Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra

Cerca de 311950 frases e pensamentos: Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra

A alma pura de quem tem esquizofrenia costuma ser pisada por um mundo cego, que confunde a ausência de malícia com fraqueza e responde à dor com desprezo.

Rotular quem tem esquizofrenia como perigoso é a desculpa dos ignorantes para esconder a própria falta de amor; desperte e pare de julgar.

É de uma pobreza espiritual gigantesca ridicularizar quem tem ideias puras e diferentes; pare de condenar o proximo e abra o peito para o amor.

Muitas pessoas só oferecem rejeição porque nunca provaram do verdadeiro afeto. Cabe a quem tem o coração cheio de amor ser a luz na vida delas.

O tempo limpa as aparências: a má conduta perde a relevância, mas o impacto de quem tem o coração puro marca gerações.

Podem até prestar atenção em quem faz o mal por alguns minutos, mas é de quem tem bom coração que as pessoas sentem falta para sempre.

Quem usa a ofensa como escada descobre no topo que não tem onde se segurar, pois a maldade não cria raízes profundas.

Quem constrói no topo tem o dever de erguer os alicerces para quem vem depois.

Quem nada tem,
tem tudo, só não percebeu!

O ecossistema da abundância se constrói conectando quem tem a visão grandiosa com quem tem a coragem de apostar nela.

Poema - Namorados


Feliz Dia dos Namorados
Pra quem tem do lado
Uma pessoa companheira
Uma pessoa parceira
Quem ama cuida
Quem ama muda
Amar é conquistar
Amar é respeitar
Unir duas pessoas em uma só
Na fase boa ou na pior.


Dia 12 de junho
Estamos juntos
Estamos aqui
O que Deus unir
Nada pode separar
E assim vai continuar
Hoje, amor
Te entrego um buquê de flores
E uma aliança de compromisso
Unir as almas é o mais preciso.

A música é justiça em sua forma mais pura: dá voz a quem não tem, une quem é diferente, cura feridas coletivas e organiza o caos do coração. É a verdade cantada que nenhum silêncio consegue calar.

"Quem tem ideias mirabolantes não precisa de um choque de realidade, precisa de alguém que ajude a construir o para-quedas."

"Antes de o mundo chamar de genial, sempre chamou de maluco. Fique ao lado de quem tem a coragem de tentar."

"Se a meta do outro parece grande demais para você, apenas não atrapalhe quem tem a coragem de correr atrás dela."

Ninguém tem o direito de ditar com quem você deve ser feliz, baseado em preconceitos sobre o passado alheio.

JÓIAS DEVOLVIDAS.
Do livro: Quem Tem Medo da Morte?
de Richard Simonetti.
“Jóias Devolvidas” é um dos contos mais conhecidos e emocionalmente penetrantes da literatura espírita contemporânea. A narrativa apresenta uma reflexão profunda sobre o apego humano, a transitoriedade da matéria e a verdadeira natureza dos vínculos afetivos sob a perspectiva da Doutrina Espírita.
O enredo gira em torno de uma mulher que perde prematuramente os filhos e mergulha numa dor devastadora. Revoltada contra Deus e incapaz de aceitar o sofrimento, ela procura um sábio homem espiritual em busca de explicações. Esperava consolo imediato, talvez alguma fórmula para anestesiar a própria angústia. Entretanto, recebe uma comparação inesperada.
O mentor lhe pergunta se ela possuía jóias valiosas guardadas em casa. A mulher responde que sim. Então ele questiona:
“Se alguém lhe emprestasse jóias preciosas durante alguns anos e depois viesse buscá-las, você acusaria essa pessoa de roubo?”
A mulher responde negativamente, afirmando que aquilo que é emprestado continua pertencendo ao verdadeiro dono.
É nesse instante que surge o núcleo filosófico do conto.
O sábio explica que os filhos não pertencem aos pais em sentido absoluto. São Espíritos imortais confiados temporariamente ao cuidado da família terrestre. Deus os concede por empréstimo sublime para que haja aprendizado, reencontro, reparação e amor. Quando regressam ao plano espiritual, as “jóias” são apenas devolvidas ao verdadeiro proprietário da Vida.
A alegoria é profundamente coerente com os princípios espíritas sobre reencarnação e sobrevivência da alma. Segundo O Evangelho segundo o Espiritismo, os laços familiares transcendem o túmulo, e a morte física não rompe os vínculos do afeto legítimo. O corpo perece, porém o Espírito continua sua jornada evolutiva.
O conto não banaliza a dor materna nem reduz o luto a um discurso frio de resignação. Pelo contrário. Richard Simonetti trabalha a dimensão psicológica da perda mostrando que o sofrimento nasce, muitas vezes, da ilusão de posse. O ser humano acostuma-se a dizer “meu filho”, “minha esposa”, “meu pai”, como se as almas fossem propriedades definitivas. O Espiritismo, entretanto, ensina que ninguém possui ninguém. Todos são companheiros temporários na travessia terrestre.
Há também um aspecto moral extremamente elevado na narrativa. A maternidade e a paternidade aparecem como missões espirituais e não como direitos absolutos. Os pais são administradores de consciências em formação, responsáveis por oferecer amor, orientação ética e amparo moral enquanto durar a experiência encarnatória.
Sob prisma psicológico, o conto toca numa das maiores angústias humanas: o medo da separação. A perda física parece insuportável porque a consciência materialista encara a morte como extinção. Já a visão espírita modifica radicalmente essa percepção. A ausência transforma-se em distância temporária. O túmulo deixa de representar destruição definitiva e passa a simbolizar apenas mudança de estado existencial.
A força do texto reside justamente na simplicidade simbólica da metáfora. As jóias representam aquilo que mais amamos. E quanto mais valiosas, menos realmente nos pertencem. O amor verdadeiro não aprisiona, não reivindica posse e não exige permanência eterna na matéria. Ama sabendo libertar.
O conto também dialoga profundamente com a questão 934 de O Livro dos Espíritos, quando se discute por que criaturas boas sofrem tanto na Terra. A resposta espírita demonstra que as provas dolorosas frequentemente possuem finalidade educativa, expiatória e evolutiva. Muitas vezes, reencontros familiares são breves porque certas almas necessitam apenas de pequeno contato regenerador antes de retornarem ao mundo espiritual.
Richard Simonetti consegue transformar uma reflexão doutrinária em experiência emocional. Não escreve apenas para instruir intelectualmente, mas para tocar regiões profundas da alma humana. Seu conto convida o leitor a substituir revolta por entendimento, desespero por esperança e posse por gratidão.
A verdadeira tragédia não é devolver as jóias ao Céu. A verdadeira tragédia seria jamais ter recebido seu brilho por um único instante sequer.

Fontes:
Quem Tem Medo da Morte?
O Livro dos Espíritos.
O Evangelho segundo o Espiritismo.
#geeff #cems #espiritismo #kardec #revistaespirita #vidaaposamorte #psicologiaespiritual #doutrinaespirita #mediunidade #filosofiaespiritual #consciencia #despertar #lei #moral

“A alegria verdadeira cresce lentamente como uma árvore antiga. Quem tenta colhê-la antes do tempo encontra apenas folhas, nunca frutos.”

Amigo é uma porta aberta às estruturas reais de quem o tem.

O instruído responde com sutileza, mas quem não tem juízo fala com grosseria. 💬