Reflexão sobre a Vida e o Amor
O amor também pode ser o pedreiro da vida.
Ele constrói barreiras para proteger ou barreiras para afastar — e, assim, transforma vidas.
Para muitos, essa frase pode soar como um clichê.
Mas feche os olhos e sinta o ar entrando em seus pulmões. Ouça a respiração do ser amado em você. A transformação no ar é evidente.
Amo o som das letras dessa frase: elas dançam, espalhando cores que não consigo reconhecer, imagens e sons que me fascinam. O amor transforma rostos feridos em sorrisos brilhantes e os conduz a um simples, porém poderoso:
“Por que não?”
Quando a vida contrai e sufoca, a fé em Seu amor dilata o peito e me impele, irresistivelmente, a continuar.
A sua vida é um testemunho: o amor que você pratica é a única evidência que será considerada no final.
Quem perde um grande amor não encontra flor nesta caminhada, pois o luto transforma o jardim da vida em um deserto gelado.
A Bíblia é o único livro de amor em que o protagonista escolhe dar a própria vida pelo vilão da história.
Quem nesta vida não tem ou teve um segredo guardado no fundo do peito?
Segredo de um amor ou de uma grande paixão...
Segredo da alma, segredo do coração...
Segredo de uma paixão que corrói, que causa ansiedade, nos faz perder o chão e acelera o coração...
Segredo!
Como toda mulher, tenho meus medos, segredos e desejos... E vou dizer: meu segredo é você!
Quando a gente deixa de amar e começa a compreender
Existem momentos na vida em que o amor não acaba — ele se transforma.
E não é porque o outro mudou, se afastou, traiu, perdeu a cor.
É porque, pela primeira vez, a gente abre os olhos de dentro.
Percebe que o que chamava de amor era, na verdade, medo de ficar só.
Que o que chamava de saudade era apego ao que feriu.
Que o que chamava de intensidade era carência fantasiada de destino.
E aí, algo muda.
Já não é mais sobre conquistar, nem sobre provar.
Não é mais sobre ser vista, nem escolhida.
Não é mais sobre ter razão, nem vencer discussão.
É sobre reconhecer os ciclos internos que o corpo já vinha avisando.
É sobre honrar a alma que já estava cansada de ser rebaixada em troca de migalhas.
É sobre olhar no espelho e saber:
“Eu não preciso ser amada pra saber quem sou. Eu preciso ser inteira pra reconhecer o que é amor.”
E então a gente percebe:
Aquele “eu te amo” que mexia com a gente
mexia muito mais com o ego
do que com a essência.
E que a saudade dele ou dela
não era de quem a pessoa era,
mas de quem a gente queria acreditar que ela poderia ser.
E aí vem a virada.
Quando a gente deixa de amar como dependência.
E passa a compreender como consciência.
Quando o desejo deixa de ser “volta pra mim”
e se torna “se encontre, por favor”.
Porque o verdadeiro amor — o amor final —
não é aquele que força reencontros,
mas o que deseja cura.
Mesmo que seja longe daqui.
E quando isso acontece, não dói mais.
Não arde mais.
Não prende mais.
Só devolve paz.
Porque o amor que fica,
depois que o apego vai embora,
não é sobre posse —
é sobre presença.
“Com amor fati, celebro cada instante da minha vida, abraçando meu destino com gratidão, pois cada experiência, feliz ou triste, é uma parte essencial da minha jornada.”
Que seja um amor para toda a vida: calmo nos dias comuns, forte nas tempestades e fiel nas escolhas. Um amor que envelheça junto, de mãos dadas, com respeito, carinho e gratidão.
Nessa vida vamos embora
Mas o amor não morre
Vc faz parte do meu amor
Um dia continuaremos o amor na eternidade!!
Um dia de sol
Um dia de chuva
O nosso amor ao sol
E debaixo da chuva
Aprendi com Nietzsche, em
"Ecce Homo", o Amor Fati,
amor à vida, o que passa
em seu decorrer e aceitação.
Viva de amor, e a vida te trará menos dor, pois é através da dor que reconhece o valor do amor; nisso, a dor deixará de ser dor e passará a ser amor.
Que prosperidade, saúde, amor e fé sejam constantes em sua vida. Que Deus te envolva com Sua graça, te fortaleça nas lutas e te surpreenda com bênçãos além do que você imagina.
"Quando o amor à vida tremula e o casulo familiar aparentar ser insuficiente para a socialização; é sinal que a mente está vulnerável, a alma tornou- se incrédula, o espírito está a caminho das trevas". - E o corpo?
- O corpo; ... padece.
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