Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
Meus vultos se tornam cinzas diante a ti...meus temores evaporam,é como assoprar um giz.
É uma mágica de um tipo diferente... Não existem cartola nem truques...
A primeira condição a que uma filosofia deve atender é a de possuir em si mesma o princípio da sua inteligibilidade.
Uma filosofia que não contém sua própria explicação não é filosofia senão em sentido metonímico.
Eu quero acorda todos os dias e saber que posso te chamar de minha , e que posso amar e ser amado ao mesmo tempo
Temos a péssima mania de fazermos tudo pensando no que as pessoas vão pensar ou falar, então ficamos preso a um ”mundinho”, onde tudo é restrito, vivendo para a sociedade, para os outros, e quem se preocupe conosco? Por quê?
Eu não me importo com o que os outros pensam sobre o que eu faço, mas eu me importo muito com o que eu penso sobre o que eu faço. É assim que sinto bem, talvez seja por isso que me “chamam” de metido, de “chato”, mas com qual direito e competência as pessoas nos julgam?
Quanto mais livre você quer ser, mais a dualidade entre ficar frustrada, mas não correr o risco de ser julgada (o) versus ser julgada (o), mas se fazer feliz aumenta. Acho que a melhor opção é mandar um belo dane-se para a opinião alheia e ser você mesmo...
Eu passei a maior parte da minha vida me preocupando com o que os outros iam pensar, se eu poderia ofendê-los, e me perguntando se estava sendo julgado. Eu, particularmente, tinha virado uma pessoa que nunca reagia ou tomava uma posição, sei que não é fácil, mas não impossível, também não é bom ficar na “zona de conforto”, mas tentar mudar pra melhor...
É impossível satisfazermos todos os nossos desejos e anseios no momento que quisermos, pois existem certas coisas que necessitam de tempo de elaboração, assim como “o esperar amadurecer o fruto” para que este ofereça o melhor de si.
Suprimir as metáforas e metonímias, as analogias e as hipérboles, impor universalmente uma linguagem inteiramente exata, definida, 'científica', como chegaram a ambicionar os filósofos da escola analítica, seria sufocar a capacidade humana de investigar e conjeturar. Seria matar a própria inventividade científica sob a desculpa de dar à ciência plenos poderes sobre as modalidades 'pré-científicas' de conhecimento.
Mas, inversamente, encarcerar a mente humana numa trama indeslindável de figuras de linguagem rebeldes a toda análise, impor o jogo de impressões emotivas como substituto da discussão racional e fazer de simbolismos nebulosos a base de decisões práticas que afetarão milhões de pessoas é um crime ainda mais grave contra a inteligência humana; é escravizar toda uma sociedade — ou várias — à confusão interior de um grupo de psicopatas megalômanos.
Toda figura de linguagem expressa compactamente uma impressão sem indicar com clareza o fenômeno objetivo que a suscitou. Decomposta analiticamente, revela-se portadora de muitos significados possíveis, alguns contraditórios entre si, que podem corresponder à experiência em graus variados. No Brasil de hoje, todos os 'formadores de opinião' mais salientes, sem exceção visível — comentaristas de mídia, acadêmicos, políticos, figuras do show business — pensam por figuras de linguagem, sem a mínima preocupação — ou capacidade — de distinguir entre a fórmula verbal e os dados da experiência. Impõem seus estados subjetivos ao leitor ou ouvinte de maneira direta, sem uma realidade mediadora que possa servir de critério de arbitragem entre emissor e receptor da mensagem. A discussão racional fica assim inviabilizada na base, sendo substituída pelo mero confronto entre modos de sentir, uma demonstração mútua de força psíquica bruta que dá a vitória, quase que necessariamente, ao lado mais barulhento, histriônico, fanático e intolerante.
As figuras de linguagem são instrumentos indispensáveis não só na comunicação como na aquisição de conhecimento. Quando não sabemos declarar exatamente o que é uma coisa, dizemos a impressão que ela nos causa.
Todo conhecimento começa assim. Benedetto Croce definia a poesia como 'expressão de impressões'. Toda incursão da mente humana num domínio novo e inexplorado é, nesse sentido, 'poética'. Começamos dizendo o que sentimos e imaginamos. É do confronto de muitas fantasias diversas, incongruentes e opostas que a realidade da coisa, do objeto, um dia chega a se desenhar diante dos nossos olhos, clara e distinta, como que aprisionada numa malha de fios imaginários — como a tridimensionalidade do espaço que emerge das linhas traçadas numa superfície plana.
Julgamos nossas mentes, como nossa maior prisão. A pior parte é que essa "mente" somos nós! Não há nada que nos prenda, se não nós mesmos. Mas ainda assim, nos forçamos a crer que nunca nós libertaremos! Quando na verdade, nunca houve confinamento.
Ao apagar das luzes...
A vida já não caminha tão forte
Inda agora era tão viva!
E agora segue pra morte!
Pra os braços de sua diva
Logo as luzes vão se apagar
Vão se fechar as cortinas
O show já vai terminar
O sol vai virar neblina
O corpo vai ficar frio
Como num inverno gelado
Vai se ouvir um assobio
E olhos arregalados
Não se ouvira mais um pio
Somente os olhos fechados.
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