Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra

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Honrar, sim — mas não de forma cega. Quem honra sem refletir a quem, por quê e para quê, corre o risco de cair no abismo da decepção.

Quem sussurra aos ouvidos de Deus por meio da oração protege os próprios ouvidos dos sussurros do diabo na hora da tentação.

«» Quem conhece Jesus
come pão com água e dá glória a Deus.





Quem não o conhece,
até comendo picanha, murmura. «»

Uma coisa para evitar, duas para nunca fazer:


1. Não confie em quem pratica o mal
2. Não seja amigo de quem zomba dos outros
3. Nunca perca a fé em Deus

Ira santa corrige.
Ódio, nunca.


Quem ama em Deus te corrige, mas não te rejeita.

👨‍👧‍👦 É você quem gera e educa os filhos.


🙌 Mas é Deus quem livra, honra e salva.

Quem busca um homem adúltero, adúltera se torna; e quem busca uma mulher adúltera, adúltero se torna.

É sobre.


O amor é sobre
quem sabe te acolher
nos momentos ruins.


É sobre
quem te faz nadar
em rios de sentimentos bons.


É sobre
quem te faz enxergar que a vida
vai além do início, do meio e do fim.


O amor é sobre quem sabe cuidar e te fazer feliz.

Político algum lhe faz favores; quem deve favores é ele, pelo o bom emprego que conseguiu. Cabe a ele agradecer o salário que recebe, trabalhando honestamente para o povo.


Benê Morais

⁠Às vezes, o vilão é visto como tal apenas porque sua história é narrada por quem é erroneamente exaltado como herói.

Gasta o teu silêncio a comunicar com o silêncio de quem te escuta.

⁠Proibido: esperar por quem não espera por ti.

Quem procura
a própria luz
descobre a cura;
quem persegue
a luz dos outros
propaga a inveja.

Quem ouve a rouquidão
do mar aprende a arte
de ser infinito.

Quem entende
a profundidade da
caminhada,
não teme o desvio.

Quem domina a competência compreende a dedicação — e é aí que começa a excelência.

Quem lê acumula mundos; Quem dança consome o mundo no fogo de um instante.

Crescer é um diálogo íntimo entre quem somos e quem decidimos ser.

A impermanência da vida
leva o que fomos
e devolve o que podemos ser:
é a metamorfose de quem fomos
sem deixar de nos reconhecer.

Despeço-me da roupa
como quem abandona o dia
e encontro-te na sombra macia do quarto.




Os teus olhos percorrem-me devagar,
com a saliva tranquila de quem sabe esperar. Sinto o teu toque subir pela minha pele como um fogo lento que acorda cada nervo.




A tua boca aproxima-se do meu pescoço, quente, demorada —e o ar entre nós torna-se
mais pesado, carregado de desejo.




A minha boca perde-se
nos teus famintos seios
descobre os caminhos que o corpo guarda para noites em que a razão adormece.




E quando finalmente me puxas para ti, pele contra pele, respiração contra respiração, o mundo encolhe até caber entre os nossos corpos.




Ali ficamos, presos um ao outro,
num ritmo antigo e secreto,
onde cada suspiro diz
aquilo que as palavras
nunca ousariam dizer.