Quero Alguém que Me Dê Flores
No amor não existe mal entendido
Só o dito e o mal dito
Escrever uma carta para alguém morto não é amor
É solidão
Também é solidão ameaçar ir embora
Ou mandar embora
É tão igual a morte ...
E dispensa cartas ou palavras
Falar as vezes destrói mais que o silêncio
Me faltaram palavras
Não sei se minhas ou para mim
Sobrou sentimento
Me calei ...
Como se cala no cemitério
Com austeridade
Com paixão
Com palavras
As palavras ferem além do corpo
Menos que a alma
E ficam ecoando na cama vazia
No teto sem luz
Ou no espelho da parede
Toca alguma canção distante
Quase sem palavras
Queria muito escutar poucas palavras
Mas elas não vêem
Ficam presas na garganta de quem as tem
Sendo assim fico em silêncio
E espero
O amor é como uma jóia rara e cara, só poderá oferecer à alguém quem possui condições de te-la para si.
Antes de provocar a ira de uma alguém, lembre-se que existem pessoas pacientes capazes de cavocar e descobrir suas feridas mais remotas e elas, com prazer, reabrir e assim, gerar-te uma grande dor. Saiba que isto não é vingança, mas o direito de uso de uma das leis mais antigas da humanidade.
Quando for falar de alguém baseado no que acha dela, lembre-se ela é o que ela pensar ser, não o que tu pensas sobre ela.
Se você não tem a maturidade de ouvir alguém dizer que é ateu, então você não é digno de dizer que é cristão
Quer mudar alguém? Então, mude você primeiro! Brilhe, e a pessoa vai querer provar do seu brilho também.
Não existe um perfil de líder, existe alguém criativo que inova e mostra para a massa o quanto seus perfis de liderança são fracos
CONSTÁNCIA.
Talvez você seja uma pedra esperando alguém para ser lapidada, não nascemos prontos, a vida é um constante processo de evolução.
Crescer é um processo longo e doloroso, mas necessário. Ao longo da vida, somos colecionadores, temos o livre arbítrio para escolher o que queremos que faça parte da nossa vida.
Seguir em frente não é uma garantia de que chegaremos lá, mas é uma demonstração de que pelo menos tentamos.
OS LOUCOS AMAM DE VERDADE.
Alguém sabe o que é amor, o preço do sorriso amar é morar no paraíso, e viver para si, é se doar para o outro. Amar é subir no telhado e pular alambrado, já que o amor suporta qualquer barreira, amar é usar o guarda-chuva em pleno meio-dia. É que para os apaixonados não há hora para demonstrar que amam, os loucos se apaixonam por coisas simples, já que o amor não tem preço, não tem cobranças. Por isso os loucos não se cobram, eles se amam.
QUANTO VALE UMA MENTE.
Alguém poderia dizer-me quanto vale uma poesia, quanto vale um dia de vida, quanto vale uma noite de sono, o que paga pelo amanhecer.
Alguém me diz qual o valor do sorriso de uma criança, o preço da esperança quanto vale a vida, em qual balança pesa a felicidade.
Alguém me diz qual e o preço do amor, quanto tão cobrando pela liberdade, nessa cidade, me diz o valor da inocência, o preço da consciência limpa.
Alguém responde-me, o preço da caridade o valor da variedade, o preço dos bons costumes do amor sem ciúmes, sumiram os vendedores da cidade, responda minha perguntar por caridade, me diz qual é o valor da liberdade.
De longe o vendedor gritou em voz alta passos lento, vindo devagar, foi logo dizendo seu dinheiro não da para pagar pode guarda, ele não comprar uma palavra dessa poesia.
E que a mente do poeta não estava exporto em cartaz, nem em anúncio de jornais.
O VELHO BANCO.
Aqui esta guardado as lembranças de um alguém, de alguma coisa. Um dia alguém sentou nesse banco e te contou uma linda história, esse história ficou na sua memória para sempre.
