Querer bem e uma Prece que se Reza por Alguem

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O pensamento é um visitante que traz encomendas!
A lembrança é uma visitante que conta histórias pretéritas!
A saudade é uma visitante que traz um violão e canta canções que fazem chorar!
O amor ele veio e ficou, não visita, ele mora!

Muitas vezes sentimos que estamos parados na vida.


Porém, algumas fases são como fazer uma bicicleta na academia. Apesar de parecer parados, estamos em movimento. É um movimento que nos faz crescer, nos faz mais fortes.


E quando for o tempo de andar de bicicleta ao ar livre, estaremos bem mais preparados.

Tem gente que é feliz sofrendo, uma forma de ânimo para viver.

Professora Jacy,


Eu queria lhe explicar com calma uma coisa que, para muita gente, parece exagero quando a pessoa fala, mas é real: o sentimento de rejeição não nasce do nada. Ele pode começar muito cedo, antes mesmo da gente entender o mundo.


Na década de 60, o mundo girava de outra forma. Existia uma cultura muito dura com as mulheres e com as crianças. Muitas famílias viviam na pobreza extrema, sem apoio, sem orientação, sem saúde emocional, sem planejamento familiar. Muita gente tinha filhos em sequência, no automático, porque era assim que se vivia. E criança, naquela época, muitas vezes não era vista como sujeito, como pessoa com necessidade de cuidado e proteção. Era só “mais uma boca”, e pronto.


Quando uma criança nasce dentro de um ambiente de briga constante, abandono, desestrutura, medo e falta de afeto, ela cresce sentindo que não tem lugar. Às vezes nem precisa alguém dizer “eu não te quero”. A rejeição se forma pelo clima: silêncio, ausência, descuido, humilhação, falta de acolhimento, falta de segurança.


No meu caso, a história familiar começou com conflitos graves entre meus pais. Ainda no ventre, eu já estava dentro de uma casa sem paz, sem estrutura emocional. Depois disso, veio um período de abandono e separação. Eu cresci com marcas dessa desorganização familiar, e isso mexe com a cabeça e com o coração de qualquer criança.


E tem outro ponto importante: quando uma criança é criada por alguém que não tem preparo emocional, ou que vê a criança mais como obrigação, ou como alguém para “servir” dentro de casa, essa criança aprende cedo que o amor é condicionado. Ela aprende que precisa ser útil para merecer presença, comida, atenção, carinho. E isso é um tipo de rejeição também. Porque a criança entende que, se ela não for “boa” ou “útil”, ela não vale nada.


Então, professora, quando eu digo “me senti rejeitado”, eu não estou falando só de um momento específico. Eu estou falando de uma construção. É como uma ferida que vai sendo alimentada com o tempo: abandono, desatenção, falta de colo, falta de escuta, falta de segurança, falta de carinho. E depois, na vida adulta, a pessoa vira alguém que tenta compensar isso do jeito que dá: trabalhando demais, buscando aprovação, se doando, se cobrando, se sentindo sempre “a menos”, mesmo quando está fazendo o melhor.


Eu quis lhe explicar isso porque eu confio na senhora e eu respeito sua sensibilidade. Eu não estou pedindo pena, nem justificando nada. Eu só estou mostrando o contexto para a senhora entender como certas dores não começam na fase adulta. Elas vêm de muito antes, lá de trás.


Obrigado por me ouvir.
Fernando Kabral




7 de janeiro de 2026


9:35

O excesso de tecnologia é real, mas pode ser uma experiência de conhecimento imersiva, onde você pode experimentar várias formas de saber no seu conforto.

O autocuidado e seus variados tópicos não são exageros, vivemos em uma época exaustiva, se cuidar, é mais que se amar. É um ato de sobrevivência meio ao caos, seja você sua paz!

A arrogância não é uma máscara inquebrável.

