Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
A saudade tem prazo de validade.
Não pode permanecer muito tempo guardada.
Não pode permanecer muito tempo não sendo correspondida.
Depois de aberta e fora do convívio, assim como o leite, a saudade azeda. E não há memória refrigerada para conservá-la.
Quando passa da hora, aquela falta ansiosa e comovente é capaz
de se tornar ironia e sarcasmo.
O suspiro se transforma em ofensa – nos enxergaremos tolos e burros
por confiar cegamente em alguém e esperar à toa. Reclamaremos nossa idiotice por termos feito uma vigília em vão, por termos esquecido de viver.
Já não queremos que o outro volte, já desejamos que ele nunca mais apareça em nossa frente. Violentaremos as lembranças, fecharemos a reza.
A ternura de antes será trocada pela raiva de não ser atendido. Mudaremos a personalidade de nossa conversa, de doce para ácida. Pois o segredo (a saudade é um segredo!) que nos alimentou durante meses não fora respeitado.
Infelizmente, a saudade apodrece.
Quando deixamos de pedir a presença para cobrar a ausência. É sutil o movimento. Toda a atenção dedicada ao longo de um período começa a ser vista como desperdício. Não aconteceu retorno das juras, nem o estorno das expectativas.
Você mandou centenas de mensagens, renunciou saídas com amigos e bares, teve uma vida discreta e fiel, só para honrar uma despedida, e percebeu que, no fim, sempre esteve sozinho na saudade.
Saudade é como o amor. Perece quando não é a dois.
Aliás, quando a saudade não é a dois, deixa de ser saudade para se descobrir solidão.
A saudade é o que guardamos do amor para o futuro. É o que
deixamos para amar no futuro.
Nada dói tanto quanto um amor que não vingou após os cuidados do plantio.
Nada dói tanto quanto a saudade que envelhece, uma saudade que definhou pela indiferença, que não foi valorizada pela nossa companhia, que não desembocou em festa.
Nada dói tanto quanto promessas feitas gerando ressentimento.
A saudade não é eterna. Acaba quando percebemos que o amor era da boca para fora, que a urgência era interesse, que a necessidade era falsa.
A saudade é uma esperança de amor. Precisa ser consumida rapidamente, não mais que três meses. Senão, nos consome e nos estraga.
Não me venha com definições para o amor. O amor tem mil e umas formas de amar. Porque cada qual é um ser e cada um tem seu jeito de amar. Tente olhar fora do seu Eu. Procure entender e respeitar a forma de Ser de cada um e o amor perdurará.
Tem gente que tem o dom de cuidar da vida dos outros e esquece da própria vida. Fala dos outros e ignorar seus próprios defeitos.
Tem gente que me odeia tanto, só de pensar nas causas, não as acho o bastante. Mas... Para um bom escritor, qualquer drama basta.
Cuidado, a carência tem o poder de sedução....
Quando estamos carentes nos sentimos
fragilizados , inquietos e propícios a
quaisquer sentimento que acalente
nosso coração. São nestes momenos que
precisamos de cuidados para não sermos
dominados pela emoção e enganados
por pessoas que tem o intuito apenas de
nos tirar da razão e nos roubar a visão
quanto ao que é ser cuidado e amado
ou cuidado e manipulado.
Pequena notavél
Ela é comum e mais uma na multidão. Insegura, tem medo que seus sonhos não se realizem. Mas sua vontade de lutar é especial. Os amigos a adoram, só não gostam quando está carente. Fica mole e pedindo colo. Nada parecido com aquela menina cheia de si e segura assim que suas conquistas começam a figurar no horizonte. Complicada? Ela nunca quis ser fácil de entender. A não ser quando ela se descomplica pra alguém. Estar só, às vezes, é alívio. Encontrar um amor? Mais um sonho. Pode ser numa esquina, abrindo a porta, lendo um livro no parque, ou em qualquer uma das suas atividades de mulher independente e de casca grossa. Comum? Sim. Como ela existem milhares de mulheres, mas não é por causa disso ela não pode ser chamada de Notável. Pequena, cabe num abraço apertado, num sonho planejado, num salto bem alto, numa frase do Caio, num verso do Tom, num gesto raro, num livro bom, num diferente penteado, numa roupa provocante, numa única solidão, no fundo de uma taça de champagne. Só não consegue caber numa única definição.
Feliz dos casais que têm suas brigas por razões justas, não fúteis. Que encaram suas diferenças, que aprendem a conviver com isso, aceitando e fazendo das reconciliações um aprendizado que intensifica o respeito e os sentimentos. Que seja natural, equilibrado, sem exageros, porque eis um mal necessário para renovar e proporcionar bons momentos.
A fornalha da aflição tem propósito, de queimar as amarras, e provar em que fundamento nossa fé está fundamentado, e revelar a Soberania de Deus.
O ruim do amor proibido é quando você tem que ver pessoa amada partir e ter duvidas se esse amor é retribuído.
Alguns de nós não tem o direito da escolha, alguns nascem como que destinados a ter sua vida abreviada, por ato próprio.
Maktub? Não acredito.
Não saber o fim da jornada, mas ter ciência da fragilidade dela pode nos tornar melhores, ou levar-nos ao reverso do caminho.
Encontrei um domingo cinza hoje, pensando em quando encontrarei o fim da minha caminhada.
Não temo a morte, mas tenho pavor de morrer.
A morte nos remete ao "estar lá".
É o momento em que já fizemos a passagem.
Morrer pressupõe dor.
Sempre fui frouxo pra dor.
Quando o abraço derradeiro vier, que venha rápido, num lampejo.
Uma explosão de luz, sem dor, nem sabor.
Um mergulho sem fim, sem pára-quedas rumo ao éter.
Flutuar anestesiado abraçando o esquecimento, e algumas memórias dos que amo E que tiveram a paciência em me tolerar.
Esse domingo cinzento, resume bem meu estado de espírito.
Triste pela lembrança de um amigo que se foi, dono de uma mente brilhante, vítima de escolhas erradas e de seus excessos.
O desperdício daquela genialidade que, de tão grande, findou por destruir o corpo sempre fraco do menino.
Como um "software" cuja potência sobrecarrega o "hardware".
Acho que assim devem ser os loucos.
Tão intensos, tão enormes em paixão, mas com corpos que não tem o mesmo gigantismo.
Se perdem em outro universo.
Enxergando o que não vemos e vivendo o que jamais viveremos.
Não cabendo em sí de tão imensos.
Buscando, equivocadamente, libertar-se da matéria destruindo-a para, ao fim, assumir o tamanho do infinito.
Van Goghs da vida.
Geniais e únicos.
Trazendo revoluções e construindo , em suas loucuras, o mundo que nós chamamos de lar.
Cumprindo seu papel e partindo para outras revoluções.
Prefiro os loucos.
Eles tem o conteúdo do Inesperado.
Deixa eu ver se eu entendi...
Se Ninguém tem culpa de nada , É falso , comete traições , falta com a verdade ,todo mundo é inocente , coitadinho (a) , Amigo (a) , exemplo e o errado é só o outro.
Então o mundo é correto ,justo , honesto e perfeito
vivemos em comunhão, entre irmãos cheio de boas intenções , paz e Amor ,e estaríamos num paraíso se nao fosse o Próximo ??
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