Quero ele

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Viva a vida fumando, bebendo, saindo para festas e baladas. Mas se lembre, ele ira te condenar por todos os seus pecados

O mar não grita seus segredos, ele os guarda nas ondas e só revela a quem aprende a escutar.

O desprezo é ótimo; ele te afasta das piores mentes.

Ele deitou devagar no travesseiro, suspirou fundo.
Olhava para o teto, imaginando estrelas.
Elas ficavam tão próximas quando fechava apertado os olhos,
e então os abria novamente, e os fechava... até pegar no sono.
Abraçava devagar os sonhos e dormia.

Vença o pecado com a Palavra de Deus, antes que ele paralise sua vida e roube o seu propósito espiritual.

✍🏻O medo não precisa de motivos, ele é uma manifestação natural do espírito itinerante. É uma emoção básica e essencial na natureza humana.
😔👁️👁️🕉️♾️☯️🧘🏼‍♀️💫

Eu entristecia por Borges, Camões, Jonh Milton, James Joyce, Aldous Huxley, Roberto Bolãno... Ele tocou-me no ombro, era a ternura a falar por si.
- Temos um exemplo ainda mais árduo de limitação que cantou tantas histórias, Beethoven! Se a perda de visão não impediu os escritores de escreverem, imagine compor música sem ouvir... Tentei imaginar o inimaginável.

Eu disse 'oi'.
Ele disse 'oi'.

- epa... um beijo.
depois um desejo. Um desejo de não mais acordar.

⁠O Homem que fica ao lado de uma Bruxa sabe que outros podem desejá-la, cobiça-la. mas somente ele irá tocá-la, somente ele receberá seus carinhos, somente a ele ela se entregará e por ela será tratado como um Deus, porque uma Bruxa é a Mulher bem resolvida que despertou e só fica ao lado de um Homem se este for merecedor.

Ele saiu da manada.


Pequeno, preto e branco, andando com aquele passo desajeitado que a natureza lhe deu, atravessou a praia como quem atravessa um pensamento. Enquanto os outros seguiam juntos, no fluxo seguro da repetição, ele escolheu a direção oposta. Não corria do grupo. Corria para algo.


O vídeo rodou o mundo: um pinguim-de-Magalhães caminhando sozinho em direção a um aglomerado de pessoas numa praia da América do Sul. Turistas curiosos, celulares erguidos, risadas contidas. E lá vinha ele, decidido, como se carregasse no peito uma pergunta maior que o medo.


Não era bravura.
Era curiosidade.


E talvez também cansaço.


Porque até os animais, em sua simplicidade, nos lembram que existe um momento em que seguir apenas por seguir deixa de fazer sentido.


A manada protege.
Mas também limita.


A manada orienta.
Mas também silencia a inquietação.


Enquanto seus semelhantes permaneciam agrupados, repetindo a coreografia instintiva da sobrevivência, ele caminhava em direção ao desconhecido — em direção ao barulho, à luz, ao estranho. Em direção àquilo que não fazia parte do roteiro natural da sua espécie.


E ali, naquele gesto simples, quase cômico, estava uma das cenas mais humanas já registradas por uma câmera.


Quantas vezes nós também não sentimos esse chamado silencioso?


A vontade de sair do caminho previsível.
De atravessar a praia enquanto todos seguem para o mar.
De ir em direção às perguntas, mesmo quando o confortável seria permanecer nas respostas prontas do grupo.


O pinguim não sabia que estava sendo filmado.
Não sabia que se tornaria símbolo.
Não sabia que sua pequena rebeldia atravessaria continentes em forma de reflexão.


Ele apenas seguiu o impulso de olhar para outro lado.


Talvez estivesse perdido.
Talvez estivesse curioso.
Talvez estivesse cansado de andar para onde todos andavam.


Mas, naquele momento, ele fez algo que poucos têm coragem de fazer:


Ele escolheu a própria direção.


E isso, para nós, humanos, é quase revolucionário.


Porque sair da manada não é um ato de desprezo pelo grupo.
É um ato de fidelidade a si mesmo.


É reconhecer que, em algum ponto da caminhada, a consciência pede um passo diferente. Um passo solitário. Um passo que não pode ser explicado, apenas sentido.


O pinguim caminhou até as pessoas, olhou ao redor, parou, observou. Depois, com a mesma simplicidade com que saiu, voltou para o mar.


Como quem diz:


“Eu só precisava olhar o outro lado.”


E essa talvez seja a lição mais delicada daquela cena real, capturada por acaso e eternizada por milhares de compartilhamentos:


Nem sempre sair é abandonar.
Às vezes, sair é compreender melhor para onde se deve voltar.


E há momentos na vida em que precisamos ser esse pinguim:
deixar a segurança do coletivo por alguns passos,
enfrentar o olhar curioso do mundo,
e permitir que a própria inquietação nos conduza.


Porque quem nunca se permite atravessar a praia sozinho
jamais descobre
o tamanho do próprio horizonte.
Autor: John Presley Costa Santos

O mundo não nos deve nada; nós é que precisamos aprender a lidar com ele.

Não despreze o pequeno sinal que a vida lhe dá hoje, pois ele pode ser a oportunidade real de começar a escrever o primeiro capítulo de algo imenso.

Acesso

Jamais imaginei que chegaria a este lugar, o interessante é que eu gostei do ar que ele oferece não precisando me preocupar com que os outros pensam ou deixam de pensar.
Neste lugar tem algo diferente, tem um cheiro e uma essência diferente e que na oportunidade de entrar, eu com todo respeito pediria licença e retiraria meus calçados, sei que às vezes fica sujo, porem me responsabilizo de cuidar e limpar. Neste lugar não tem exaustão, preconceito, desumanidade, neste lugar tem alegria, compaixão, tem muitos problemas, defeitos e qualidades. Neste lugar muitas pessoas passam, porem poucos ficam. Neste lugar o sentimento é constante como o amor, paixão, ódio, rancor, carinho, ciúmes, etc. Este lugar é muito sensível, um escorregão pode acabar machucando, porem não posso fazer isso, pois vai acabar machucando os dois lados, mais me compadeci com o jeito que ele recebia as pessoas, não se importando com classes ou cores. Muitas pessoas têm preconceito, mais esquecem que do mesmo jeito que tratam as pessoas, podemos ficar na mesma situação. “Não desejo mal há ninguém” (mentira), pois sempre estamos desejando algo há uma pessoa seja boa ou ruim mesmo inconscientemente, porem o que eu quero e te peço é: “Por favor, deixe-me entrar em seu coração?”.

"Às vezes, o maior erro de um engenheiro não é um cálculo errado, mas o que ele aceita construir sabendo que a finalidade é perigosa."

Se deus é a única consciência real, o paraíso é exclusivo: só ele entra. Na porta, a placa: "Propriedade privada: proibido simulacros!"

Todo desejo é força interior
que move o indivíduo,
e provocado por algo ,
externo a ele.

Não sente-se ao lado do pessimista, pois ele poderá puxar a sua cadeira.⁠

Quando o analisando consegue ter as respostas dos encontros da vida, ele consegue finalizar a sua terapia.

⁠Que coisa há de pior que o olho?
Por isso que ele se desfaz em lágrimas.
Ecl.15...

Deus não quer apenas monólogo, Ele deseja diálogo.⁠