Querer bem e uma Prece que se Reza por Alguem
Os opostos até podem acender uma faísca inicial, gerar aquela curiosidade gostosa que parece novidade eterna. Mas a mesma oposição que encanta no começo costuma se tornar o atrito que desgasta. A chama vira ruído. A novidade vira cansaço.
Uma única decisão precipitada ou impensada tem o potencial de desmantelar anos de esforço, reputação e construção. Esse fenômeno é frequentemente chamado de "Efeito Dominó" ou "Ponto de Inflexão Negativo".
Uma forma negativa de expressar "O poder de uma pequena decisão" seria focar nas consequências prejudiciais ou na perda de oportunidade que podem resultar da negligência ou do adiamento de uma escolha, em vez do benefício.
“O amor é uma ilusão nível Genjutsu. O problema é que eu esqueci como selar os olhos quando olho para você.”
"Melhor que uma verdade gritante é uma verdade nítida; dita com a clareza de quem respeita os fatos e a empatia de quem respeita as pessoas."
“Quando tudo estiver ruim, lembre-se: o fruto de um dia difícil pode ser uma vida ainda mais extraordinária.”
O Triunfo de uma Estrela — Sabrina M. Augusto
Num mundo de sombras, vaidades e falsidades,
onde a inveja vigia e a maldade espia,
ergue-se uma alma de brilho augusto:
força e ternura — Sabrina M. Augusto.
Por trilhas de espinhos que o tempo traçou,
sua essência jamais se ajoelhou.
Mesmo sob golpes de um juízo injusto,
venceu com nobreza Sabrina M. Augusto.
Enfermeira de mãos que devolvem razão,
onde o pulso se cala, renasce a canção.
Se a vida vacila, ela paga o custo:
sopro divino em Sabrina M. Augusto.
Das crianças esquecidas nasceu o primeiro amor,
sorrisos pequenos curando antiga dor.
Dos bichos e plantas, cuidado robusto
habita o peito de Sabrina M. Augusto.
Ouvinte sensível, de conselhos fiéis,
enxerga verdades além dos papéis.
Cresce com ética, sem truque ou susto,
pois honra é caminho de Sabrina M. Augusto.
Se a origem foi dura e a perda foi tamanha,
na falta materna que a alma acompanha,
o Criador, justo, mudou-lhe o arbusto
e ofertou novo colo a Sabrina Augusto.
Quando a mãe Rosa não pôde ficar,
um anjo na Terra veio para amar.
De mãos de ternura e amor por inteiro,
surgiu Cacilda Sarah de Oliveira.
Sem letras nos livros, mas sábia na vida,
fez da educação sua causa erguida.
Criou como filha, com luz verdadeira,
semeando eternidade: Cacilda Sarah de Oliveira.
Hoje repousa nos braços do Pai Celestial, no além,
pois quem planta o amor colhe o bem que vem.
Deixou seu legado, firme e certeiro,
guardiã de Sabrina — Cacilda Sarah de Oliveira.
Sabrina, prossiga: tua fé é teu norte.
DEUS te sustenta, te faz grande e forte.
Que o mundo reconheça teu brilho augusto,
pois o céu caminha com Sabrina Mendonça Augusto.
"O Verdadeiro cristão remido no Sangue de JESUS não é uma peça de porcelana em uma redoma de vidro; ele é o sal que precisa sair do saleiro para dar sabor, É A LUZ que precisa sair do museu PARA ILUMINAR O CAMINHO."
"Se o Calabouço fosse uma Taberna Medieval? O Blind Guardian abriria o portal e o Kamelot assumiria o trono do Metal!"
"Se o Calabouço fosse uma Taberna Medieval? As crônicas do Guardian e o reino de Kamelot fariam do nosso brinde um pacto imortal!"
"O amor que sinto por você não é uma âncora que te prende, mas um porto que te espera. Se o seu coração precisa de silêncio para ouvir a própria voz, eu aceito a espera. Só não esqueça que, enquanto você procura o seu caminho, o meu sempre teve você como destino."
Dentro dele cresce uma sombra que jamais conheceu o sol;
um fruto apodrecido que, mesmo preso ao galho, amadurece apenas para cair.
A Raposa e o Leão
Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?
Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.A Raposa e o Leão
Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?
Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.A Raposa e o Leão
Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?
Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.A Raposa e o Leão
Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?
Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.A Raposa e o Leão
Uma raposa muito jovem, que nunca tinha visto um leão, estava andando pela floresta e deu de cara com um leão.
Ela não precisou olhar muito para sair correndo desesperadamente na direção de um esconderijo que encontrou. Quando viu o leão pela segunda vez, a raposa ficou atrás de uma árvore a fim de poder olhar antes de fugir. Mas, na terceira vez, a raposa foi direto até o leão e começou a dar tapinhas nas costas dele, dizendo:
– Oi, gatão! Tudo bom?
Moral da história:
Da familiaridade nasce o abuso.
Estar, nao é o mesmo que reviver aquilo que já foi, mass é uma forma de reconectar o presente com o passado.
No peito há medo e coragem a pulsar,
uma mistura que não se pode negar.
O coração chama, quer se libertar,
a alma sussurra: “é hora de tentar”.
Buscar o novo não é jamais errado,
desejar horizontes é ato sagrado.
Amor é abrir portas, mesmo assustado,
mesmo com vento forte e caminho incerto traçado.
Você leva quem ama, cuidado e luz,
responsabilidade e esperança conduzem sua cruz.
Cada passo consciente, cada sonho que seduz,
amor que guia, que acalenta e reluz.
Muita gente se esconde atrás do “dar tempo”
como se fosse uma solução mágica.
Mas o tempo, sozinho, não resolve laços, não reconstrói afeto, não apaga mágoa.
Relação é feita de presença, de palavra dita, de atitude.
O “dar tempo” às vezes é só medo de encarar
o que precisa ser encarado,
e aí o que acontece? O sentimento esfria,
a pessoa se perde, o vínculo quebra.
A FEBRE
Quando o sol se despede,
uma chama se acende em mim,
não de calor do dia,
mas de um fogo que vem de dentro,
sutil, insistente,
que me envolve no escuro.
Durante o dia, rio e caminho,
o mundo me segura, me distrai,
mas a noite… ah, a noite
me consome como brasa viva,
sussurra meus medos,
faz dançar a febre que carrego.
Procuro a calma nos lençóis,
na respiração que estica e solta,
no silêncio que às vezes dói,
mas que me ensina a ouvir
a voz do meu próprio peito,
a poesia da minha febre,
que queima e revela
quem eu sou quando ninguém me vê.
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