Questionar
Despertar não é ler qualquer coisa. É saber filtrar, questionar e não aceitar verdades prontas. Quem entrega sua lógica e razão à doutrinação não desperta — apenas sonha o sonho que inventaram para ele.
O deserto da alma...
Te fará olhar coisas que escondeu porque doía, te fará questionar a Deus, duvidar de si mesmo, e se perguntar se vale a pena viver, Você olhará ao redor e verá o mundo existindo, as pessoas vivendo e você sobrevivendo dia após dia, Mesmo sendo forte, terá dias que apenas desejará um colo para chorar, e nesses momentos se dará conta que o colo sempre foi você.
Jamais coloque em dúvida minha pessoa, competência, trajetória e metas! Abstenha-se de questionar minha capacidade, a qual transcende seus entendimentos, bem como minha palavra, pautada na sinceridade e honestidade que tanto prezo. Desconfiar de minha inteligência ou habilidade é desconsiderar minha capacidade de realização. Não subestime meu amor, o qual só se manifesta genuinamente, nem meu esforço, pois persistência não me falta quando se trata de algo significativo. Minha criatividade possui proporções incalculáveis e minhas ações sempre são norteadas pelo que considero o melhor, com as melhores das intenções. Solicito que não coloque em dúvida o carinho que ofereço, pois somente aqueles dignos o recebem, assim como minha força, que pode superar as expectativas. Jamais duvide de minha alegria, autêntica e farta, e tampouco de minhas lágrimas, expressão de sentimentos verdadeiros e razões legítimas.Não questione minha essência, muitas vezes mal compreendida como sendo "eu".Descredibilizar meu futuro é um equívoco, pois ele reserva grandes conquistas. Da mesma forma, não hesite sobre meu passado e presente. Em síntese, nunca, absolutamente nunca, duvide de mim. Se o fizer, é porque ainda não me conhece verdadeiramente. Considero-me um vencedor e estou preparado para enfrentar as barreiras que surgirem.
NOIR.
Quando eu possuir o kung fu de todo mestre vilão, ninguém ousará questionar o meu poder.
(Camaleoa)
Os tiros que me chegam vindos do morro me remetem a questionar o porque de tanta violência. Ainda que não justifique, consigo entender que para o indivíduo condenado à perene pobreza não deve ser fácil aceitar que alguns tenham tudo, e outros tantos precisem passar uma vida inteira para ter pouco mais do que nada. Minha lógica me diz que é bem mais fácil entender miseráveis roubando de ricos do que milionários roubando o pouco que o pobre consegue apenas porque o muito que têm ainda não é o bastante para o tamanho de sua ganância.
Já estive sobre o muro, parado, sem questionar o momento caótico que me cercava. Empoeirado no meu silêncio, vi a chuva lavar a dor, e até as amarras se soltaram, libertando-me da prisão. O muro caiu, e junto com ele desmoronou o silêncio que me calava.
Não quero saber, nem questionar, nem perguntar — para não estagnar a minha paz, que é preciosa demais. O rio segue em direção ao mar, sem olhar para trás, pois as águas passadas não retornam à nascente. Assim, sigo em direção à felicidade, sempre adiante, porque o passado não pode ser remexido ou remoido.
Vem me fazer feliz do teu jeito.
Eu não vou questionar o tempo que vivemos em fraternidade,
construindo, tijolo por tijolo, o nosso amor.
Eu sei... você mudou. Está diferente.
Mas será que o nosso tempo de amar chegou ao fim
sem sequer me avisar?
Não me deu a chance de buscar refúgio.
A insônia atormenta minha solidão —
e a culpa é sua, por não me preparar
para essa mudança repentina.
Você não veio me fazer feliz,
nem me ensinou a suportar a dor da distância.
Ficou tudo aqui, em mim — sem você.
Como alguém pode se achar no direito de questionar a santidade do outro e a intimidade dele com seu Deus? Quando vive a perseguir as pessoas, planejar mal contra crianças e maltratar os animais?
Ainda que fosse o ser humano mais santo dessa terra, ainda assim, não teria o direito de questionar a espiritualidade de ninguém.
O que nos move a pensar, julgar, questionar e reclamar muitas vezes não é a razão pura, mas o medo. Esse medo, silencioso e persistente, retém o gesto simples de estender a mão. Ele nos impede de ajudar, sobretudo quando o outro despreza aquilo que não compreende, quando rejeita o que é diferente.
O diferente, no entanto, não é ameaça: é construção. Ele edifica mundos novos, ainda que camuflados pela resistência de quem não ousa enxergar. O medo, ao escolher a cegueira, não encontra o valor do verdadeiro eu.
O verdadeiro eu não se esconde em máscaras, não se limita a julgamentos superficiais, não se perde em reclamações vazias. Ele floresce na coragem de acolher o que é diverso, na força de reconhecer que cada ser humano carrega uma centelha única.
Estender a mão é mais do que um ato de bondade: é um gesto de libertação. Libertação do medo, da indiferença, da prisão das aparências. É nesse encontro que o eu autêntico se revela, despido de preconceitos, aberto ao aprendizado e à transformação.
Assim, o que nos move não deveria ser o medo, mas a coragem. A coragem de ver além das diferenças, de construir pontes onde antes havia muros, de encontrar no outro o reflexo que nos devolve ao nosso próprio valor.
Fora da Sombra
Viveu na sombra por muito tempo
Sem questionar o que via ou ouvia
Mas um dia sentiu uma vontade
De explorar o mundo que existia.
Você saiu da sua zona de conforto
E descobriu que havia muito mais
Do que apenas sombra e zunido
Muito mais do que havia aprendido.
Sair da caverna traz consequências
A luz fora de lá é intensa
Ela liberta mas faz exigências,
Já que agora você pensa.
Diante de uma nova realidade
Viu que nem tudo era como imaginava
Se encantou com a beleza e a diversidade
Mas também se deparou com a maldade.
Você aprendeu tudo o que podia
Para enfrentar os desafios apresentados
Ganhou novos inimigos e aliados
E percebeu que as coisas mudavam todo dia.
Sair da caverna traz consequências
A luz fora de lá é intensa
Ela liberta mas faz exigências,
Já que agora você pensa
Às vezes até sente saudade
Da época em que vivia na ignorância
Mas sabe que não pode voltar
Pois agora você tem consciência.
Sair da caverna traz consequências
A luz fora de lá é intensa
Ela liberta, mas faz exigências
Já que agora você pensa.
Agora você tem consciência
E isso faz toda a diferença.
Quando o interesse é unânime, talvez seja o momento de questionar o que realmente está em jogo; pois, muitas vezes, o fascínio coletivo pode ocultar a falta de profundidade individual.
seu olhar penetrante e seduzente me faz questionar a cada vez que pensei que todo meu sofrimento facilmente acabaria após tomar uma decisão
porque quando te vejo na rua, tenho dúvidas se foi no calor da emoção
ou o coração que desacelerou as batidas
e evitou o bombeamento de sangue pelo resto do corpo por puro instinto da falta de opção
de não ter mais quem eu me decepcionar no amor, sem ser você.
O tempo está passando...
O tic-tac do relógio
faz a mente questionar...
será que nos perderemos
ou nos encontraremos pela vida?
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