Recados de Amor

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O estímulo para o amor é amar.

quando As Pessoas For fiel no Amor elas entenderam a Razão de Amar ⁠

A verdade do amor

Um dia pensei que poderia amar a todos.
Mesmo os que erram,
os que machucam,
os que me fizeram chorar.

Não por obrigação,
mas porque não sei guardar rancor.

Hoje não sinto raiva.
Sinto medo.

Algumas pessoas assustam
não pelo que fizeram,
mas pelo que ainda são capazes de fazer.

Minha capacidade de amar é imensa,
mas o instinto de sobreviver fala mais alto.

Amar à distância
é a forma que encontrei
de me proteger
sem perder quem eu sou.

E seguir inteira,
sem me dissolver
no ódio
nem na hipocrisia do mundo.

A ciência e o Amor


Amar não tem a ver com reciprocidade.
Na verdade, é raro encontrar um amor de verdade, incondicional. A pessoa já nasce apaixonada — ama sem saber, sem conhecer. Ama nesta vida e em outra, talvez espiritual…
apenas ama e espera.


Não há perguntas, muito menos respostas. A ciência é linda, mas limitada.


E, no íntimo, a pessoa sabe quem é…
e sente a sua contraparte —
um estranho que te completa.🌛🌞

Vou ser bem direto, sincero e franco, "Amar é muito forte", o amor é muito intenso, é mais do que segurança, afeto ou bonus sexual; o ato de amar é o encontro de duas almas, e não é apenas uma troca de olhares de paixão que desperta desejo.
Ententa, a minha prentenção não é brincar com sentimentos de ninguém, e também não prometo nenhum conto de fadas ou um romance de novela, mas o que eu posso garantir é que serei sincero com minhas palavras, verdadeiro com meus sentimentos e amoroso com minhas atitutes; pois o que aprendi com as desiluções amorosa em que vivi é que as feridas do coração com o tempo se cicatrizam e a insegurança de se relacionar outra vez é você quem decide se vai ser dominado por ela ou não, pois a felicidade constantemente bate em sua porta; Confesso que demorei muito para aprender esse lição, e que ainda continuo aprendendo, mas se você me permite lhe dá um conselho: "Pratique o amor próprio" se conheça mais, procure ser feliz consigo mesmo; goste mais da sua própria companinha.
Hoje eu posso dizer que estou mais maturo, não me deixo ser levado pela a vaidade da carne, mas isso não me faz perfeito e é por isso que procuro assumi os meus erros em meios as minhas imperfeições.
Eu acredito que quem ama de verdade; olha em seus olhos com carinho, que é capaz de perdoar e compreender os dias maus de um relacionamento, e é isso que eu venho buscando pra mim; sei que os dias maus virão mas estou confiante que juntos consequiremos enfrenta los e sairemos vitoriosos com o nosso amor mais fortalecido.

É verdade..
Eu quis te amar,
E desse amor fiz minha vida ,
meus sonhos, meus prazeres.
É verdade também que nem tudo foram rosas,
Certamente muitas vezes, eu mesmo fui espinhos,
Mas hoje ao analisar esse amor, quero lhe dizer....
Valeu a pena. Sinceramente valeu a pena, cada sorriso, cada lagrima, cada momento..
Porque se não foi um conto de fadas, foi o surreal, foi a chama
Que ardeu e ainda queima, acesa em meu coração...

" Há muita gente que cobra amor, mas não sabe, nem tenta saber o que é amar...

Você pode acreditar ou não no amor
e isso ser uma opção tua
a decisão de amar, no entanto
é do teu coração...

"É preciso amar um Amor Ágape. Ele não é um somente sentimento. É um verbo em ação, você precisa respirar, usando todos teus sentidos até transpirar este amor. Você age este verbo em ação e estará exercendo o Amor perfeito incondicional pelo bem estar do outro sem se preocupar consigo. RESPIRANDO E EXALANDO o Primeiro amor."

—By Coelhinha

Quando a gente deixa de amar e começa a compreender


Existem momentos na vida em que o amor não acaba — ele se transforma.
E não é porque o outro mudou, se afastou, traiu, perdeu a cor.
É porque, pela primeira vez, a gente abre os olhos de dentro.


Percebe que o que chamava de amor era, na verdade, medo de ficar só.
Que o que chamava de saudade era apego ao que feriu.
Que o que chamava de intensidade era carência fantasiada de destino.


E aí, algo muda.


Já não é mais sobre conquistar, nem sobre provar.
Não é mais sobre ser vista, nem escolhida.
Não é mais sobre ter razão, nem vencer discussão.


É sobre reconhecer os ciclos internos que o corpo já vinha avisando.
É sobre honrar a alma que já estava cansada de ser rebaixada em troca de migalhas.
É sobre olhar no espelho e saber:
“Eu não preciso ser amada pra saber quem sou. Eu preciso ser inteira pra reconhecer o que é amor.”


E então a gente percebe:


Aquele “eu te amo” que mexia com a gente
mexia muito mais com o ego
do que com a essência.


E que a saudade dele ou dela
não era de quem a pessoa era,
mas de quem a gente queria acreditar que ela poderia ser.


E aí vem a virada.


