Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra

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Pesada é a pedra, e a areia também; mas a ira do insensato é mais pesada do que elas ambas.
Provérbios 27 : 03

Eu não entendo, por que não consigo ser um coração de pedra , queria poder ser igual a todos, ser diferente parecia ser tão bom , mais na realidade não é , nada dá certo todos te acham estranho , te tratam diferente , ninguém te entende , sabe o que você passa , o que pensa , ninguém entende sua forma de se preocupar com as pessoas , ninguém entende a sua forma de amar , que na teoria seria a forma correta , porém o mundo é tão mudado que o correto é errado , parece que nos dias de hoje quem da amor está errado , mais como assim ?
Você ser errado por praticar o certo ?
Vivemos em um mundo de aparência em que um quer viver para mostrar que está melhor que o próximo , não que está de bem com a sua vida , mais com o passar do tempo você aprende que essas coisas "populares" não valem de nada , mais infelizmente é o que é praticado , relacionamento de fachada , amizade por interesse , são coisas que nos dias de hoje são normais , mais não entendo por que eu fui um ponto fora dessa curva , talvez seja que há de acontecer algo bom na minha vida , ou pode ser que eu seja só um ponto mesmo , mais eu sei que não adianta reclamar , pois bem ou mal esse sou eu , "cheio de manias , todo dengoso e sei que não sou gostoso "todo dia procuro me entender saber por que sou assim , pergunto a Deus o por que de ser diferente , o por que de se doar muito as pessoas , o por que amar assim ? Tão acintosamente , me doar tanto pelos outros , esse tal tipo que na teoria seria a pessoa perfeita , mais que na pratica não tem um pingo de perfeição , eu só queria me entender , saber se esse sou eu de verdade , se nasci assim ou fui forjado assim , mais será que era pra ser assim ?

⁠Somos uma pedra bruta e o tempo é o escultor que tenta nos polir usando as intempéries como ferramentas.

O sábio aprende até com a pedra no caminho.

Sou pedra bruta e busco o vento para erodir.
Com suavidade e paciência
Minhas arestas esculpir.
Para toda eternidade, assim
seus feitos em mim perpetuar.

Pensei em você por toda a cidade. A cada passo que dei, pisando em terra, pedra, grama ou asfalto, se deixei alguma pegada impressa ou apenas solado, não me importa. Mesmo que meus passos, por tantas vezes, me distanciem de você, sinto, todo o tempo, sua presença por perto.⁠

A montanha acordou antes mesmo de lembrarem que ela tinha nome, não era pedra, era silêncio acumulado em camadas. No meio dela existia uma floresta lilás que parecia bug visual do universo, como se o céu tivesse dado erro e deixado sua cor espalhada ali. Borboletas cor de neon cruzavam o ar como notificações urgentes, brilhando demais para serem ignoradas, enquanto o químico Otto misturava fórmulas invisíveis em frascos vazios, dizendo que toda reação começa onde aparentemente não tem nada. Aviões cortavam o horizonte como se estivessem assinando o próprio destino no céu, sem explicar partida nem chegada. E lá no improvável, havia uma cachoeira no meio de desertos cheio de flores, água escorrendo contra a lógica e pétalas nascendo da areia seca como se o impossível fosse só questão de perspectiva. Nada parecia fazer sentido, mas tudo funcionava perfeitamente dentro de uma matemática secreta: a montanha sustentava o vazio, a floresta lilás provava que cor também é argumento, as borboletas neon iluminavam o que ninguém queria ver, Otto entendia que caos é só ciência em processo, os aviões voavam para dentro do silêncio e o deserto florescia porque sempre soube que era jardim antes de ser ausência. Era estranho, era confuso, mas era exatamente assim que precisava ser.

A Pedra da Rotina


Botar mais liberdade na rotina
Coloca-nos o rosto no presente
nos faz mais sábios e inteligentes
Liberta-nos dos olhos a menina


Afasta o tédio que nos contamina
Altera o ritmo não envolvente
Motiva-nos sempre a olhar pra cima
Sem tropeçar na pedra que há na frente


Porque quando agimos sem pensar
Podemos entrar em anestesia
E mal acostumar nossa visão


Mas tudo pode ter mais alegria
Se mesmo ao repetir uma ação
Mudarmos nosso modo de olhar

RUA




A rua mastiga os homens: mandíbulas de asfalto, argamassa, cimento, pedra e aço.


A rua deglute os homens: e nutre com eles seu sôfrego, onívoro esôfago.


A rua digere os homens: mistério dos seus subterrâncos com cabos e canos.


A rua dejeta


os homens: o poeta,


agiota, o larápio,


bêbado e o sábio.

⁠Hoje eu entendo…
cada pedra que me fez tropeçar
também me ensinou a enxergar mais longe.
Cada volta inesperada,
foi só a vida me ensinando o caminho certo —
mesmo que por atalhos tortos.

Com o tempo, aprendi a agradecer…
até pelo que parecia perda.
Porque tudo, de algum jeito manso,
se transforma em bênção
quando a alma está disposta a crescer.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

⁠Como a água que gotejando faz um furo na pedra, devemos ser persistentes.

Lapidar
"" Moldar a pedra bruta
cheia de vida
tal qual o brilho
da rua
num instante
o pormenor
da lua
brilhante...

" Nem tentei desviar da pedra, ela era preciosa...

Que jogo estrando: a pedra anda em caminho escuro e vai pegando outras pedras desprotegidas... Mas no final vira dama!

Inserida por donizetedecastilho

Quando você pediu que eu fosse embora eu agarrei uma pedra, não pra jogar em você, eu guardei no bolso pra nunca esquecer que um pedaço do seu coração esteve guardado comigo.

Inserida por JessicaOliver19

"Maturidade é saber jogar pedra em comeia de abelha sem se deixar picar."

Inserida por AlessandroOLIVEI

Segundo a palavra,
A regra é de lei
O templo é de pedra
A casa é do rei
A água é sagrada,
A salvo do mundo
O tempo é escasso
Em cada segundo.

Inserida por AlvaroAzevedo

Havia uma pedra no caminho, no caminho havia uma pedra.

Inserida por fatima_paim

VOZ FANTASMAGÓRICA

Minha voz gritou tão alto.
Mas eras feito de pedra
não podias me ouvir.
Eu tinha uma linda canção
feito orvalho a cair nas folhas.
E dizia: Ama-me! Ama-me!
Quem sabe um dia eu já nem cante,
mas ouças a canção sussurrada
a murmurar em seus ouvidos:
__Ama-me! Ama-me!
Ou, ainda quando ouvires o ruído
d’orvalho a cair nas folhas,
poderá lembrar da minha voz
que um dia gritou tão forte,
desesperadamente:
__Ama-me! Ama-me!
Docemente, fantasmagoricamente,
nas noites frias, em seus ouvidos de pedra.

Inserida por joanaoviedo

Só aprendi que pedra cortava os pés quando comecei a andar descalço, e assim fui seguindo até encaliçar o solado dos meus pés.

Inserida por rickrd001