Quero ele
Quando sentir batidas fortes em Teu coracao.
Receba, é Jesus .
Ele é o Único que transformará todo o teu Ser.
Em Amor e Luz.
Como gostaria de ser um anjo para poder ajudar as pessoas. Muitas vezes pedi a Deus asas .Mas Ele so me deu o coracao e a oracao.
Tudo nele é apaixonante e eu agora não posso imaginar os meus dias sem ele e longe aquele abraço. Me apaixonei pela gentileza, pelo bom humor no momento de tensão e pela calma. Me apaixonei pela simpatia, pela complacência e pelo senso de justiça. Me apaixonei pela barba, pelo perfume e pelo olhar que é capaz de sorrir. Me apaixonei pelo beijo, pela pegada firme e pelo charme irresistível. Me apaixonei quando ele me fez rir, amar e cantar. Quando ele me fez olhar para os detalhes, quando me surpreendeu, quando acariciou minha alma e quando me fez contemplar a beleza da vida. Me apaixonei até por ele rir quando eu ficava nervosa. Me apaixonei pela saudade que ele deixou. Me apaixonei por tudo nele porque ele é ele, é encantador por si e não se esforça para isso. Me apaixonei por cada pedacinho, mas me apaixonei mesmo porque ele extraiu o que existe de melhor em mim.
Ela sorria com os olhos e ele tinha uma bela risada desajeitada. Estavam perto mas tão distantes um do outro. Poderiam ser perfeitos juntos, mas não dava pra ser. O que ela sentia era forte e os sentimentos dele eram um mistério. Ela sempre queria mais e ele estava sempre satisfeito. Não havia crises de ciúmes, não havia posse, não havia exigências, não havia promessas. Os dois não eram livres pra ser felizes como e com quem quisessem. Mas ela sabia que queria ser feliz com ele, e se pudesse faria de tudo pra descobrir como. Ela queria uma história e ele nunca conseguia explicar seus sentimentos. Era proibido, parecia impossível, mas havia muito sentimento e não dava pra desistir. Às vezes parecia perdido, às vezes ficava frio, mas de alguma forma se aquecia de novo. Ela era muito complicada e ele sempre parecia muito calmo. Ela era sentimental demais e ele era um bobo que a fazia sorrir. Ela queria ele, ele queria ela, e isso era tudo o que eles sabiam naquele momento.
Deus tá vendo quem usa a bíblia para pregar, mas não a usa pra viver. Ele gosta de nos ver lutar contra o pecado, não de julgar o pecador.
Melhor esperar e ser surpreendido por Deus pelo que nos dá, do que surpreender a Ele rejeitando o que Ele nos deu, pois o problema não é o que Deus nos dá, mas é o que a gente escolhe.
Quando silenciamos um sentimento existente em nosso coração, seja ele qual for, não estamos abafando-o, mas peneirando-o para que apenas o que for verdadeiro perdure.
Não fique chateado se Deus te der mais nãos do que sins, pois Ele costuma dizer sim apenas para o que nos dá sentido na vida.
o canibal
ele não me morde
me lê com os dentes
começa pelas orelhas,
que uso pra ignorar preces,
depois a boca,
por onde despejo escárnio.
não grito.
abro.
passa pelos ombros,
onde carrego o peso de ser,
então os braços,
que usei tanto para abraçar inimigos
e empurrar amantes.
comeu os cotovelos
da força que não tive,
o gesto que faltou,
tudo vai na mesma dentada.
depois as mãos,
essas que seguram o cigarro.
e as pernas,
essas que me levaram a becos errados
e fugiram do caminho certo.
o canibal rói os joelhos,
onde dobrei demais,
e os pés,
que nunca tocaram no chão.
devora meu coração,
desgasta o ciso
mastigando a ilusão
do amor.
flamba os pulmões,
corta a fuligem,
assa os alvéolos:
meus atalhos anestésicos.
não resisto,
entrego.
cada pedaço arrancado
era o que sobrava de mim:
nome, pose, piercings.
o canibal mastiga devagar,
como um diabético
mascando chiclete sem açúcar.
