Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
Leia pausadamente
As artimanhas do tempo
é dele fazer achar, que é infinito
que a gente tem o controle sobre tudo
que juventude, nunca irá passar
ai vem os entas
e o dizer, que a vida começa aos quarenta
mas ai, tudo começa a declinar
por mais que se exercite
que se cuide, para parecer jovial
por dentro, somos uma maquina
já não tão eficiente, assim
e os desafios de ir além
sucumbem, pela falta de ar
de movimentos
tão lentos
que é preciso analisar, para se ter a real dimensão
pare de ler como uma pessoa velha
olhe a paisagem, ainda há tempo
só não o desperdice querendo ganhar mais dinheiro...
A vida tem um jeito cruel de nos testar, de nos fazer lidar com perdas que não esperávamos enfrentar tão cedo. Nos últimos três anos, eu me vi atravessando um mar de lutos que me transformaram profundamente. Perdi as duas avós que foram símbolos de carinho, histórias e laços familiares que nunca imaginei romper tão bruscamente. A partida da minha tia, uma mulher tão importante e presente na minha vida, deixou um vazio que ainda ecoa em cada memória que compartilhei com ela. Como se isso não bastasse, meu sobrinho, o primeiro filho da minha irmã, não teve a chance de respirar fora do ventre, vítima de um erro médico que não apenas tirou dele a vida, mas também roubou da nossa família a alegria de conhecê-lo.
Cada uma dessas perdas pareceu me arrancar um pedaço, deixando cicatrizes que ainda estou tentando entender e curar. O luto nunca é simples, mas a soma dessas despedidas inesperadas tornou meu luto algo complexo, quase avassalador. Aprendi que o tempo pode até ajudar a fechar feridas, mas ele não apaga as dores. Ele apenas nos ensina a conviver com elas, a acolher essas ausências como parte de quem somos.
E agora, enquanto ainda digiro essas ausências, me vejo lidando com um luto diferente, o luto de pessoas vivas. Perder minha família, minha ex-esposa, com quem compartilhei sonhos e tantos momentos, tem sido um tipo diferente de vazio, uma saudade daquilo que um dia foi e nunca mais será. A separação transformou minha relação com minha filha, em algo distante e dilacerante. Não é apenas a perda física, mas o fim de uma vida que eu planejei, a quebra de um lar que parecia ser minha âncora.
Viver sem minha ex-esposa e sentir a ausência da presença diária da minha filha tem sido uma batalha constante. Às vezes, é como se eu estivesse de luto por versões de mim mesma que não existem mais, por aquela vida que eu tinha como minha. O luto por uma família que se desfez é tão profundo quanto o luto pela morte, porque ele carrega a carga do amor que ainda existe, mas que não pode mais ser vivido da mesma forma.
Cada dia é um esforço para equilibrar o peso dessas ausências, para aprender a amar de longe, a deixar ir sem realmente esquecer. Tento encontrar força nas pequenas coisas, em cada conversa que ainda posso ter com Rebecca, nas memórias das pessoas que partiram, e na tentativa de me reconstruir diante de tanta perda. É um caminho árduo, mas eu sigo, mesmo que com passos vacilantes.
A maioria das nossas desgraças tem como causa principal uma doença cujo tratamento a ciência e a religião desconhecem por completo: falta de vergonha na cara.
Na Democracia você é feliz porque tem a liberdade de viver como um verdadeiro idiota, pode pagar impostos e obedecer pacificamente ao governo.
Não está escrito no Código Eleitoral brasileiro que você tem algum “direito ao voto”; o seu voto é obrigatório, é um dever.
Um bom político não tem dúvidas, sabe aprimorar as mentiras e continua na vida pública como um hábil ladrão.
"A nanociência junto a outras ciências tem agora o CRISPR que pode ser comparado ao novo chaveiro Suíço biológico de aplicações inimagináveis".
A nanotecnologia já tem potencial para levar a engenharia para seu próximo estágio de desenvolvimento.
Qual deve ser o preço da inconstância,digo a tal inconstância aquela que tem tendência para mudar de ideia, de opinião, de atitude; volubilidade, instabilidade. Vai na minha ela não é fácil,e tudo o que ela quer é a sua constância o seu exato oposto,como um jogo de futebol é a vida,a vários obstáculos e diversos outros oponentes querendo pegar a bola,mas todos com o mesmo objetivo marcar aquele golaço e ser feliz no fim das contas,entretanto, naquele jogo se tem respeito e regras,a vida não vem com um panfleto de regras ou nos da a resposta de seu sentido,então viva, se respeite,siga seus princípios e se ame, porque a inconstância ela é perigosa,ela surgi pela dúvida,não que sentir dúvida seja um erro,porem até que ponto essa dúvida te afeta,até que ponto essa duivida te faz ser irreconhecível,de se perder completamente de si, ela as vezes te alto sabota,a questão é vale por tudo a perder,ou melhor dizendo se perder?!.
Tem algo errado comigo, queria tando saber seus pensamentos, para poder saber o que dizer, o que fazer com você, gostaria de saber o porque que tuas lágrimas não caem, se eu sinto que elas deveriam cair?
Meu maior erro é que sou apaixonada pela pessoa errada.
Todos tem o seu dia, e cada qual o seu destino...
E o destino da minha vida é sempre estar a seu lado.
Para alguns ditos amigos, só te valorizam.
Quando você tem uma boa quantia
Em valores em conta corrente, para ser gasto...
Mas os verdadeiros valorizam
Sua amizade mesmo quando
Nem ao menos conta corrente você tem.
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