Recados de Amor
Tentei viver na verdade do Teu amor,
um amor que não se mede em troféus,
que não se curva diante do tempo,
que permanece como chama acesa mesmo na noite mais fria.
É um amor que não exige mérito,
pois já nasce puro, inteiro,
um rio que corre sem pedir licença,
um céu que se abre sem esperar aplausos.
É um amor que não se cansa de esperar,
que me encontra nas esquinas da minha fuga,
que me chama pelo nome quando me escondo,
que me envolve mesmo quando não ouso acreditar.
E ainda assim, descubro:
não foi o que procurei,
foi o que sempre esteve em mim,
silencioso, profundo, eterno.
Este amor não é conquista,
nem revelação nesceu comigo.
Não é promessa distante,
é presença viva.
É a verdade que me sustenta,
o sopro que me recria,
a raiz que me mantém de pé.
E ao reconhecer que já habitava em mim,
sinto que não há distância entre o que busco
e o que sou.
Sou parte desse amor,
sou testemunha da sua eternidade,
sou morada daquilo que nunca se perde.
"Quando te vejo, mil versos dançam em meu coração, mas o olhar silencioso entrega o amor bobo que guardo em segredo, mais profundo que palavras."
Não é sobre ser melhor que alguém,
é sobre ser mais verdadeiro consigo.
O amor divino não se exibe,
se manifesta em gestos, escolhas e presença.
Quando a consciência amadurece,
o que era velho se transforma,
e o novo nasce sem alarde —
por dentro.
Bom dia!
Seja luz na vida de alguém, o seu "bom dia" com o coração cheio de amor pode mudar o dia de alguém;
Embalada em amor
Sou um pobre sofredor
No âmago de mais sede de amor
Sou anjo, sou sonhador !
A vida me ensinou
A não questionar a dor
A dor vem como aprendizado
Uma lição!
Em um futuro incerto
Repleto de indagação!
De tudo que me restou
Restou-me vestes de dignidade
Do passado já não tenho saudade
Se algum crime eu cometi
Foi amar demais !
Meus antecedentes criminais
Irão relevar
Que são anos de pena
Por te amar
Hoje carrego no peito as cicatrizes que restaram
Apenas um coração estraçalhado
Nenhum sinal de infarto!
Dayane Cunha 01 de janeiro 23:32
O amor vale a pena
O amor pode sim durar para sempre
É um encontro no bosque
É um encontro numa grande embarcação
É um abraço sob a luz do luar
Pelo amor vale a pena lutar
Pelo amor vale a pena!
Quando o amor nos toca isso não tem limites!
O amor é aquela folha branca que você escreveu uma meia dúzia de versos
O amor é a escolha mais bela que qualquer instrumento de cordas já tocou.
Amor combina com cor, sabor e sorrisos, carinhos, afagos e beijos... É um sentimento que precisa ser regado, cuidado e cultivado para florescer. E floresce, é só querer.
Irracionais no nome, os animais podem nos dar exemplo de amor incondicional, lealdade, organização, e principalmente não destroem o Planeta.
Eu não sabia que isso existia até você nascer...
Esse amor tão imenso que faz todo o resto diminuir diante do que sinto por você.
Dia desses uma amiga mencionou que queria “a sorte de um amor tranquilo”... passaram uma infinidade de coisas pelo meu imaginário...
Do modo como vejo, o “amor tranquilo” é tão raro que na exceção, se torna inalcançável. De excluído, vive somente nos sonhos, no querer, sem a possibilidade de ter. O “amor tranquilo” é miragem no campo dos sentimentos. É o pote de ouro no fim do arco-íris. Se torna assim o trevo de quatro folhas no jardim dos enamorados, no éden daqueles que perseguem o ideal. O amor tranquilo é perfeito como tudo que carrega. Que fique claro, “tranquilo” não é despojado de emoção. “tranquilo” se entende que é o amor sem terremoto destruidor... Sem avalanches carregadas de frio adoecendo o coração. Imperfeitos somos nós que por absoluta incompetência não temos a sorte de obtê-lo como regra, ao invés de exceção.
Não é pelo amor que sinto, nem pela admiração que tenho por você, mulher da minha vida, que deve pensar que sou um tolo fraco ou ingênuo.
Meu coração é intenso, mas minha mente é firme.
Eu te dei liberdade para ir e vir, porque respeito sua escolha.
Eu te dei ferramentas para caminhar, mas também o alerta: cuidado para não se perder em seus próprios passos.
Amar não é ser tolo. Amar é ter coragem.
E coragem é saber dizer: eu estou aqui, mas não sou refém. Lembrando que, o chinelo é para ir e vim. A corda é a tua escolha não vá se enforcar
Meu amor não me cega,
meu respeito não me diminui.
Nem tudo é uma saga
que não possa ser melhor.
É na calma dos teus olhos
que encontro o infinito,
na ternura dos teus gestos
que descubro o sentido.
O amor que nos guia
não é prisão, é liberdade,
não é sombra, é claridade,
não é peso, é poesia.
E se o mundo nos desafia,
seguiremos de mãos dadas,
pois cada passo ao teu lado
transforma a vida em jornada.
Não falemos aqui do amor Eros, a paixão
Vamos mais a fundo, buscar mais riqueza
O amor Eros é incêndio que cessa
O amor verdadeiro é firme convicção.
Vejo ser certeiro descrever o amor
Apontando quem mais amou
O Cristo, que deixou sua glória e esplendor
E humilhou-se, sofrendo escárnios e dor
Fizemos tantos planos. Acreditamos em tantas coisas. Trocamos tantas juras de amor. Éramos um. De repente nos tornamos dois. Cada um no seu caminho, vivendo suas próprias experiências e vendo o mundo a partir de um único olhar. Os beijos roubados, devolvidos, que selavam sonhos e esperança parecem existir apenas no mundo das ideias. Bocas que se tornavam uma. Uma língua, linguagem e códigos indecifráveis aos demais. Os olhares, na verdade o olhar. Eram dois olhos que se convergiam em um. Uma visão, que passava a sensação de ser uma só percepção. Dois corpos adultos, que no encontro fundiam-se. Tudo tão maduro, com o gosto da inocência das infâncias. O calor que aquecia os corpos e, como um fenômeno físico da física, misturava pensamentos, desejos e consciências. Tudo sob a ciência de que eram um. Parece que nada mais permanecerá no estado em que estava. Seria tudo isso sinônimo de amar? Tudo acabou? Tudo se foi? Acredito que não. A história que estava escrita, quem sabe, continua escrita. Como toda escrita, há pontos de diferentes natureza, seja uma vírgula, um ponto de exclamação, interrogação, mas ponto final, de repente, jamais. A história continua sendo escrita. Talvez por alguns capítulos os protagonistas não se encontram, mas nos últimos, por conta da saudade e do sentimento que nunca se foi, se reencontrem. É, a vida é assim. O passado marca o presente, que por meio de um cheiro, lembrança ou qualquer coisa que traz à tona tudo de novo o "velho", faz do futuro um presente delicioso com gosto de passado, reescrevendo a história com novas compreensões e sensações, fatos que culminam no reencontro dos protagonistas. Ah, não há heróis ou perfeitos, apenas pessoas, cheias de idiossincrasias, que decidem dar um ponto final. Ponto final? Sim, para que uma nova história seja escrita. Tudo novo com velhos conhecidos. É coisa do amor. Louco mesmo. É a loucura da vida que no silêncio da noite os faz imaginar, sonhar acordados e, por isso, amar. Há quem diga que seja eterno enquanto dure, mas pode ser que dure para sempre.
