Reflexão William Shakespeare

Cerca de 743 reflexão William Shakespeare

Quando jura ser feita de verdades,
Em minha amada creio, e sei que mente,
E passo assim por moço inexperiente,
Não versado em mundanas falsidades

Suas idéias razoáveis são como dois grãos de trigo perdidos em dois alqueires de palha: gastais um dia inteiro para encontrá-los; mas, uma vez achados, não compensam o trabalho.

És para meus pensamentos como alimento para a vida, ou como as
chuvas brandas para o solo em época deseca.

A dor que não fala, geme no coração até que o parte.

Suplico aos senhores que, em suas cartas, falem de mim como sou. Que nada fique atenuado, mas que se esclareça também que em nada houve dolo. Os senhores devem mencionar este que amou demais, com sabedoria de menos; este que não deixava-se levar por sentimentos de ciúme, mas que por artimanhas alheias, chegou aos extremos de uma mente desnorteada; este cuja mão, como faz o índio mais abjeto, jogou fora uma pérola mais preciosa que toda sua tribo, este que, de olhos baixos, apesar de não ser de seu feitio mostrar-se comovido, agora derrama lágrimas de maneira pródiga, como as árvores das Arábias derramam sua goma medicinal... Ponham isso no papel.

(Otelo)

Quando um pai dá a seu filho, ambos riem:
Quando um filho dá ao p​a​i, ambos choram...

"Ouvir com os olhos faz parte das sutilezas do amor."

Tu te lanças ao céu para agarrar uma ideia, e depois a trazes para a terra e a transformas em ação.

Dê a todos os seus ouvidos, mas a poucos a sua voz.

Ninguém perde nada de reputação a não ser que se considere como perdedor. (Otelo)

O mal que os homens fazem sobrevive a eles; o bem
geralmente é sepultado com seus ossos.

Considera a opinião de todos, mas teu é o julgamento.

William Shakespeare
SHAKESPEARE, W. Hamlet. São Paulo: Universo dos Livros, 2007.

"O que é um homem, se o seu bem mais caro, aquilo para cuja compra vende o tempo, é dormir e comer?"

(Hamlet, ato 4º, cena 1)

a beleza exterior se engrandecequando serve dde invólucro à beleza exterior

Tentei passar sabedoria ao povo, por meios medíocres.

SONETO MCCXXIV

A que devo contemplar este templo
Se o mal não destrói a primavera
Se pode julgar este exemplo
Então meu ódio por mal se venera
Em tão triste verão
Que não será contado a derrota
Belo é viver em vão
Pelo bem do amor que amarrota
Entro no campo de batalha
Vejo aquela cena
A regra é sair glorioso
Ou perder e cumprir tua pena
Se tu nota até o barulho do vento
Sabe que das palavras esqueci o acento

Os sonhos que hão de vir no sono da morte

Não tenham medo da grandeza. Alguns nascem grandes, alguns conseguem a grandeza , e outros têm a grandeza imposta a eles.

Que é um casamento à força se não um inferno, uma vida de discórdias e contínuas brigas? Enquanto que o contrário é uma benção e um modelo de paz celestial.

(Henrique IV)

Chegará o dia em que as torres coroadas de nuvens, os palácios resplandecentes, e mesmo o globo imenso e tudo o quanto lhe pertence, vão desaparecer sem deixar rastro, como se dissolveu esse espetáculo.
Somos dessa matéria de que os sonhos são feitos, e a nossa vida é breve é circundada pelo sono.