Reflexão para uma Amiga
Às vezes, palavras ditas de maneira leviana podem nos ferir profundamente, e, mesmo que venham da boca para fora, a dor que deixam no coração é difícil de curar.
As pessoas se fecham para a verdade quando dizem: Não discuto religião! E ainda colocam o assunto no mesmo nível de futebol e política.
DISCUSSÃO: É uma falta de postura que acaba numa troca de ignorâncias.
ARGUMENTAÇÃO: É uma troca de conhecimento em um diálogo honesto, com respeito e dando atenção um ao outro em pro da verdade, se o assunto é religião, a verdade não deve ser de a de A ou B, mas a verdade de Cristo.
"Estamos em um jornada que entre tantos mistérios, possui uma única certeza: sua finitude. Inobstante isso, este fato inexorável medido pela objetividade do tempo, também pode ser superado. Não pelos bens materiais que acumularmos, todos eles estéreis e perecíveis, mas pela história construída ao longo dessa caminhada e o que de bom plantarmos no coração das pessoas com quem nos dispusermos a conhecer, os amores que tivermos, os amigos que fizermos, as pessoas que ajudarmos. É na memória desses sujeitos humanos, todos eles fecundos e hereditários, que transcenderemos nossa própria finitude, vencendo o único evento inelutável do destino, não por nossa carne, mas por nosso legado."
"Há um dia perfeito em que realizamos todos os nossos planos e sonhos sem maiores esforços ou quaisquer dissabores, e nele podemos descansar de angústias e ansiedades, me refiro ao delicioso Amanhã..., o qual, inobstante sua magia, só existe no etéreo da nossa imaginação, portanto antes de se escravizar do porvir, trate de construir com segurança os seus passos no hoje."
O Princípio do Desconhecido
Descontraído na presença dos afeiçoados, finalmente é chegado o princípio do tramitar o desconhecido. Inerte por um breve momento, afere-se a força resultante da convivência num círculo social íntimo.
Cotejar medidas e pesos com variáveis tão complexas e misteriosas traz uma certa inquietação.
O que esperar?
Talvez seja melhor optar pelo nada.
O anseio cego é competente no estilhaçar de novas perspectivas, tão necessárias a reforma interna, e, para as possibilidades transmudarem-se em esperança, o compasso da dança presente precisa cessar. Interromper a melodia na qual a roda-viva permaneceu por muitos anos implica o medo da incerteza. A angústia que nasce do incerto é um sentimento comum a todos, todavia, encará-la se faz imprescindível para eludir o paralisar da transformação. O receio em ultrapassar os limites da zona de conforto deve ser comutado na coragem de acolher o novo. O novo é imprevisível e caminhar ao desconhecido significa enfrentar sentimentos e emoções impossíveis de correlacionar de início. Arrependimentos podem ser integrados ao ente futuro quando o elemental furta-se constantemente da trilha do insólito. O arrepender-se é eterno, não há como resgater oportunidades que no passado foram apresentadas e descartadas a predileção pelo fixo.
Sentir o desacelerar da dança corrente até finalmente parar a canção é, para muitos, assustador e aflitivo. O silêncio ensurdecedor proporcionado pela descontinuação do ritmo vigente sobrevém sons aparentemente caóticos e desconexos os quais ditam o expandir de um novo recomeço.
Será que a partir do caos compõe-se uma melodiosa nova música?
É sabido que, em longo prazo, do caos faz-se uma nova ordem, harmônica e bela.
A partir deste momento, o dançar da vida entra em inédita estação. O prazo para uma nova criação é indefinido e imensurável, apenas as escolhas individuais conseguem ditar o fim da estrada metamórfica de um novo ser.
"Ao reconhecer que o maior valor é o amor, devemos compartilhar o conhecimento e exercer o poder com responsabilidade, construindo uma sociedade justa e equitativa."
Nada é em vão; a menos que seja uma abertura para designar a distância entre dois apoios consecutivos de uma estrutura.
O resto é intervalo e dúvida dos que não vão, ou não querem entender.
O cérebro que funciona apenas para
mantê-lo longe dos perigos da vida ou para recompensas básicas, se torna cardápio preferido para alimentar o sistema que o escraviza.
Seguindo a ideia da minha própria ideia que o raciocínio lógico da minha própria cabeça está em ótima sintonia com as minhas vibrações, o sentimento de serenidade e equilíbrio cósmico entra em um estado de percepções quântica.
Viver sem enfrentar momentos difíceis e desafiadores é quase impossível, porém deixando de lado o vitimismo, teremos melhores condições para enfrentar a diversidade momentânea. Lembre-se você é o condutor, o resto é passageiro!
Sem a necessidade de amplo conhecimento sobre comportamento, mas com as experiências do dia a dia, nos tornamos especialistas em direitos fundamentais, bastando para tanto, encontrar alguém que nunca foi desrespeitado, fácil não?
A educaçãotem o poder detransformar a prospecção no projeto de elevação ao conhecimento. Por tanto, jamais deveria sustentar uma bandeira ideológica criada pelo vitimismo, com a dupla finalidade de aborrecer uns e emburrecer outros.
Saber definir palavras, tais como: medo e prudência, faz toda diferença na hora do autoanálise, enquanto uma desencadeia a autossabotagem e afeta o inconsciente, a outra é essencial para que o indivíduo evite cometer loucuras e se prejudique.
O processo natural de viver mostra sem rodeios o sentido da vida, ações que buscam apenas desejos e prazeres iniciam um processo de mortificação e consequências amargas.
Buscar o autoconhecimento é autorizar a capacidade de trazer-lhe todas as informações contidas no inconsciente para uma atualização. A meditação talvez seja a melhor ferramenta à ser utilizada.
É praticamente impossível avaliar o que é positivo ou negativo, sem entrar em um campo minado pelas crenças, assim se torna inevitável a perda de foco e energia.
Os pensamentos e emoções alimentam o ego, que por sua vez; impulsiona os sentidos moldando as próprias convicções, impedindo que conteúdos inconscientes passem para o campo da consciência. Assim, passado, presente e futuro é apenas uma ilusão teimosamente persistente.
