Querer bem e uma Prece que se Reza por Alguem

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... o bem viver
não se limita ao pleno proveito
das nossas emoções, tampouco se resume
aos rígidos preceitos da razão; visto que optar
apenas por umlado — emoção ou razão — nos sujeitaria à não resposta de uma súbita
amargura, ou à fria indiferença...
Sofreríamos, sobretudo, das
agrurasde uma vida
'manca'!

... se primeiro,
como dizem,partirão os bons,
isso significa que bem cumpriram
a sua tarefa — quanto aos maus, como
dizem, demandarão mais tempo no
intuito de se depurarem dos
próprios abusos e
miasmas!

... quando
um princípio se revela
bem à frente em relação ao
nosso discernimento, na verdade,
é o nosso discernimento que
está atrasado em relação
a ele!

... extrair
do homem comuma ilusão,
bem como seus embaraçosos fiascos, é
desconhecer ou mesmo desacreditar aquele que, sem dúvida, é o mais eficaz dos fundamentos que esculpem a
suafelicidade: a própria
experiência!

... salienta a
'filosofia do espírito'que um
eloquente e bem-posto minuto de silêncio suplanta com folgahoras e mais horas
deoratóriasbarulhentas
evazias!

... um bem-posto
senso de prosperidade, que deságue
numa bem-construída abundância, deve
respeitar os limites do necessário — alheio,
portanto, aos degradantes excessos
e desperdícios!

"Se sentir invejado é bem próprio daquele que não consegue arcar com a responsabilidade do seu fracasso!"

☆Haredita Angel

Colherás!
"Cuida bem dos caminhos por onde passas...
Passando devagar...
Plantando paz, luz e bem...
Transformando-os!
Eternizando-os!
Um dia voltarás por estes mesmos caminhos...
Claro, não serão mais os mesmos...
Tampouco tú!
Porém de tudo o que plantastes...
COLHERÁS!
☆Haredita Angel

-Todo mundo quer ser amado; esquecendo que isso
é privilégio de bem poucos.
-Que tal começar pelo começo?
AMANDO!

☆Haredita Angel

-Quando eu te vi pela primeira vez...
É bem certo que eu duvidei.
Na verdade você parecia um sonho!
E eu tão indecisa e imatura,
que me surpreenderia se aquele nosso lance durasse.
Mas, naquele instante eu te amei...
Então, você chegou outra vez..
e eu te olhei, e de novo te amei...
Pelas minhas incertezas e tuas inconstâncias...
será que não dá prá você fazer-me possuir
a certeza de que você possa amar-me novamente e constantemente?

☆Haredita Angel

-Ah, se eu pudesse...moraria num lugar bem estranho.
Tão estranho quanto eu!

☆ Haredita Angel

"A cota de responsabilidade da mulher na natureza do aborto delituoso, é bem maior que a do homem.
Pois nos anáis do céu ela jurou solenemente honrar
com nobreza o 'dar a luz'!"

☆Haredita Angel



☆Haredita Angel

"Se você se apresenta como aquilo que você não é,
você está bem atrasado nos caminhos de Deus."

☆Haredita Angel

DAS PRENDAS DO LAR.


UM BANHEIRO BEM LIMPINHO
É MAIS SAUDÁVEL QUE UM CASAL FIEL.

DAS PRENDAS DO LAR.


UM TAPETE BEM LIMPO NA PORTA
DE ENTRADA DE UM APARTAMENTO DEMONSTRA REIPEITO E SAÚDE.

DAS PRENDAS DO LAR.


A MÃE DE FAMÍLIA
É PENSADORA EFICAZ.


SABE MUITO BEM
QUANDO DURA
UM BOTIJÃO DE GÁS.

⁠⁠Às vezes, tudo que precisamos para cairmos nos braços do Pai é só um
tombo bem tomado.


Há quedas que ferem o corpo, outras esmagam até o orgulho.


Algumas arrancam de nós aquilo que passamos anos tentando sustentar diante do mundo: a falsa sensação de controle, a autossuficiência, a ilusão de que conseguimos carregar a vida nos ombros sem precisar de ninguém.


