico sistema da alienação religiosa e social.
Os produtos encolhem na prateleira, mas os tributos continuam em tamanho família...
Produto reduzido, imposto ampliado. #DireitoTributárioDoConsumidor
"Quem consegue errar o gol, sem goleiro, em um estádio lotado, faz a família e parentes nunca mais ter a mesma oportunidade."
🌟 Estrela 🌟 Guia
Estrela que guiou a família de Jesus!
Brilho intenso no espaço ,reluz!
No escuro da noite, ela acende!
Sem pedir pernoite,reacende!
As oito pontas são referentes ao infinito!
Aponta o norte da Terra como um grito!
Conduz Navegante o seu destino no mar.
Trazendo de volta ao lugar divino,o lar!
Brilho distante...
Parece tão perto.
Mas, é dentro da alma
Que está e nos acalma
Somos todos delas, habitantes
Pó das estrelas
Num mundo errante.
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