Querer bem e uma Prece que se Reza por Alguem

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Conseguir uma coisa e ter a sabedoria para usá-la... são posições bem diferentes.

Amar

Namorar é bem mais que um beijo na boca, um status para os outros ou um pedaço de prata envolta do dedo... Tudo isso é bem mais que um simples "eu te amo".
Namorar envolve duas pessoas, duas famílias, sentimentos verdadeiros, qualidades, defeitos, momentos bons, momentos ruins e a vontade de querer estar perto a todo momento. É o frio na barriga e o não conseguir deixar a pessoa se afastar de você. Isso é amar... Respeito, lealdade, fidelidade, tempo, dedicação confiança e principalmente SINCERIDADE...
Esses são os princípios de amar alguém.

Slá, só mais um café.

⁠Eu quero você, bem perto de mim, vem logo, vem! Quero te abraçar, quero te beijar, quero te amar, de novo!

Por que tem pessoas que aparecem assim de repente e mexem com nossa mente, Mesmo você estando bem consistente se sentindo plenamente, te abala emocionalmente e te deixa impaciente, com um toque de descrente com um gostinho
De querer mais.

Sou muito grata a Deus por seu interesse em meu bem, e não em me dar o que eu queria.

Lisa Bevere
Forte: devocionais para experimentar uma vida poderosa e apaixonada. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2020.
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O meu “estou bem” significa que estou de pé, estou respirando, andando, sentindo, mateando, mas não significa que estou feliz.
— Me faltas tu.

O silêncio é uma camada protetora sobre a dor.

E quando o mundo parece cair sobre sua cabeça, sempre tem alguém que vai te fazer sorrir mesmo sem motivos!

Me apaixonei por uma Vampira - Edgi Carvalho.

Estava impotente, largado no chão
Alguém roubou minha voz
Tinha sangue em minha mão
Tinha cadáveres em minha frente
Uma mulher em minha mente
E um vulto muito veloz

Rasgaram a minha roupa
Beijaram a minha boca
Enquanto ela sangrava
Mas não via ninguém
Ouvia gritos chamando por alguém
Em cima de mim um Corvo cantava
Mal presságio? Ainda bem!

Muitos corpos estendidos
Com os sangues exauridos
E aquela ave necrófaga
Não parava de me olhar
Comecei a arrepiar
Uma neblina levantava
Então a ave voava
E pararam de gritar.

Na neblina surgia alguém
Muito linda, usava vestido preto
Batom de intenso vermelho
Contorno escuro nos olhos
Pele banhada por óleos
Dai me pus de joelho.

Me apaixonei no exato momento
Em que olhei nos seus olhos de cor clara
Minha respiração quase que para
Possas pensar que seja mentira
Sendo assim eu só lamento
Não teres fé em meu afirmamento
Mas me apaixonei por uma vampira.

Beijo com gosto de sangue, porém quente
Pele macia, cheia de magia
Me hipnotizou, dominou minha mente
Mesmo mordendo minha carótida
Me deixou muito contente.

Há muitas luas eu só via dor
E corpos desfigurados
Sangues derramados
E um Corvo assutador
Mas quando ela chegou
Com o azul do seu olhar brilhando
Já fui logo me apaxonando
E conheci o tal amor.

Um amor maluco que não pude evitar
A qualquer momento seria outra vez mordido
Mas encontrei um abrigo
Em alguém que pode me matar
O seu cheiro forte de morte
E sua voz poderosa me inspira
Em meio as trevas tiver a sorte
De me apoixonar por uma vampira.

O homem não é feliz senão por querer e inventar.

Émile-Auguste Chartier
ALAIN, Propos sur le bonheur, J. Fabre, 1925

Economia significa ficar sem alguma coisa que se deseja intensamente, caso um dia se venha a querer algo de que provavelmente não se terá necessidade.