E talvez seja justamente aí que muitos finalmente encontrem Deus — não no auge da própria força, mas no limite dela.


Porque, enquanto tudo parece funcionar, é comum confundirmos conquistas com capacidade absoluta, vitórias com invulnerabilidade e caminhos desbravados com mérito exclusivo.


Mas, quando a vida desaba, quando os planos falham, quando a dor atravessa as certezas e o chão desaparece sob os pés, há uma verdade difícil de ignorar: somos muito menores do que imaginávamos.


E é curioso como, muitas vezes, o colo de Deus só se torna perceptível quando todas as outras seguranças falham.


Não porque Deus precise da nossa dor para se aproximar, mas porque há barulhos dentro de nós que só o silêncio do sofrimento consegue interromper.


Há arrogâncias que só a queda desmonta.


Há corações tão endurecidos pela vaidade, pela revolta ou pela distração que apenas um tombo bem tomado é capaz de fazê-los olhar para cima novamente.


Ainda assim, até na queda existe graça.


Graça por permanecer vivo…


Graça por não enlouquecer…


Graça por encontrar amparo onde antes havia apenas desespero…


Graça por descobrir que Deus continua acolhendo até quem passou anos fugindo d’Ele.


Mas existe um perigo muito tentador depois do recomeço: transformar a misericórdia recebida em troféu pessoal.


Como se a restauração fosse um certificado de superioridade espiritual.


Como se Deus tivesse escolhido alguns por serem melhores, mais dignos ou mais especiais que os outros.


Quem realmente conhece a graça entende que ela não humilha os caídos para exaltar os restaurados.


Pelo contrário: ela lembra diariamente que ninguém se sustenta sozinho.


Por isso, testemunhar o bom e misericordioso Deus exigemuita honestidade.


Exige reconhecer que foi socorrido, não premiado.


Que foi alcançado, não priorizado.


Que o milagre não aconteceu porque havia merecimento suficiente, mas porque houve amor e misericórdia suficiente da parte do Pai.


E talvez uma das principais responsabilidades de quem foi levantado por Deus seja impedir que outros pensem que a fé é recompensa para perfeitos, quando na verdade ela sempre foi abrigo para necessitados.


⁠Que todos quantos experimentarem a graça de cair no colo de Deus sejam fiéis e leais o bastante — em atos e palavras — ao ponto de não deixar ninguém confundir graça com merecimento ou sorte!


Graça e Paz!

⁠Se os pilantras não divergissem, não se traíssem nem se digladiassem, os de bem da boca para dentro só fariam para pagar a conta.

Há um detalhe curioso na engrenagem da corrupção humana: raramente ela cai por virtude coletiva.

Quase sempre desmorona pelo ego dos próprios corruptos.

O silêncio, a fidelidade e a cumplicidade entre os desonestos duram apenas enquanto os interesses caminham lado a lado.

Basta faltar espaço na mesa, poder no bolso ou protagonismo no palco para que a fraternidade do oportunismo se transforme em guerra aberta.

É por isso que tantos esquemas vêm à tona, não pela força moral de quem combate, mas pela vaidade de quem participa.

O pilantra suporta dividir o lucro; o que ele não suporta é dividir o comando.

E quando a ambição entra em conflito com a cumplicidade, surgem os vazamentos, as delações, os arquivos esquecidos, os aliados transformados em inimigos históricos da noite para o dia.

Enquanto isso, existe também o “homem de bem” performático — aquele honesto da boca para fora que condena a sujeira em público, mas a tolera em privado, desde que seu lado continue vencendo.

É o moralista de conveniência, cheio de valores da boca para fora, indignado seletivo, que chama de princípio aquilo que, no fundo, é apenas preferência política, ideológica ou tribal.

Esse tipo não combate o sistema; apenas deseja ocupar uma cadeira melhor dentro dele.

Se os desonestos fossem minimamente disciplinados entre si, talvez a sociedade jamais enxergasse as rachaduras do teatro.

Porque muita verdade não aparece pela busca sincera de justiça, mas pelo colapso inevitável da confiança entre aqueles que jamais souberam ser leais a nada além de si próprios.

