Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra

Cerca de 312885 frases e pensamentos: Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra

⁠Lembre-se sempre de quem você é, e do poder que possui. Você é único, especial e de grande valor. Sua presença é um presente para o mundo. Nunca deixe que alguém te diga o contrário. Acredite em si mesmo, brilhe intensamente e espalhe seu amor e bondade por onde passar...

- Edna Andrade

Demétrio Sena - Magé

Quem não lê corrói a mente;
confunde chifre com crista;
um dia torna-se "crente";
logo após, bolsonarista...
... ... ...

Respeite autorias. É lei

Entre tantos prazeres que a vida nos oferece, o maior deles é ter com quem dividir a nossa felicidade.

Solidão é sentir o peso do mundo sem ter a quem dar a mão.

Imagine a emoção de quem é tocado pela graça divina mesmo sem merecê-la!

Nem sempre é o tombo que nos machuca. Às vezes, o que nos machuca é saber quem empurrou.

Mudar o mestre do mundo não muda o pecado da história: quem confia no poder rasteja com a serpente.

O pior tipo de saudade é a de quem ainda está vivo.

Volto como quem soma a vida inteira
A todos os outonos. Volto novíssima, incoerente
Cógnita
Como quem vê e escuta o cerne da semente
E da altura de dentro já lhe sabe o nome.

E reverdeço
No rosa de umas tangerinas
E nos azuis de todos os começos.

Hilda Hilst
HILST, Hilda. Do desejo. São Paulo: Globo, 2004.

Nota: Trecho do canto IX, de "Amavisse".

...Mais

⁠Quem não quer problema, não pega problema.

Quem encontra tudo pronto, jamais saberá o grande esforço que você fez.

Quem transforma conveniência em princípio começa a perder a capacidade de distinguir o justo do útil.

O respeito duradouro não é conquistado por quem se impõe, mas por quem se torna digno de confiança.

O problema da sucessão não está apenas em quem vai comandar, mas em que tipo de empresa será entregue ao próximo comando.

Quem sou eu se eu não sei quem eu sou e só eu sei quem eu sou?

Quem disse que os pesadelos não viram realidade?

Haverá momentos que somente quem entende de valor, terá discernimento para cobrir o preço das coisas.
Depaula Paraense

Quem é você que na face oculta da noite desbrava o chão dos versos a tecer um poema controverso? Sou sua face dúbia que não encontra espaço no chão da sala para me fartar de palavras inebriadas. Falo do amor que pode ser qualquer morada. Se esta rua fosse minha eu mandava ladrilhar com poesias antigas para eu mesma me fartar. E muito pouco cumpro daquilo que prometo, pois eis que esqueço sua face mascarada e me perco em palavras pesquisadas, que não alcançam meu vocabulário, que caminha qualquer estrada, pois a liberdade há de encontrar também a palavra. E muito mais falo ao peixes se meu poema não sabe a hora de parar e anda devagar a espreitar um novo conceito nas colchas de retalho que eu costuro e são maiores do que minha estatura. Vendo meus versos solenes a qualquer vivente que a linguagem experimente. Caranguejo não é peixe, caranguejo peixe é, nas ondas da vida eu sou a maré, que te convida a escutar minhas rimas de uma vida que ultrapassam minha sina. Sei do pouco o muito e cobra juros se perdida na colina suspira a existência perdida. E longo caminho se faz, o que para muito tato faz, mas meus passos têm pressa se a poesia se esvai e tenho nas mãos peixes numerosos que me escutam com atenção. Nada se faz além de andar em círculos e as verdades que eu não mais acredito, se está ausente a luz solar e sou visitante do meu próprio lar. Morre incongruente o passado obsoleto e já não protegem os amuletos, se nada se sente no momento presente e são incipientes todas as obras inacabadas, se não há mais pés que caminhe a estrada. O dia escureceu em minha mente e não há argumentos que me façam mudar de pensamento se já foram plantadas todos as sementes e estou abruptamente descrente de qualquer fruto que brote no chão. Eis uma canção que não se escreve, pois entardece o poema ausente de beleza plena a vagar no solo da realidade a inquietude de minhas mãos incertas se a face deslumbra o ardor frenético de um forte remédio que descortina o tédio e fazem os olhos verem o estático minuto da aurora que foi outrora festiva e convidativa, mas agora se farta de rima que muito pouco dizem e me resigno se minha sina é comprar uma passagem só de ida e esquecer o passado de minhas madrugadas. E há de haver novas estradas para fazer raiar minha alegria distante que não encontra rios de água cristalina a desviar a íris de qualquer lembrança fria. Novamente se faz despedida na inconstância do amor que morre todos os dias. Chamaria isso de vida.

Quem foi o idiota que deu autoridade aos empregados do sistema público ?

O poeta escreve como quem chora — palavras em lágrimas que mergulham nas raízes do mundo, florescendo no jardim silencioso d’alma: sua essência, a existência de seu eu indizível.