Quando a gente deixa de amar como dependência.
E passa a compreender como consciência.
Quando o desejo deixa de ser “volta pra mim”
e se torna “se encontre, por favor”.


Porque o verdadeiro amor — o amor final —
não é aquele que força reencontros,
mas o que deseja cura.
Mesmo que seja longe daqui.


E quando isso acontece, não dói mais.
Não arde mais.
Não prende mais.


Só devolve paz.


Porque o amor que fica,
depois que o apego vai embora,
não é sobre posse —
é sobre presença.

Somos condenados por amar.
Jogamos nossas vidas em nossos pensamentos.
Somos sombras de um amor pagão...
Amanhece no profundo do meu ser.
Vagamos pelas poeiras da noite...

Minha alma morta pelo amor,
Meu desejo me condenou...
Ainda assim prefiro te amar...

"O amor é tudo, a vontade de amar é mais".

☆Haredita Angel


"Dos meus filhos eu nunca cobrei amor.
Eu cobrei e cobro respeito.
Quanto a me amar, isso é uma decisão deles!"
Haredita Angel
26.12.18

-Ah, o amor!
- Amar alguém é carregar o céu dentro de si.
( E o inferno também)
Haredita Angel
27.10.16

"Ah o amor...!
- Amar é a gente perdoar o imperdoável e seguir amando como se nada tivesse acontecido..."
Haredita Angel
20.02.24

Quem ama verdadeiramente não precisa escolher entre amar o próximo ou amar a si mesmo. O amor autêntico transborda em ambas as direções.

"Jalison Santos disse uma vez:


Me chamar de amor é fácil; quero ver me amar."

O AMOR QUE NÃO DÓI, MAS ESCLARECE.
Há uma concepção amplamente difundida de que amar é, inevitavelmente, sofrer. Tal ideia, reiterada por tradições literárias e por experiências humanas mal compreendidas, cristalizou-se como uma espécie de dogma emocional. Contudo, sob uma análise mais rigorosa, percebe-se que aquilo que fere não é o amor em si, mas as projeções, os apegos e as ilusões que o indivíduo deposita sobre o outro.
O amor autêntico não obscurece a razão, tampouco aprisiona a consciência. Ao contrário, ele a amplia. Trata-se de uma força que ilumina zonas antes ignoradas da própria interioridade, promovendo um processo de esclarecimento que, embora por vezes exigente, não é destrutivo. O que há de desconforto nesse percurso não advém do amor, mas do confronto com as próprias imperfeições.
Sob a ótica da filosofia moral, o amor elevado não se confunde com posse, dependência ou carência afetiva. Ele se estabelece como reconhecimento da dignidade do outro enquanto ser autônomo. Amar, nesse sentido, é desejar o bem do outro sem subjugá-lo às próprias necessidades emocionais. É um exercício de liberdade compartilhada.
Na tradição espiritualista, especialmente à luz da O Evangelho segundo o Espiritismo, o amor é compreendido como a mais alta expressão da lei divina. Não se trata de um sentimento passivo, mas de uma prática ativa de benevolência, indulgência e caridade. Quando vivenciado dessa forma, ele não dilacera, pois não nasce do ego, mas da consciência expandida.
Do ponto de vista psicológico, relações que geram sofrimento constante costumam estar ancoradas em vínculos de dependência emocional. Nesses casos, o indivíduo não ama o outro, mas aquilo que o outro supostamente preenche em si. O amor esclarecedor, por sua vez, não busca preencher lacunas, mas compartilhar plenitudes. Ele não exige completude do outro, pois já parte de um estado interno mais equilibrado.
Esse tipo de amor tem uma característica singular. Ele revela. Ao invés de cegar, como frequentemente se afirma, ele permite ver com maior nitidez. Mostra virtudes e limitações, tanto do outro quanto de si mesmo, sem que isso gere desespero ou negação. Há aceitação lúcida, não idealização.
Além disso, o amor que esclarece educa. Ele conduz ao aperfeiçoamento moral não por imposição, mas por inspiração. A convivência com alguém que ama de forma elevada desperta no outro o desejo de também elevar-se. Não há coerção, há exemplo.
Importa destacar que esse amor não é frio nem distante. Ele é profundamente sensível, porém não se deixa governar por impulsos desordenados. Há nele uma harmonia entre sentimento e razão, o que impede que se converta em fonte de sofrimento contínuo.
Em termos antropológicos, sociedades que valorizam vínculos mais conscientes tendem a produzir relações mais estáveis e menos conflituosas. Isso não elimina desafios, mas modifica a forma como são enfrentados. O amor deixa de ser campo de batalha emocional e passa a ser espaço de construção mútua.
Assim, ao contrário do que muitas narrativas sugerem, o amor não precisa ser sinônimo de dor. Quando alinhado à lucidez, à ética e à maturidade espiritual, ele se torna um instrumento de esclarecimento profundo.
Amar, então, não é perder-se no outro, mas encontrar-se com mais verdade dentro de si mesmo, à medida que se aprende a ver, compreender e respeitar o outro em sua essência. E é nesse encontro lúcido que o amor deixa de ferir e passa a revelar, com serenidade, aquilo que o espírito sempre esteve destinado a compreender.

Ah, como é bonito o amor
Quando se realmente ama, amar
Um grande amor