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Brasil: aqui a impunidade tem gênero
Por Nildinha Freitas
É a impunidade que mata mulheres todos os dias no Brasil.
A violência contra nós, mulheres, é algo estrutural neste país. Infelizmente, grande parte de nós cria e educa filhos homens com vantagens dentro de casa, e assim eles crescem como meninos mimados que não aceitam ouvir “não”. Se esta nação tem homens que matam mulheres, é porque o problema é muito maior do que se pode imaginar. Ninguém nasce feminicida; eles se tornam um.
Vivemos em um país em que não há punição real para quem comete este tipo de crime. Eles fazem, fazem, fazem. Continuam fazendo, continuam destruindo vidas inteiras, mas a impunidade permanece. Lemos nos jornais absurdos que chegam a ser inacreditáveis. No Brasil, são cerca de quatro mulheres assassinadas por dia. Quatro. Todos os dias. Fora as que sobrevivem, mas vivem em estado de pânico, ameaça e medo constante. Isso mostra que a violência de gênero não é exceção, mas tornou-se uma rotina cruel no país e no lugar em que vivemos.
Um homem mata uma mulher, leva o corpo até a delegacia, confessa o crime — e mesmo assim é liberado. Isso é a prova da impunidade deste país. Isso é a prova de que aqueles que nos matam fazem isso porque sabem que vão estar livres em breve. Como se a vida de uma mulher valesse tão pouco que bastasse confessar para ir embora. Como se matar fosse apenas mais um ponto na rotina de uma nação que neutraliza, normaliza e aceita a nossa morte.
É uma realidade em que a mulher vítima de violência, que sofre agressão e que finalmente encontra coragem para denunciar o agressor, muitas vezes precisa sair da própria casa, da vida construída, de suas vivências, dos seus vínculos familiares, do emprego, para viver em abrigo de proteção. Estes locais, geralmente secretos e de endereço não revelado, são a única garantia de sua segurança, mas exigem que a mulher renuncie ao seu cotidiano. A Lei Maria da Penha garante esse programa de proteção, mas ele se concretiza na punição da vítima, forçando-a a se esconder. Isso ocorre porque o afastamento do agressor e a proibição de contato quase sempre são um tiro no pé, não impedindo que eles voltem e matem. O que realmente faria sentido é que, após a análise de provas, o agressor fosse imediatamente preso e cumprisse a pena, e não a vítima ser obrigada a desaparecer. Quem já viu isso?
E por quê? Por que isso acontece? Por que os homens continuam livres?
Porque aqueles que nos machucam, que nos perseguem, que nos ameaçam, que nos matam, são tratados como pessoas com regalias. Porque as leis são frágeis. Porque a lógica está invertida.
Quem deveria estar em lugar de isolamento, em acompanhamento psiquiátrico, psicológico, antes de nos matar, são esses homens que não aceitam ser deixados, que acreditam covardemente que são donos do nosso corpo, do nosso tempo, da nossa vida, da vida de nós, mulheres. Nós, as vítimas, é que somos obrigadas a desaparecer, a nos esconder, a renunciar ao cotidiano para sobreviver.
Precisamos de terapia? Sim, é claro. Precisamos de acolhimento? Sim, sem dúvida. Mas precisamos, acima de tudo, de liberdade, de justiça e de uma reparação histórica — mais do que necessária — neste território onde estamos vivendo como nação.
A violência não acontece apenas em relacionamentos afetivos, em casamentos, em namoros. Ela também acontece nos ambientes profissionais, onde mulheres como eu são desclassificadas, invisibilizadas, desacreditadas. Onde o mundo do trabalho ainda privilegia homens. Onde até outras mulheres reforçam esse cenário quando riem caladas, quando sorriem silenciosamente, quando repetem a violência, quando sustentam estruturas que nos ferem.
A violência se percebe no olhar, na fala, na dúvida, no corte, no boicote, no silenciamento. A violência contra nós, mulheres, é muito mais grave do que se imagina. E enquanto a impunidade prevalecer nos lares, nas ruas, nos tribunais, nos escritórios, em todos os lugares, continuará existindo risco, continuará existindo medo, continuará existindo dor.
Porque no momento em que nos calamos diante de qualquer violência contra outra mulher, assinamos a certidão de óbito de muitas de nós.
Nildinha Freitas
Será que minha vida tem a mistura de amor e dor?
Sinto o calor que enobrece meu coração seguido de uma frustração.
O meu pensamento é inocente como o dia sem o sol e misteriosamente traz-me sensações desejadas por um sentimento que acredita na esperança.
Palavras carinhosas e verdadeiras enchem meus momentos de alegrias e ansiedades dos seus detalhes.
Minhas intensidades são eminentes á você que de tão singelo tem a grande possibilidade de fixar carinhos em seu coração.
Quero desvendar-te ao meu bel prazer, porem com o respeito de quem tem dignidade.
Contemplá-la e te exaltando com toda honra que merece, pois é rainha no meu caminho e nossas vidas irão se cruzar.
Ao mesmo valor que o homem tem a violência... A mulher tem ao amor... Tem a rosa e a feminilidade incumbindo à serenidade buscada pela paz...
Ó homens que pensam em ferir! Dar-ser o momento hereditário para que não tenha o tempo inválido sem sorrisos ou arrependimento...
Ah mulher és a esperança com o teu cheiro, teu perfume... Carregando em teu ventre a esperança da paz... Do amor para tanto acabar com a dor...
Os valores morais da existência não se têm mais prioridades
Pois os valores financeiros e a estética física virou a nossa realidade;
As noites têm sido farsantes comigo,
em todas elas estão presentes os sonhos,
que me levam sempre à você.
"Tem gente que não basta só parecer feliz, tem que parecer invejavelmente feliz. Isso é bem próprio de quem não é feliz....!"
☆Haredita Angel
Hoje eu te roubaria....
Te levaria para uma casinha que construí em meus sonhos...
Lá tem uma varanda, uma rede e um lindo por do sol...
Caindo a noite, eu me aninharia em teus braços e dormiria segura, sob o testemunho de um céu todinho estrelado...
"Daí, tem duas semanas que você conhece a pessoinha.
-Ela já te chama de amor, e ainda fala que te amaaa?
Eu em?
- Te orienta vaso de Deus!"
"Tem gente que me faz tanta raiva,
que eu tenho vontade de ver cair
pra trás durinho!
Mas como isso não acontece,
eu deixo a raiva e o miséria irem embora..."
Haredita Angel
22.07.18
“Espadachim negro’
Por que é que tem que ser assim?
Por que essa dor sem fim?
Matando demônios… ou anjos
Não sei mais a diferença
Até nos meus sonhos me atormentas
Essa dor se alojou em mim
E não sai mais
Continuo de pé por um milagre
Sangue, só quero mais
Para mim essas divindades são mortais
Minha armadura me protege
Minha armadura me fere
Vivo numa guerra
E eu só quero mais
E eu não quero mais
Já não sou são
Matando anjos ou demônios
Chame-me de Espadachim negro
Maldições
Eu tenho mais
Eu tenho mas
Eu tenho más
Nenhuma relação se constrói sem partilha sincera a todos os níveis, tem que haver reciprocidade, alimento, senão morrerá de fome!
Cada janela das minhas
paredes, tem um aceno.
E ainda são os mesmos
das renúncias
que distanciam-se na
incompreensão do tempo.
Bendito seja o poderoso Deus, que tanto bem me faz. As suas misericórdias não tem fim, e com ela, nada pode os pecados dos homens
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