No fim, parte da esperança social repousa numa ironia desconfortável: a ganância dos maus frequentemente faz muito mais para expor a podridão do que a coragem dos bons acomodados.

⁠Talvez se os “de bem” se libertassem da hipocrisia, já seria o bastante para resolver metade dos problemas no mundo.


Isso incomoda porque expõe uma contradição silenciosa: o rótulo de “bem” muitas vezes não nasce de virtude, mas de conveniência.


É mais fácil vestir a moral como um uniforme do que praticá-la como um exercício diário.


A hipocrisia, nesse cenário, deixa de ser um desvio e passa a ser um mecanismo de proteção — um escudo que permite condenar no outro aquilo que não se quer reconhecer em si mesmo.


Há uma espécie de conforto em apontar o erro alheio.


Ele cria a ilusão de superioridade sem exigir transformação.


Enquanto isso, a coerência — essa sim, exigente — cobra silêncio antes do julgamento, escuta antes da reação, e, principalmente, revisão antes da acusação.


Não é à toa que ela é tão rara.


O problema não está apenas nos que erram, mas nos que se absolvem com facilidade demais.


Porque quando a régua moral muda de acordo com o interesse, o conceito de “bem” se torna elástico, moldado pela conveniência e não pela consciência.


E aí, o discurso vira palco, mas a prática continua nos bastidores — muitas vezes em desacordo com tudo o que se defende em voz alta.


Libertar-se da hipocrisia não é só um gesto grandioso, é um exercício muito incômodo.


Exige reconhecer falhas sem terceirizá-las, alinhar discurso e atitude, e abrir mão da necessidade constante de só parecer certo.


Talvez por isso seja tão evitado: porque é mais difícil ser íntegro do que parecer correto.


Se metade dos problemas do mundo nascem dessa incoerência cotidiana, então a solução não está em grandes revoluções, mas em pequenos alinhamentos.


Menos discurso inflamado, mais prática silenciosa.


Menos julgamento, mais autocrítica.


Menos aparência de virtude, mais esforço real para vivê-la.


No fim, não é sobre deixar de errar — isso é inevitável.


É sobre deixar de fingir que não erramos.


Porque, talvez, o verdadeiro “bem” comece justamente onde termina a necessidade de parecer bom.


Sem a covardia de muitos que se julgam bons, os maus jamais subsistiriam.

⁠Às vezes é preciso aprender a abraçar a Solitude bem apertado para fugir do abraço apertado da Solidão.


Existe uma diferença muito silenciosa entre estar Só e sentir-se Sozinho.


A Solidão, muitas vezes, chega metendo o pé na porta, sem ao menos pedir licença.


Ela pesa, esvazia, faz companhia aos medos e ainda alimenta a sensação de abandono.


Já a Solitude é uma escolha consciente: é o encontro consigo mesmo, o espaço onde o silêncio deixa de ser inimigo e se torna um mestre.


Aprender a abraçar a Solitude é entender que nem toda ausência representa perda.


Há momentos em que precisamos nos afastar do barulho do mundo para ouvir a voz da nossa própria essência.


É nesse recolhimento que redescobrimos quem somos, quais são nossos valores e o que realmente merece permanecer em nossa vida.


Quem teme estar sozinho acaba, muitas vezes, aceitando companhias que ferem, ambientes que sufocam e relações que ofuscam ou apagam sua luz.


Mas quem aprende a apreciar a própria presença não busca pessoas para preencher vazios; busca para compartilhar a plenitude que construiu dentro de si.


A Solitude não elimina a necessidade de amar ou de ser amado.


Muito pelo contrário, ela ensina que o amor mais importante é aquele que nos permite permanecer inteiros, mesmo quando ninguém está por perto.


É desse amor-próprio que nascem relações mais saudáveis, livres da dependência e do medo.


Talvez o maior desafio da vida não seja encontrar alguém que nos complete, mas tornar-nos completos o suficiente para que a presença do outro seja uma escolha, e não uma necessidade.


Porque, no fim das contas, é preciso aprender a abraçar a Solitude para fugir do abraço da Solidão — e descobrir que a melhor companhia que podemos cultivar é a nossa.