não sobrou peito:
menos eu
e mais espaço.
o cérebro vem por último,
sobremesa agridoce,
viciante.
e nele, começa pelos poemas.
mastiga versos inteiros,
cospe rimas fracas e
parafusos soltos,
engole metáforas
que usei pra esconder a verdade.
do amor, não quer beijos
nem transas:
quer a vontade.
dos vícios, gosta mais.
lambe o açúcar do café,
o brilho curto do prazer rápido,
bebe a coragem falsa
como cerveja quente.
cada coisa comida
me deixa mais simples,
menos personagem.
mais eu.
quando termina,
não sou vazio.
sou tutano.
o canibal limpa a boca
e vai embora.
fico.
pela primeira vez,
íntegro.
e o que ficou,
não escreve m canibal
ele não me morde
me lê com os dentes
começa pelas orelhas,
que uso pra ignorar preces,
depois a boca,
por onde despejo escárnio.
não grito.
abro.
passa pelos ombros,
onde carrego o peso de ser,
então os braços,
que usei tanto para abraçar inimigos
e empurrar amantes.
comeu os cotovelos
da força que não tive,
o gesto que faltou,
tudo vai na mesma dentada.
depois as mãos,
essas que seguram o cigarro.
e as pernas,
essas que me levaram a becos errados
e fugiram do caminho certo.
o canibal rói os joelhos,
onde dobrei demais,
e os pés,
que nunca tocaram no chão.
devora meu coração,
desgasta o ciso
mastigando a ilusão
do amor.
flamba os pulmões,
corta a fuligem,
assa os alvéolos:
meus atalhos anestésicos.
não resisto,
entrego.
cada pedaço arrancado
era o que sobrava de mim:
nome, pose, piercings.
o canibal mastiga devagar,
como um diabético
mascando chiclete sem açúcar.
não sobrou peito:
menos eu
e mais espaço.
o cérebro vem por último,
sobremesa agridoce,
viciante.
e nele, começa pelos poemas.
mastiga versos inteiros,
cospe rimas fracas e
parafusos soltos,
engole metáforas
que usei pra esconder a verdade.
do amor, não quer beijos
nem transas:
quer a vontade.
dos vícios, gosta mais.
lambe o açúcar do café,
o brilho curto do prazer rápido,
bebe a coragem falsa
como cerveja quente.
cada coisa comida
me deixa mais simples,
menos personagem.
mais eu.
quando termina,
não sou vazio.
sou tutano.
o canibal limpa a boca
e vai embora.
fico.
pela primeira vez,
íntegro.
e o que ficou,
não escreve mais.
A noite nunca pareceu tão longa, mas a vontade do não amanhecer era a única coisa que ele queria. Hoje pode-se dizer que ele sofre e que a dor que ele sente não há remédio que possa curar. Ele está decepcionado com a algumas escolhas. Ele está triste com algumas situações. Ele está com raiva por algumas atitudes. Ele está melancólico pelo simples fato de ter acreditado.
Se possível não troquem olhares, não emita nem um som que possa desencadear o turbilhão de sentimentos que está corroendo seu coração nesse momento.
Eu sentir o desabafo dele nessa madrugada. Eu tentei contrapor com meus argumentos racionalistas, mas não pude deixar de me abater, quando com lágrimas nos olhos ele disse: " Não é sobre o não falar. Não é sobre o não querer, e apenas a sensação que se torna concreta que eu não faço parte da sua prioridade"
Ele grita por dentro. Ele está machucado. Ele está perdido.... E se você realmente sente o mínimo por ele, hoje não o procure de forma alguma.
Nesse momento percebo que estou entre a cruz e a espada. Estou entre a razão e o coração. Estou entre as duas coisas que me deixa interligado a vc. Eu me sinto entre o vazio da descoberta. Eu sinceramente não sei como apaziguar tudo que ele sente por você. A única coisa que posso realmente sentir... É sua insegurança por se sentir só mais uma vez, entre as centenas já vividas outroras.
P.s " DESCULPAS".
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