Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra

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Ter tentando viver tem me feito esconder a vontade de querer desaparecer...

A ignorância tem os seus bens privativos, como a sabedoria os seus males peculiares.

Todas as doutrinas, todas as escolas, todas as revoltas, só têm um tempo.

Tem-se visto e vêem-se homens que na pobreza são ricos, na perseguição joviais e no desprezo estimados, porém, poucos se contam na boa fortuna ponderados.

Os grandes artistas não têm pátria.

Os homens em revolução têm muitas vezes mais a recear dos seus êxitos do que dos seus reveses.

A herança dos sábios tem sempre maior extensão e perpetuidade que a dos ricos: compreende o gênero humano e alcança a mais remota posteridade.

Dizer-se de um homem que tem juízo é o maior elogio que se lhe pode fazer.

Os homens têm querido dar razão de tudo, para dissimular ou encobrir o seu pouco saber.

A celebridade, que custa pouco, tem pequeno fulgor e duração.

“ VENTO
Se a gente jogar uma pedra no vento
Ele nem olha para trás”.

(trecho do livro em PDF: Meu quintal é maior do que o mundo [recurso eletrônico])

No meio do caminho tinha uma pedra.

Sou barro nas Mãos do Oleiro e pedra bruta nas Mãos do Lapidador. Que o grande 'EU SOU' esteja presente em minhas mãos e mente !

O coração é duro como pedra, o olhar é frio como gelo, mas o corpo é quente como fogo

Poema da cachoeira

É a mesma estação rente do trem
Toda de pedra furadinha
Meu pai morou alguns anos aqui
Trabalhando
Um dia liquidou
Ativo passivo
Cinco galinhas
E deram-lhe uma passagem de presente
Para que eu nascesse em São Paulo
Como não houvesse estrada de rodagem
Ele foi na de ferro
Comprando frutas pelo caminho

Oswald de Andrade
ANDRADE, O. Poesias reunidas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1971

A pedra de tropeço é o impulso para o avanço.

⁠Ferir os sentimentos de alguém é tão fácil quanto jogar uma pedra no oceano, mas você sabe a que profundidade essa pedra vai?

No templo há uma poesia chamada "Perda", entalhada na pedra. Ela consiste de três palavras que foram rasuradas pelo poeta. Ninguém pode ler "A Perda". Só senti-la.

Memórias de uma gueixa
Filme “Memórias de uma Gueixa” (2005).

⁠Se tem uma coisa que eu sei é que seu lugar é aquele que te faz se sentir confiante, importante e bem.
Se aquele lugar (música, pessoas, livros, ambientes) te faz se sentir mal, insuficiente e pequeno, então, não é seu lugar.

Gosto de dias chuvosos, a chuva tem uma música, que ora parece ser um adágio, ora parece ser uma sinfonia, tocada pela melhor orquestra do mundo. Mas, hoje, ela parecia estar tocando desgovernadamente, acho que o maestro saiu e a deixou sozinha. Raios explodiam a todo instante, os trovões até apavoravam.
Havia muito tempo, não presenciava uma chuva assim, pois o canto da chuva é um canto doce, que transforma o dia cinzento, em um dia colorido, misturando os tons de azul e cinza...
Gosto do canto da chuva. É um canto que possui diferentes tons e semitons... A chuva tem diferentes andamentos na música, há horas em que ela chega parecendo que está nos arrastando pelo espaço, perpetuando a vida... Eh, a chuva nos faz ver a vida passar pela janela, jamais na rua, pois, não daria para admirá-la. Quando ela se vai, se não fosse o brilho no asfalto molhado, não perceberíamos que ela havia passado.
Mas, hoje, a chuva foi pesada, uma chuva sem o azul e sem o cinza, pintou o ar, com a cor dos maiores desesperos, não houve prédio que não tenha tremido com essa chuva negra... E, o pesado escuro das nuvens, veio com os brados dos trovões, varrendo o orgulho humano em enxurradas...
A grande beleza da chuva está em que ela adota uma música diferente para cada olhar, que a contempla. Há música e também há harmonia, mesmo quando ouvimos o estrondo dos trovões... Parece nos querer dizer algo:- Olhe bem dentro de cada gota, há um arco-íris...
Pois não é que ela tem razão! Pois, quando ela se vai, vemos o infinito arco-íris, que se chama vida.