Querer estar Contigo

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Obrigado, meu Deus, por cada amanhecer. Nada é fácil, mas só de estar em pé, correndo atrás sem atrasar ninguém, já é uma vitória!

Nossa postura deve estar alinhada com a grandeza daquilo que a Vida deseja que vivamos

"Um corpo bonito não vale muito se a mente estar vazia e o coração sem conteúdo".

⁠"Sempre me destaquei como amigo, não por alguma vantagem, mas por estar ao seu lado pelo que você é, e não pelo que possui."

PRESENÇA


Estar perto nem sempre é estar presente.
Há quem esteja tão perto, mas, mesmo assim, continua ausente.


Estar perto nem sempre é estar presente.


A distância não se mede em quilômetros, para quem ama verdadeiramente.
É possível estar tão distante e, mesmo assim, tão presente.


Estar perto nem sempre é estar presente.


Presença... é um sentimento diferente, que não se mede em palavras.
Compreende quem vive o que sente.


Estar perto nem sempre é estar presente.


Há quem se diga tão próximo, mas se mostra tão indiferente.


Estar perto nem sempre é estar presente.


A presença ultrapassa a distância que se sente,
pois, mesmo distante, há um abraço quente.


Estar perto nem sempre é estar presente

Para mim o Ciclismo MTB é vida.



Viver é como andar de bicicleta: É preciso estar em constante movimento para manter o equilíbrio, e não importa a velocidade, o importante é aproveitar a jornada, siga sempre enfrente, pois a vista do topo vai valer muito a pena, não duvide de sua capacidade, acredite, por que a
persistência leva-nos ao sucesso do bem estar.

Você pode ser sozinho com alguém e estar com alguém sozinho. Há muita companhia na solidão assim como há solidão em muitas companhias.

A vida não dá uma segunda chance.
A minha única chance é: estar vivo!

⁠⁠Por falta dela,
Não vou á janela
Não a pra que,
Estar nela;

Por falta dela,
Eu sinto saudades
Daquela Claridade,
Espero por ela;

Por falta dela,
Me vejo no escuro
Em cima do muro,
Ansiando por ela;

E nessas rimas roncas,
Amarelas feito ela;
Perco-me cada vez mais
Pensando nela!

Eu já pressentia, mas desejava estar enganada.


— Jess.

Estar certo ou errado

A certeza é fruto de muitas coisas. Uma observação, um entendimento, um sentimento, uma leitura, uma confidência, uma experiência e tudo o mais que se possa usar.

Às vezes uma coisa outras vezes outra coisa. Umas vezes é cair em si outras é perder de si.

Estar certo e descobrir que esta errado pode ser bom ou ruim. O bom é acertar quando quer, pois às vezes não quer estar certo, pois assim o desfecho seria mais feliz. O bom é estar certo torcendo para estar errado, pois o desfecho contrário é melhor e mais feliz que estar certo.

Certezas infelizes e erros felizes ou o contrário. O bom seria que certos ou errados, com certezas ou incertezas os desfechos sempre fossem felizes. Assim acertar seria bom e errar também. Mas às vezes a surpresa não vem ou vem pelas avessas. Às vezes é bom noutras nem tanto.

Estar bem consigo mesmo, se amando, respeitando e tendo um caso de amor consigo mesmo fará uma grande diferença em seu existir.

Minha maior força é estar onde a vida pede urgência: na defesa e proteção de crianças, adolescentes e mulheres. Já colaborei com o TMJ UNICEF, faço parte da Rede Mulheres do Brasil e atuo no Mapa do Acolhimento, oferecendo escuta, acolhimento e orientação a mulheres em situação de violência. É nessa missão que encontro meu verdadeiro lugar.

A falta que sentimos do que ainda não vivemos…

Em muitos momentos da vida, acreditamos estar sentindo falta de alguém.
Mas, se formos honestos e silenciosos o suficiente para observar, perceberemos que não é exatamente da pessoa que sentimos falta.

Sentimos falta da história que começamos a escrever com ela.

Não é ausência.
É interrupção.

A mente humana tem uma capacidade extraordinária de projetar futuros. Antes mesmo que algo exista de fato, o cérebro já ensaiou diálogos, construiu rotinas, imaginou casas, viagens, pertencimento. Criou uma narrativa inteira — sem que nada disso tenha acontecido no mundo real.

A neurociência chama isso de simulação prospectiva.
O cérebro antecipa experiências para se preparar para elas.
Mas, emocionalmente, ele não diferencia tão bem o que foi vivido do que foi apenas imaginado com intensidade.

Por isso, quando algo não se concretiza, não sofremos apenas pela perda de alguém.
Sofremos pela perda de um caminho inteiro que já havia sido aceito internamente como destino.

É o luto do que não aconteceu.

E esse luto é silencioso, porque não há memórias suficientes para justificar a dor.
Há apenas expectativas que não encontraram lugar na realidade.

Mas existe uma segunda camada, ainda mais sutil.

Quando aquilo que imaginamos não se realiza — principalmente quando depende do outro — o cérebro muda de estado. Ele sai do campo do vínculo e entra no campo da conquista.

O que antes era afeto passa a ser desafio.

Isso acontece porque o sistema de recompensa do cérebro, regulado principalmente pela dopamina, não responde apenas ao prazer de ter algo. Ele responde, sobretudo, à possibilidade de obter algo que ainda não foi alcançado.

A ciência chama isso de erro de previsão de recompensa.