O tempo passou, a vida continuou a cidade cresceu, a vida tomou novos rumos, outros objetivos, mais o velho banco continuou na praça fazendo amizades.
Todos os dia chegava alguém e contava uma uma nova história de vida.
Até que um dia chegou alguém e lhe contou uma história triste, uma pessoa chegou e falou que hoje são raros os bancos nas praças.
Hoje ninguém ver mais o velho sentado no banco, já não há ninguém para contar história por isso seus dias estão contados.
A insegurança fizeram com que as pessoas deixassem de visitar, aquele velho banco, onde no passado todos adorava esse lugar.
Além de não ter mais o velhinho no banco, também tá difícil encontrar alguém que tenha uma história interessantes para contar.
Compreendendo a vida.
Alguém me disse que a vida era uma estrada. Então, eu segui pelos melhores caminhos.
Depois, me disseram que a vida era como uma planta. Eu plantei as melhores sementes.
Em seguida, me disseram que a vida era como um rio. Eu segui as correntezas para ver os obstáculos que as águas enfrentavam até chegarem ao mar.
Me disseram que a vida era como um fio. Então, eu fui desenrolando os nós um por um, do começo ao fim.
Depois, me disseram que a vida era como um pássaro. Então, eu voei em busca de conhecer os melhores ares do universo.
Foi quando me disseram que a vida era como um oceano. Às vezes, maré baixa, às vezes, maré alta.
Nesse momento, olhei para dentro de mim e percebi que não bastava suportar as tempestades, o certo seria saber por quais motivos elas acontecem.
“Quando alguém insiste, é porque já conhece a verdade; só continua para oferecer a oportunidade do perdão”
Ah, que saudade de amar uma pessoa, de dizer eu te amo milhares de vezes, alguém que some sempre e que esteja do seu lado a todo tempo.
Alguém aí me empresta uma britadeira? Tô precisando quebrar algumas pedras pra chegar num coração...
Você sempre começa uma história pensando em alguém. Poderão considerá-las românticas demais ou exageradamente sentimental, considerando meus trinta e poucos anos. Sentimentos que, contados em histórias, o bálsamo do tempo da escrita arrefece qualquer coisa. Histórias como daqueles que casam depois de haver gozado e bem, a vida de solteiro. Se conhecem e percebem a reunião, a um só tempo, da beleza de corpo e alma. Após o encontro, fazem-se amantes, em qualquer sentido que se queira dar a palavra. Constroem um lar perfeito e geram uma prole de filhos. Vivem juntos, tipo uns 50 anos; nesse período, passam bons e maus momentos, amparando-nos reciprocamente. Observam a família aumentar com a chegada dos netos. De repente, em poucos dias, esse amor é interrompido por uma doença insidiosa, inesperada, que arranca um dos braços do outro. Quem fica, sofre na alma a violência de um coice. Já estavam beirando os 100 anos. A tristeza é plenamente normal e justificável. Durante um século, embriagaram-se com o amor um do outro. Com a perda, passa a sofrer uma depressão, sem dúvida, decorrente da saudade, e esta, a queria sempre bem latente para nunca esquecer. Não permitia que médicos desbravadores da mente, com seus artifícios freudianos, expulsassem da sua memória, ou, pelo menos, amenizassem a saudade, que em verdade era a razão da sua vida atual. Na concepção que faziam do termo, os quase 100 anos, um ao lado do outro, era a única história que haviam escrito juntos, movidos pela inspiração provocada por esse único, grande e insubstituível amor. Durante todos os anos de felicidade, dedicavam-se as próprias felicidades. Destas, algumas que encontrei em cartas e bilhetes que guardavam dentro de uma caixa de sapato, preferi protegê-las com o véu da privacidade que considero inviolável, tão somente agora; mas um dia ainda escrevo um livro com essa história. Saudades.
Entregar nas mãos de alguém seu futuro é deixar de ser responsável. Nem a Deus devemos “entregar” o futuro. Devemos sim “contar”com ele no futuro, sempre. São duas coisas completamente diferentes 💭
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