Reencontrar
O lugar em mim
Preciso viajar,
não para conhecer um lugar novo,
mas para reencontrar
o lugar que, em mim, outrora se perdeu.
Um lugar onde eu possa
reencontrar sonhos de infância,
momentos simples
cheios de significado.
Um lugar onde, no mesmo dia,
eu poderia ser Superman ou Batman,
ou apenas uma criança da Terra do Nunca,
onde tudo era pura diversão.
Preciso reencontrar esse lugar
e voltar a acreditar que a vida
é como uma festa de aniversário,
o Dia das Crianças
ou o encanto de se apaixonar
pela professora Helena, da novela Carrossel.
Uma vida feita
de sentimentos simples
e de uma infância feliz.
O que buscamos reencontrar nunca se perdeu...está em Jesus, esperando, com paciência e amor, o momento em que o coração volte a cantar em Sua direção.
Ao meu antepassado, o júbilo do reencontro
Nos afastamos, apenas para nos reencontrar.
Que saudades tão cheias de vida!
O mesmo calor, o mesmo afeto,
a mesma ternura, a mesma proteção.
O mesmo tempero, a mesma alegria,
o mesmo pulsar, o mesmo povo,
o mesmo sopro que atravessa gerações.
Do Nordeste para o mundo,
um coração que nunca se esquece,
um laço que nunca se desfaz. ♥️🧬
Há dores que não pedem licença —
chegam, viram tudo do avesso, e nos obrigam a reencontrar partes que estavam esquecidas.
Dores que esvaziam para depois preencher com mais verdade.
Que quebram… mas, no caco, revelam uma nova força.
Tem dor que não é castigo —
é recomeço disfarçado.
É o modo da vida nos lembrar do que importa,
nos afastar do que pesa,
nos conduzir pra dentro,
onde mora o que ninguém pode tirar.
Algumas dores não nos destroem.
Nos transformam.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
“A medicina salva vidas, mas a espiritualidade pode ajudar a pessoa a reencontrar sentido enquanto atravessa a própria dor.”
Do livro Espiritualidade e Medicina — O Papel da Fé na Saúde Emocional, Intelectual e Física, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Permita-me lhe devolver o por do sol para você.
Quero de ajudar a reencontrar a màgia da noite.
Não foi eu que lhe roubei, mas quero dar-lhe de volta o brilho das estrelas.
Quem foi o assassino eu não sei, mas sinto que posso ressuscitar os seus sonhos outra vez.
Com carinho vou reconstruir a esperança que em ti se quebrou, com alvoraz vou procurar a felicidade que escapou de você.
Amorosamente irei lhe proteger do medo de sofre uma outra decepção.
Compreenderei paciêntimente os seus momentos de duvidas, sendo atencioso ao seu falar e ouvirei cada palavra que dizer.
Dou-lhe tudo isso por escrito, registrado e assinalado no cartório, se tão somente prometer não me machucar, mas do que já estou.
Cuidar-se
Cuidar-se é voltar ao casulo para reencontrar a própria essência, renovar as energias e buscar o alimento que fortalece a alma. É resgatar a paixão pelo ensinar, que muitas vezes, se perde em meio à rotina, às demandas e aos desafios da profissão docente.
A lagarta representa o tempo da dasaceleração. É permitir-se caminhar em passos mais lentos, respeitando o tempo necessário para olhar para dentro de si , acolher as emoções e reconhecer as próprias necessidades .
Nesse movimento de recolhimento e transformação, nasce a força para recomeçar.
E, então surge a borboleta: símbolo da leveza da alma , da mente, das atitudes e das práticas pedagógicas . Um educador que se cuida ensina com mais sensibilidade, inspira com mais autenticidade e transforma com mais amor .
E chega o momento do voo. Voar é acreditar que sempre é possível ir além , superar limites, reiventar-se e alcançar novos horizontes . Afinal, quem cultiva o autocuidado descobre que pode , sim , ir além do sol. Transforme, transforme-se e alce voos cada vez mais altos.
.
Às vezes, é preciso desacelerar, recalcular a rota e voltar para si: se reencontrar com você mesmo na sua melhor versão — com calma, coragem e verdade.
Leriano perêirah
Viajar graças a Deus entre outras coisas traz a oportunidade de encontrar e de reencontrar algumas pessoas maravilhosas que farão uma notória diferença nos diversos momentos, risadas altas, conversas agradáveis, daquelas que fazem ignorar que o tempo está passando, até as dificuldades perdem uma boa parte da sua força, lugares ganham mais sabor, às vezes se descobre uma familiaridade mesmo com pouca convivência, valiosas lições, ganhos de maturidade, inspirações de resiliências, bastante possibilidades, provavelmente, não será mantido o contato com todos, mas, certamente, cada um sempre contribui de alguma forma com a sua singularidade, felizmente, o vínculo com alguns permanecerá, são os que mais deixam saudades, amizades queridas e inusitadas que não se limitam às viagens.
