Reflexões
Mas saibam que a franqueza é a primeira virtude de um defunto.
Na vida, o olhar das opiniões, a diferença de interesses, a luta das cobiças, nos obrigam a esconder, disfarçar, enganar os outros e a si mesmo.
Viver dói — sempre doeu. Quem tenta escapar da dor termina por esquivar-se da própria vida: contorna riscos, suaviza experiências, recusa o impacto que forma e transforma. Ao poupar-se do que fere, priva-se também do que expande. A existência exige exposição; não há plenitude sem atravessamento. E, no fim, descobre-se que o maior sofrimento não foi a dor sentida, mas a vida que deixou de ser vivida.
Hoje eu sei...
Que nada nessa vida tem que fazer sentido, só tem de valer a pena!"
Haredita Angel
20.04.14
"A vida exige firmeza de caráter e delicadeza de espírito. É preciso ter a força das montanhas e a suavidade do vento que as toca."
TEMPERANÇA DA ALMA DIANTE DA DOR.
A vida, em sua tessitura inexorável, possui a capacidade de dilacerar as estruturas mais íntimas do ser. Ela não pede licença para ferir, nem consulta a disposição do espírito antes de impor suas provas. Há momentos em que o indivíduo se vê fragmentado, como se sua própria identidade houvesse sido dispersa pelos ventos da adversidade. Contudo, é precisamente nesse território de ruína interior que se revela o verdadeiro critério da grandeza moral.
Ser quebrado pela existência não constitui exceção, mas condição comum da experiência humana. O que distingue os espíritos elevados dos que ainda se debatem na ignorância moral é a forma como respondem à própria dor. A imaturidade, por sua vez, tende a transformar o sofrimento em justificativa, como se a dor pessoal conferisse licença tácita para a propagação do sofrimento alheio. Nesse estado, o indivíduo deixa de ser apenas vítima das circunstâncias e torna-se agente da mesma violência que o feriu.
A maturidade, entretanto, inaugura um outro horizonte ético. Ela nasce quando o ser compreende, com lucidez, que a dor é uma experiência, não uma autorização. O sofrimento pode explicar reações, mas jamais as legitima. Há uma distinção profunda entre compreender a origem de um impulso e consentir com sua manifestação. O espírito amadurecido aprende a conter-se, a refletir, a sublimar. Ele reconhece que cada gesto direcionado ao outro carrega consequências que ultrapassam o instante e repercutem na ordem moral do universo.
É nesse ponto que a consciência se eleva. O indivíduo passa a perceber que sua responsabilidade não é anulada por suas feridas. Pelo contrário, ela se intensifica. Quanto mais alguém conhece a dor, mais apto se torna para evitá-la nos outros. A experiência do sofrimento, quando bem assimilada, converte-se em instrumento de empatia e não em arma de agressão.
Assim, a verdadeira força não reside em resistir ao impacto da vida, mas em impedir que esse impacto se converta em destruição exterior. Há uma dignidade silenciosa naquele que, mesmo ferido, escolhe não ferir. Essa escolha não é passividade, mas domínio de si. Não é fraqueza, mas refinamento moral.
No âmago dessa compreensão repousa uma verdade austera e elevada. O ser humano não controla tudo o que lhe acontece, mas conserva plena responsabilidade sobre aquilo que transmite ao mundo. E é nessa responsabilidade, assumida com rigor e consciência, que se edifica a nobreza do espírito, transformando a dor em disciplina e a existência em um exercício contínuo de elevação interior.
Já dizia um antigo poeta; Que a vida é como andar de bicicleta se parar você caí, fui além desse poeta e entendi que a vida precisa de ar, sem ar os animais não respiram e as flores não balançam....
Homens e mulheres comuns, tendo a oportunidade de uma vida feliz, se tornarão mais gentis e menos persecutórios e inclinados a encarar os outros com suspeita.
Se somos ou não úteis para Deus depende exclusivamente se a vida de Deus teve ou não a oportunidade de crescer em nós.
frases cristãs 4
As cobranças da vida adulta evidentemente nunca descansam, são persistentes e inoportunas, colocam a fé à prova, mas deve ser ainda mais difícil para o adulto que não tem no seu interior, o espírito de criança vivo, cuja importância é bastante notável,
Existência indispensável que faz imaginar uma realidade onde o impossível é questionável com mais frequência e em pouco tempo, pode ser real em um universo seguro e renovador, sem a forte influência do mal, destruída por um poderoso esplendor.
Essa imaginação construída na infância certamente é um tipo de bênção do Senhor que contribui na essencialidade da resiliência, talvez, uma loucura sadia para preservar a sanidade, a consciência de que a vida adulta não precisa ser feita apenas de responsabilidades.
No começo de sua vida, Boccaccio brincava com o mundo. Mais tarde, tomou parte saliente nos negócios dele.
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