Eu nunca fui uma moça bem-comportada.
Pudera, nunca tive vocação pra alegria tímida ou pro amor mal resolvido sem soluços.
Eu quero da vida o que ela tem de cru e de belo. Não estou aqui pra que gostem de mim. Estou aqui pra aprender a gostar de cada detalhe que tenho. E pra seduzir somente o que me acrescenta.
Adoro a poesia e gosto de descascá-la até a fratura exposta da palavra.
A palavra é meu inferno e minha paz.
Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que me deixa exausta.
Eu sei sorrir com os olhos e gargalhar com o corpo todo.
Sei chorar toda encolhida abraçando as pernas.
Por isso, não me venha com meios-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa. Venha a mim com corpo, alma, vísceras, tripas e falta de ar...
Eu acredito é em suspiros, mãos massageando o peito ofegante de saudades intermináveis, em alegrias explosivas, em olhares faiscantes, em sorrisos com os olhos, em abraços que trazem pra vida da gente.
Acredito em coisas sinceramente compartilhadas.
Em gente que fala tocando no outro, de alguma forma, no toque mesmo, na voz, ou no conteúdo.
Eu acredito em profundidades.
E tenho medo de altura, mas não evito meus abismos.
São eles que me dão a dimensão do que sou.

Para uma mente bem estruturada, a morte é apenas uma aventura seguinte.

Bem, ele pode ter todo o dinheiro do mundo, mas tem uma coisa que ele não pode comprar... Um dinossauro!

Frio? Calculista? Não! Apenas analiso bem as situações antes de tomar uma atitude precipitada, agindo com sentimentalismo. Sou racional, impulsiono meus atos sob o controle da mente, não do coração; mas isto não quer dizer que eu não tenha sentimentos.

Entenda bem: não me veja tentando reatar uma história de amor já bastante espatifada (ou talvez sim, mas você não me deu chance e a coisa mais saudável que eu podia fazer era entrar noutra). Acontece que, com ou sem cama, gosto profundamente de você.

Não é sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade doente.

Não sei bem o que dizer sobre mim. Não me sinto uma mulher como as outras. Por exemplo, odeio falar sobre crianças, empregadas e liquidações. Tenho vontade de cometer haraquiri quando me convidam para um chá de fraldas e me sinto esquisita à beça usando um lencinho amarrado no pescoço. Mas segui todos os mandamentos de uma boa menina: brinquei de boneca, tive medo do escuro e fiquei nervosa com o primeiro beijo. Quem me vê caminhando na rua, de salto alto e delineador, jura que sou tão feminina quanto as outras: ninguém desconfia do meu hermafroditismo cerebral. Adoro massas cinzentas, detesto cor-de-rosa. Penso como um homem, mas sinto como mulher. Não me considero vítima de nada. Sou autoritária, teimosa, impulsiva e um verdadeiro desastre na cozinha. Peça para eu arrumar uma cama e estrague meu dia. Vida doméstica é para os gatos. (...)

Tenho um cérebro masculino, como lhe disse, mas isso não interfere na minha sexualidade, que é bem ortodoxa. Já o coração sempre foi gelatinoso, me deixa com as pernas frouxas diante de qualquer um que me convide para um chope. Faz eu dizer tudo ao contrário do que penso: nessas horas não sei onde vão parar minhas idéias viris. Afino a voz, uso cinta-liga, faço strip-tease. Basta me segurar pela nuca e eu derreto, viro pão com manteiga, sirva-se.

Sou tantas que mal consigo me distinguir. Sou estrategista, batalhadora, porém traída pela comoção. Num piscar de olhos fico terna, delicada. Acho que sou promíscua, doutor Lopes. São muitas mulheres numa só, e alguns homens também.

Martha Medeiros
MEDEIROS, M. Divã. Rio de Janeiro: Objectiva, 2002.

Quando se quer bem a uma pessoa a presença dela conforta. Só a presença, não é necessário mais nada.

"pode haver uma grande história por trás de um estou bem..."