Estou em silêncio...., então não se assuste nem se apavore quando me reencontrar. Muitos vão dizer que foi sorte, mas eu saberei que foi Deus
Reencontrar-se
é despir-se do que nunca foi essência
e permanecer...
nu de ilusões,
inteiro de verdade.
E quando isso acontece,
não há euforia.
Há paz.
Te amo além dessa vida
E, se por acaso, tiver outra
que a gente possa se reencontrar
e sermos felizes outra vez.
Tem dias que a gente precisa esperar nossa alma reencontrar o corpo.
Há dias em que seguimos funcionando por inércia, enquanto algo essencial em nós ficou para trás.
O corpo cumpre agendas, responde a estímulos, atravessa compromissos; a alma, porém, ainda caminha devagar, tentando compreender o peso do que sentiu, do que perdeu ou do que ainda não conseguiu dizer.
Nesses dias, é preciso muita paciência.
Não como quem desiste, mas como quem respeita o próprio tic-tac interno.
Esperar a alma encontrar o corpo é aceitar que nem toda ausência é fraqueza e que nem todo silêncio é vazio — às vezes é só recomposição.
Quando enfim se reencontram, não há alarde.
O passo volta a fazer sentido, o olhar se assenta no presente, e o respirar deixa de ser apenas um reflexo.
Até lá, caminhar mais lento também é uma forma de cuidado.
Porque viver não é apenas estar de pé; é estar inteiro.
Há dias em que o corpo deita e a alma dorme de joelhos.
Em vão tento me reencontrar antes do grande amor da minha vida;
só tem depois.
Há um homem que fui e que já não sei onde encontrá-lo.
Um sujeito que habitava o mundo sem desconfiar que, um dia, outro ser humano lhe alteraria a geografia da alma, deslocando suas certezas, reinventando seus abismos e dando novos nomes às coisas que, até então, julgava conhecer.
Procuro-o nas fotografias antigas, nos lugares onde meus passos ainda não tinham pressa, nas canções que eu ouvia sem imaginar que, um dia, algumas melodias poderiam me devolver a um tempo em que eu ainda não conhecia a saudade de alguém.
Mas tudo me escapa…
É como procurar o rio antes de ele descobrir o mar, como tentar encontrar a semente depois que a árvore já aprendeu a conversar com os ventos.
O amor, quando é grande, não apenas nos acontece: ele nos modifica.
E talvez seja essa a sua mais profunda crueldade — ou a sua mais extraordinária beleza.
Porque, depois dele, já não somos inteiramente donos daquilo que éramos.
Há em nós uma nova linguagem, uma sensibilidade que desconhecíamos, uma espécie de eternidade que passou a caber nas coisas breves.
Antes, eu julgava conhecer a solidão.
Hoje, sei que existe uma solidão anterior ao encontro e outra, inteiramente distinta, que nasce quando alguém nos ensina a dimensão da presença.
A primeira é um quarto vazio; a segunda é uma casa inteira que ainda guarda o cheiro de quem partiu, ou a memória de quem permanece, mas já não cabe nos mesmos gestos de outrora.
E o mais intrigante é que não sei se desejo, de fato, reencontrar aquele homem que fui.
Talvez eu sinta falta apenas da sua ignorância.
Da maneira como caminhava, sem saber que certas pessoas chegam para nos transformar em perguntas.
Da inocência com que acreditava que o coração era uma morada estável, quando, na verdade, era apenas uma casa à espera de alguém que lhe mudasse as paredes de lugar.
Quem ama profundamente perde, em alguma medida, a possibilidade de voltar a ser quem era.
Não porque o amor nos roube a identidade, mas porque nos revela dimensões de nós mesmos que, uma vez descobertas, já não podem ser desabitadas.
É como conhecer o oceano e tentar, depois, convencer-se de que uma poça d'água basta para explicar o mundo.
Talvez seja por isso que o passado me pareça cada vez mais distante, embora continue tão perto.
Não porque os anos tenham crescido entre mim e aquele que fui, mas porque a experiência abriu um abismo na memória.
O homem de ontem e o de hoje compartilham o mesmo nome, o mesmo corpo, talvez os mesmos olhos; contudo, entre um e outro, existe um acontecimento que não pode ser desfeito: eu amei.
E amar, quando o amor alcança as alturas, é permitir que a existência nos reescreva por dentro com uma tinta que não aceita borracha.
