Reflexão de Passado
O passado revela o que fui; o presente, o que me tornei; e o futuro, aquilo que minhas escolhas projetam que serei. Os erros de ontem, quando compreendidos hoje, tornam-se parte dos acertos de amanhã.”
“O passado não morreu. Ele apenas mudou de lugar: agora mora dentro de nós.”
— Juliana Hoffmann Liska
O passado não se lamenta, se usa. Nada mais posso fazer para mudar o que foi, mas se não posso agir pelo meu 'eu' de ontem, posso criar pelo meu 'eu' de amanhã. Sou, inevitavelmente, o passado de alguém que está por vir. Que o meu 'eu' do futuro olhe para o dia de hoje e encontre em mim o conteúdo para a sua felicidade."
DIANTE DO SOFRIMENTO, A PSICOLOGIA BUSCA A PAZ COM O PASSADO, A FILOSOFIA ACEITA O PESO DO PRESENTE E A FÉ OFERECE A ESPERANÇA NO ETERNO.
O passado pode Bater a sua porta te lembrando do que escolheu no passado. E geralmente é bem desagradável.
Somos materiais de grandes complexidades, porquanto somos fruto de nosso passado, das incertezas do porvir, das inclinações de nossa natureza e dos muitos traços que compõem nossa personalidade. Não há, pois, quem possa, de modo ligeiro, trazer à luz aquilo que verdadeiramente somos?
Eu falo bastante do passado,
Penso muito no futuro
E não me entrego ao presente
O passado tem vivências marcantes,
Sobre o futuro, uso a minha imaginação,
O presente é desbravador e chega a ser um pouco assustador
Gosto de gente
Gosto de gente
que não vive se olhando
no espelho do passado...
que ri do passo dado errado...
que não sofre com o leite derramado...
Gosto de gente que tenta novamente,
e novamente,
e novamente...
Gosto de gente que sabe que o sentido da vida...
... é pra frente ;)
Quem não muda, desconfia de quem mudou.
pessoas usam o passado dos outros como lente rápida porque dá menos trabalho do que reconhecer a mudança real... Quem te conheceu antes tende a congelar sua imagem, mas isso não te define em nada, segue em frente. Quem não quer enxergar quem você é agora, não merece ter essa sua versão, não faz parte da sua caminhada!
Quando um veterano descobre que já tem mais passado do que futuro, deve sorrir: venceu o tempo e foi privilegiado pela vida. Agora, resta-lhe transformar cada novo dia em conquista, para que o futuro se converta em páginas dignas de enriquecer o seu passado.
Do nada, chega uma mensagem e aí constata que foi desarquivado por um passado em que foi muito amado, porém com melancólico final. Duas hipóteses: curiosidade mórbida para saber se ainda está vivo; ou, apesar dos muitos anos passados, sugere que ficou algo de si. À luz do romantismo, a primeira hipótese.
Anaïs Nin, nascida no início do século passado, afirmou com a lucidez de quem desafiou sua época: “É errado a mulher aguardar que lhe construam o mundo almejado; compete-lhe criá-lo por conta própria”.
Dia após dia, num presente bobão ou autista, cujo passado esconde a saudade, sendo a realidade uma metáfora da vida, padecendo de uma perene mitomania, dentro de um sufocante avatar, que tudo dissimula num palco de alegria.
