Rapper
“Eu era um ajudante de bate-estaca em uma obra em São Paulo, em 2001, quando conseguiu juntar R$ 1 mil e gravar a minha primeira fita cassete demo”,
“Uma situação que me revoltou demais foi quando um casal estrangeiro apareceu no orfanato e queria me adotar, mas a direção não deixou, sugeriu outro garoto. Eu trabalhava bastante lá, eles não queriam me deixar ir embora”.
Um dia o Papai Noel chorou e me disse: filho eu não posso realizar este teu sonho me perdoa por isto.
Quanta injustiça eu sofri, presenciei, no centro de São Paulo, no vai e vem,eu era um filho das ruas.
Mas graças a Deus hoje estou vivão mãe, estou esperando sem rancor e com puro amor no coração, pois eu quero te encontrar mãe,De braços abertos.
Me lembro do dia de você se despedindo meu olhos choravam o seu rosto case sorrindo
me diz apenas para te esquecer, porem você esquecer das promessas que me fez.
jurava me amar e nunca me deixar.
Olha Só Mina um milagre aconteceu , andava tão sozinho e você me aparececeu, me deu sentido para vida que nunca valorizei o sonho mais secreto com você realizei.
A melhor resposta contra o Black Lives Matters veio de um rapper, que ao ser interrogado pela jornalista, responde o seguinte: 'Eu sou um preto, americano e rico. O seu câmera é branco, eu ganho mais por minuto do que ele por ano, portanto, não me venha com essa babaquice'.
Começo por acreditar e desenvolver o que um rapper brasileiro SID, falou dizendo a morte de um cachorro, por vezes, gera mais desconforto, mais revolta pública e maior repercussão do que a morte de uma mulher negra e grávida, de homens esquecidos pela pobreza ou de crianças abandonadas à própria sorte.
Eu concordo.
Isto não significa negar os direitos dos animais. Todo ser vivo merece respeito. Humanos, animais, plantas e até os próprios malfeitores carregam dentro de si o direito de existir. O problema não está no amor dedicado aos animais. O problema está na indiferença selectiva que a sociedade desenvolveu diante da dor humana. Chegámos a um tempo em que muitos choram diante de um vídeo de um cão ferido, mas deslizam o dedo com frieza diante da notícia de uma criança morta pela fome, de uma mulher assassinada ou de famílias inteiras destruídas pela miséria.
Não porque o animal não mereça compaixão, mas porque o sofrimento humano foi banalizado pela repetição, pela política, pela desigualdade e pelo costume. A dor tornou-se espectáculo. E o espectáculo escolhe aquilo que provoca mais emoção instantânea. Um animal, muitas vezes, aparece aos olhos do povo como inocente, puro e incapaz de maldade. Já o ser humano é constantemente julgado pela sua cor, pela sua classe social, pela zona onde vive, pela forma como fala ou até pela roupa que veste.
A sociedade aprendeu a humanizar certos animais, mas continua a desumanizar muitos humanos. É triste admitir que, em certos casos, um cachorro recebe mais atenção médica, mais campanhas de solidariedade e mais defesa pública do que um cidadão pobre abandonado num hospital sem medicamentos. Enquanto isso, mulheres continuam a morrer nos corredores da negligência, crianças crescem sem saneamento, e homens desaparecem silenciosamente dentro da depressão e da fome.
Não se trata de escolher entre defender animais ou defender pessoas. Uma sociedade equilibrada deve proteger ambos.
"Que a poesia continue a ser um meio de libertação"
Sou um gangsta rapper, não quero que intenda minha cabeça, só quero que me respeitem pra mim pensa em te respeitar!
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