Nós nos tornamos mais motivados quando:
• quase conseguimos,
• quando há incerteza,
• quando não está garantido.

O desejo cresce na ausência.
Não porque aquilo seja mais valioso, mas porque ainda não foi resolvido.

Assim, o que parecia amor, às vezes era ativação.

Não era a pessoa que nos prendia.
Era o estado interno de busca.

Quando conquistamos, o cérebro reduz esse impulso — porque aquilo já não exige esforço, já não representa novidade, já não carrega tensão.
E então confundimos estabilidade com perda de interesse.

Na verdade, são sistemas diferentes operando:

O da conquista busca intensidade.
O do vínculo busca continuidade.

Um produz excitação.
O outro produz construção.

Se não soubermos distinguir, passamos a vida tentando reviver o primeiro, incapazes de permanecer no segundo.

Por isso, muitas vezes, queremos mais aquilo que não temos do que aquilo que já está presente.
Não porque seja melhor.
Mas porque o cérebro foi desenhado para perseguir, não para repousar.

E é aqui que mora o equívoco.

Relacionamentos não são metas a serem atingidas.
São realidades a serem habitadas.

Metas terminam quando são alcançadas.
Vínculos começam exatamente aí.

Quando entendemos isso, algo muda.

Percebemos que não estamos tentando esquecer alguém.
Estamos apenas ensinando o cérebro a encerrar uma simulação que continuava rodando sozinha.

Não precisamos lutar contra o sentimento.
Precisamos retirar a energia da projeção.

O que não aconteceu não precisa ser resolvido.
Precisa apenas deixar de ser continuado dentro de nós.

E, pouco a pouco, o desejo deixa de ser urgência.
A ausência deixa de ser falta.
E a mente, que antes insistia em terminar uma história imaginada, aprende a voltar para aquilo que está vivo — agora, concreto, imperfeito, mas real.

Porque maturidade emocional talvez seja exatamente isso:

Parar de confundir intensidade com verdade.
E escolher, conscientemente, aquilo que cresce com o tempo — não aquilo que apenas nos acende por um instante.

Até seus inimigos precisam estar à sua altura.

Encontre tempo para as coisas que te fazem lembrar o quanto é bom estar vivo.
Eu estou aprendendo isso.
A desacelerar.
A agradecer mais.
A valorizar o simples.
Porque no fim… são esses pequenos momentos que salvam o dia...

Estar sozinho é o sintoma; o vício é apenas a anestesia para uma ferida que não para de sangrar.

— Douglas Santos - Os Viciados Estão Sozinhos! Pare de se fazer de vítima.

Nosso lar deveria começar e terminar na sala de estar.
Por LINA VEIRA
Lembro quando meus filhos eram crianças, eu costumava levá-los para brincar na praia e ver o mar. Lá sempre foi uma extensão da nossa sala de estar.
Eles adoravam, e eu aproveitava para estimular brincadeiras de bola e de corrida na areia, aprimorar os elogios e mergulhar no mundo deles. Eu tive esse privilégio, e eles também.
O caçula, parecia ser o mais sintonizado com ambiente, com o irmão e com seu amor a família, um coração saudoso e amigo tem até hoje. O mais velho, sempre ativo e criativo, gostava de receber os amigos na sala de estar, de passar mais tempo no seu quarto e jogar bola com eles na beira do mar.
Mas o que tem haver ”nosso lar” com esse assunto? A praia em muitas circunstâncias, foi minha sala de estar com meus filhos, nosso momento de mais risadas e conversas, porque o verbo da vida em família precisa ser ESTAR. E “ A verdadeira beleza é com certeza a do interior” do nosso interior. Aquela que dura muito tempo e passa diretamente pelo coração imprimindo o caráter de um ser humano. Reconhecendo o território doméstico. Construindo um lar emocionalmente seguro em um mundo inseguro.
Estar junto em família , foi um dos momentos mais sublimes enquanto eles cresciam, e DEVERIA ser a resposta da pergunta: O que temos para todos os dias?

O lar precisa ser um refúgio , na qual os filhos voltassem repetidas vezes, por se sentirem mais seguros e protegidos. E essa expectativa positiva comunicasse com seguridade que existe uma família. Mas nem sempre é.
Uma família, duas famílias... Um lugar em que as crianças aprendessem o significado de ser responsável e de se importar com o outro, onde o coração e o tempo de todos moram em paz.
- Vamos para o quintal de casa, saiam dos bastidores. O verbo de uma família precisa ser ESTAR.

Compreenda a singularidade de cada filho, eles são ricas descobertas silenciosas da vida. Dê a eles uma memória e cultive seu caráter em vez de garantir que eles pareçam bons diante dos outros. Que fantástico ler isso!
E lembre-se , a sala de estar precisa ser um lugar espontâneo e lembrado para toda vida.
E seu lar, um lugar um lugar onde vocês possam assistir um filme juntos, lavar o carro num dia quente, ter uma refeição surpresa toda semana, jogar de tabuleiro e ser feliz.
Não cedam a coisas que destroem as relações familiares.
Lina VEIRA

E por que não esquecer os outros
que distantes deixaram de estar aqui,
e eu nem percebi...

A distância não é ausência, mas uma pausa que nos ensina o valor de estar juntos.A presença não é apenas estar, é sentir e compartilhar. E o afeto é o elo que sustenta todas as relações humanas, sem ele, nem a distância teria sentido, nem a presença teria valor.