Às vezes, penso que amadurecer é justamente aprender a conviver com essa impossibilidade de retorno.
É compreender que certas portas não se fecham atrás de nós: elas desaparecem.
E, quando olhamos para trás, já não encontramos a entrada, mas apenas a paisagem transformada pela distância.
O que fazer, então, com essa nostalgia de alguém que ainda somos, mas que já não conseguimos ser?
Talvez seja necessário parar de procurar.
Parar de exigir que a vida nos devolva intactos aquilo que ela própria precisou transformar para nos fazer crescer.
Há uma vaidade escondida no desejo de permanecer o mesmo, como se a nossa versão anterior fosse mais legítima do que aquela que sobreviveu aos encontros, às perdas, às descobertas e às contradições.
Não era melhor, necessariamente, o homem que fui antes daquele amor.
Era apenas um homem que ainda não sabia quase nada da vida.
E há coisas que somente a experiência ensina, embora o preço dessa aprendizagem seja nunca mais podermos olhar para o mundo com os mesmos olhos.
Hoje, compreendo que a vida não é uma estrada que nos permite voltar ao ponto de partida para corrigir o percurso.
É uma travessia em que cada encontro altera a paisagem e cada despedida modifica o significado da chegada.
Por isso, já nem procuro recuperar quem fui.
Procuro compreender quem me tornei.
Talvez o verdadeiro reencontro não consista em regressar ao passado, mas em reconciliar-me com todas as versões de mim que precisaram desaparecer para que eu chegasse até aqui.
O menino que eu era merece ternura, não resgate.
O homem que sou merece compreensão, não condenação.
E aquele que ainda serei merece a liberdade de não precisar justificar-se eternamente pelas marcas que carrega.
Porque o amor não deveria ser medido apenas pelo tempo em que alguém permanece ao nosso lado, mas também pela profundidade com que transforma a nossa maneira de existir.
Há amores que se tornam presença; outros, memória.
Alguns nos oferecem um lar; outros nos ensinam que até aquilo que chamávamos de lar pode mudar de forma.
Mas todos os grandes amores, de alguma maneira, nos obrigam a rever a pessoa que acreditávamos ser.
E talvez a tragédia não esteja em não podermos voltar a ser quem éramos, mas em passarmos tanto tempo tentando regressar que nos esquecemos de viver quem somos agora.
Em vão tento me reencontrar antes do grande amor da minha vida; só tem depois.
E, se só tem depois, que eu aprenda a habitá-lo.
Que eu não transforme a saudade numa prisão, nem a memória num tribunal onde condeno o presente por não se parecer com o passado.
Que eu compreenda, enfim, que não preciso recuperar o homem que fui para honrar a história que vivi.
Porque há um tempo em que a vida nos pertence como possibilidade, e outro em que ela nos pertence como consciência.
Antes, eu tinha a inocência de quem ainda não conhecia a profundidade de certas águas.
Depois, tenho a lucidez de quem já mergulhou e sabe que nunca mais será possível confundir a superfície com o fundo.
E, no silêncio de tudo aquilo que mudou, começo a suspeitar que talvez não tenha perdido a mim mesmo.
Talvez eu apenas tenha deixado de caber na definição que, um dia, fiz de quem era.
Afinal, existem amores que não nos afastam de nós mesmos; afastam-nos apenas da ilusão de que já nos conhecíamos por inteiro.
E, se antes de você eu era uma história ainda por acontecer, depois de você me tornei também a consciência de tudo aquilo que uma história pode fazer com um homem.
Não posso voltar...
Não porque o passado esteja longe demais, mas porque já não sou aquele que poderia habitá-lo.
Resta-me seguir, levando comigo o que fui, acolhendo o que sou e aceitando que o futuro não me deve a devolução de nenhuma versão já esquecida.
Porque a vida, em sua sabedoria silenciosa, não nos concede o privilégio de sermos os mesmos depois de conhecermos o extraordinário.
Concede-nos algo talvez mais difícil: a oportunidade de continuar existindo depois de termos sido profundamente transformados.
E talvez seja esse o verdadeiro sentido de amar: descobrir que não há retorno à pessoa anterior, mas ainda há um mundo inteiro a ser vivido pela pessoa que nasceu depois.
Comunicação visual (Internet)
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Tudo ele O computador Tudo ela A INTERNET
Rever a família encontrar uma família
Descobrir coisas que você não sabia
Ver coisas como você nunca viu
Ser feliz como você nunca foi
Pensando bem
O que adianta?
Não ver olho a olho Corpo a Corpo
Sim ser Feliz na realidade Não na virtualidade
Essa é a Graça da vida ,mas Pensando bem
Do que adianta não ter internet?
Afinal de contas sair um pouco da realidade é bom.