Em uma manhã de novembro…Exatamente assim você surgiu em
minha vida. Chegou leve, tranquilo, alegre. Conversas que se iniciaram e como um som de uma música favorita, era gostoso de ouvir. Veio sem planos, trouxe acalento para um coração deturpado.
Os sorrisos para quem sentia a necessidade de guardar, foram fluindo naturalmente…Desde o primeiro abraço, ao primeiro beijo do nosso primeiro encontro, uma chama acendida. Algo que jamais era esperado estava acontecendo, sem planos. O coração pulsava mais forte, o suor nas mãos, o brilho nos olhos, o aquecer do abraço, o calor do corpo, o sabor dos beijos, uma conexão intensa, um acalentar na alma. Sensação de proteção nos braços de um grande homem. A maturidade na fala, a sutileza nas ações, a dedicação em deixar tudo mais incrível.
O carinho acompanhado de cuidado, um Porto Seguro para quem tanto procurou até ser encontrado quando menos se esperou, Um Amor De Paz, Um Amor Para a Vida.

“O maior medo que eu tenho de uma discussão é que a primeira coisa a ir embora é a razão.”
— Dionísio Oliveira

“Entre os Livros e a Natureza existe uma infinidade de aventuras.”
- Ane Almeida

⁠"Uma maçã podre pode estragar um barrio todo, mas maçãs maduras fazem o dono ficar com medo"

"Ao estudar um pouco de astronomia, descobrir que eu sou ateu, porém de uma forma extremamente diferente: não consigo acreditar que Deus não exista. Cristo rege todo universo!"

A vida é uma construção feito uma casa que você põe um tijolo sobre o outro e se você deixar de sobrepor esses tijolos ela pode até não cair mais fica torta!

A adversidade não é um obstáculo, é uma oportunidade para crescer.

Cada desafio de hoje é uma chance de aprimorar meu caráter.

O plantão será
uma bênção!

"Um boato é uma semente de discórdia. Lançada ao vento, cresce no jardim alheio e sufoca toda a flor de uma amizade sincera."

Viver. Uma palavra curta, porém complexa. Afinal, o que é viver? Não seria uma única realização capaz de responder a essa pergunta?

Quando eu fui privada de liberdade, por uma condição clínica psiquiátrica, eu percebi rapidamente a lógica da instituição: "Salve-se quem puder". E comecei a travessia, não bonita como em uma obra de Guimarães Rosa, mas atravessada pela dor e violência simbólica contínua. Eu percebi que a minha existência incomodava e tentei me fazer invisível o máximo que pude. Percebi que era proibido ter insônia e me mantinha acordada deitada na cama, ainda que meu ser pedisse circulação. Recusar um cigarro? Proibido. A recusa poderia resultar em agressão física. E eu perguntava a Deus, por que eu não podia olhar o céu, porque havia um muro alto com arame farpado e seguranças na porta. E chorei, não como que derruba lágrimas, foi um choro interno, que inundou minha alma. Eu estava sozinha em um lugar onde o terror era naturalizado. O meu silêncio profundo foi patologizado. Ela não melhorou. E eu segui me desviando da violência, sem palavras, sem chão, sem aplausos. Recusei a comida, como quem recusa a vida. E engolia os remédios com pressa, para não ser repreendida. Minha alma chorava e não havia céu no horizonte, apenas pessoas brutalizadas, que confundiam o meu silêncio com apatia. E o meu olhar era quase uma oração: "Senhor Deus que eu creio, livrai-me desse destino". E a oração se seguia de um desespero catatônico. Nesse lugar, de que me serviam os livro que eu li? Ali eu era um número, conveniente o suficiente para me calar. Muito mais eu poderia dizer desse lugar e de mim. Mas deixo o passado e suas sombras. Estou na minha casa em silêncio e grande vitória é a chave da porta. Quem nunca passou por uma internação agressiva, talvez nunca entenda minha palavras, e nunca saibam que a palavra 'Liberdade' é sagrada. E diz tudo aquilo que o sistema cala. Sobrevivi, inteira o suficiente para narrar minhas memórias. E sei com clareza absurda a hierarquia das nessecidades humanas. E o amor romântico não entra nessa equação. É um luxo facilmente descartável. E a saúde e a dignidade são absolutamente inegociáveis. Sigo firme e forte, o que não me mata, aumenta minha Lucidez.

A guerra é uma perversidade que apenas o ser humano, adoecido pelo ódio, pela ganância e pela indiferença, é capaz de praticar contra seus semelhantes.