Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso

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Nem sempre o amor fala. Às vezes... ele apenas fica
ele só fica.
Fica quando o mundo desaba.
Fica quando todo mundo vai embora.
Fica em gestos simples, num café, num olhar, num silêncio que entende.
Amor de verdade não promete... ele permanece.


— Purificação

Carta ao que ainda sente

Anápolis, 27 de outubro de 2025

Hoje, escrevo não para o mundo, mas para mim. Para aquele que há vinte anos rabiscou num caderno uma verdade que ainda pulsa:
“O verdadeiro solitário é aquele que, mesmo rodeado de milhares, ainda se sente sozinho.”

Essa frase me define mais do que qualquer outra. Porque, ao longo da vida, não busquei apenas coisas — busquei sentidos. Amor que não machuca, felicidade que não se esconde, alegria que não precisa de plateia. Busquei companheirismo sem cobrança, aceitação sem máscaras, silêncio que não fosse abandono.

Mas o mundo mudou. Ou talvez tenha apenas se revelado. As relações se tornaram rasas, os sentimentos, ensaiados. Aprendemos a fingir tão bem que esquecemos como é sentir de verdade. E, nesse teatro diário, o “está tudo bem” virou nosso papel principal. Dizemos isso mesmo quando não está. Porque admitir tristeza virou sinônimo de fraqueza. E fraqueza, hoje, não é aceita.

Estar doente, estar triste, se sentir sozinho — tudo isso virou sinal de que algo está errado com você. Então nos condicionamos. A sorrir por fora e chorar por dentro. A incentivar o outro quando, na verdade, era a nossa alma que pedia por incentivo. A oferecer colo quando o que mais queríamos era um abraço silencioso.

Ser forte o tempo todo cansa. Mas fingir força o tempo todo… isso esgota.

E aí, aquela pergunta que me fizeram anos atrás volta a ecoar:
Você vive ou morre todos os dias?
A resposta continua a mesma:
Eu não sei.

Mas talvez escrever isso seja um começo. Talvez admitir que não sei seja, enfim, um ato de coragem. Porque sentir não é fraqueza. Sentir é o que nos torna humanos.

Com verdade,
Pablo

Às vezes Deus te chama, mas o barulho do mundo não te deixa ouvir.

As Religiões não podem nem devem sobrepor-se à Ciência no que afirmam sobre o mundo; os valores pertencem à fé, os factos ao método, e quando há conflito factual deve prevalecer a evidência.

© 05 dez.2001 | Luís Filipe Ribães Monteiro

Odeio farsas, por isso odeio a vida, de certa forma.
Esse mundo é um teatro. É o sadismo de um ser caído. Não posso dizer que sei como é do outro lado, mas espero que seja muito melhor do que aqui.
Aqui é ruim demais. É perverso.
- Marcela Lobato

Vivemos em um mundo onde a empatia parece ter se tornado um sentimento raro. As pessoas estão cada vez mais voltadas para o próprio interesse, esquecendo-se de olhar ao redor e perceber a dor do outro. O valor humano tem sido substituído pelo valor do dinheiro, e muitos se deixam corromper por ele, acreditando que o poder e o status são mais importantes do que a honestidade e o amor ao próximo.
A sociedade caminha em um ritmo acelerado, movida pela competição e pela busca incessante por riqueza, enquanto o respeito e a solidariedade ficam em segundo plano. A frieza nas relações mostra o quanto estamos nos distanciando do essencial: ser humanos de verdade.
É urgente resgatar a empatia e os valores morais que nos tornam dignos. Somente assim poderemos construir uma sociedade mais justa, onde o dinheiro não seja o dono das atitudes e onde o coração volte a ter voz.

Minha visão de mundo muda constantemente, conforme as experiências que vivo, mas tem alguns princípios que independente de qualquer experiência não vai mudar.

Vejo o mundo como um rio sem rumo, aonde poucos ainda se lembram de sentir.

O Estoico

Quando tua mensagem cai no vazio,
Não te percas atrás de ecos frios.
O mundo não pede teu desespero,
Nem tua voz implora por janeiro.

Quem ignora teu ser não te define,
A alma que é tua, só ela te afine.
Não corras atrás de sombra ou vento,
Mantém-te firme, com teu próprio alento.

O choro não veste tua dignidade,
O silêncio, às vezes, é liberdade.
E o coração que não implora atenção
É um templo de calma, pura razão.

Não há poder em mãos que não se oferecem,
Nem razão em súplicas que não merecem.
O mundo gira em seu próprio compasso,
E a paz reside em quem não entra em embaraço.

Não te ajoelhes diante do abandono,
Não peças amor onde não há entono.
Cada passo firme que dás em tua estrada
É mais valioso que a atenção roubada.

O estoico sabe que sentir é humano,
Mas implorar, jamais, é desumano.
Quem espera por resposta, que espere em silêncio,
E quem procura validação, que a busque em si mesmo.

Assim, tua alma não se curva, não chora,
Mesmo quando a indiferença te devora.
E aqueles que tentarem medir teu valor
Verão apenas tua calma, teu próprio fulgor.

Porque a vida não se entrega a súplicas alheias,
Mas se honra quem mantém suas ideias.
E no silêncio, no abandono, na solidão,
Floresce a força, cresce a razão.

"Pela fé vemos o mundo trazido à existência através da palavra de Deus"

"Há um tempo me falaram uma frase que ficou marcada em mim:
'Todo mundo tem uma história triste para contar.'
No dia, eu até resisti, tentei debater, mas depois percebi que algumas pessoas usam esse método para ganhar a nossa simpatia, para só depois mostrarem quem realmente são."

Hoje é o dia mais especial do mundo, porque é o teu dia.
O dia da minha princesa, da minha bbzinha dengosa, da mulher que, para mim, é a coisa mais linda que Deus colocou neste mundo.

Quero que saiba de uma verdade que carrego no peito: você é uma bênção na minha vida. Desde que apareceu, mudou meus caminhos, acendeu em mim uma força que eu nem sabia que tinha, uma vontade imensa de conquistar o mundo só para colocar aos teus pés.

Eu sei que o destino já foi cruel contigo… sei das noites silenciosas em que você carregou um vazio no peito, das vezes em que a vida pesou e você pensou que não ia suportar.
Mas escuta bem: tudo isso ficou para trás.
Hoje começa um novo capítulo. Um capítulo onde você não está mais sozinha.

Eu estou aqui. E eu fico.
Nos dias bons, nos dias ruins, nas vitórias e nas quedas.
Se faltar forças, eu te empresto as minhas.
Se o caminho apertar, eu seguro tua mão.
E se for preciso, eu te carrego no colo sem pensar duas vezes.

Você é minha paixão, minha paz, minha família.
Eu te amo com verdade, com lealdade e com presença.

Feliz aniversário, meu amor.
Obrigado por existir e por ser essa mulher maravilhosa, forte, determinada, mandona, inteligente, e completamente única.
Eu amo cada detalhe teu. 🌹

Do teu louco apaixonado,
Francisco Leobino Assunção

Conectar-se com a própria alma,
Abraçar o presente sem medo,
Viajar pelos caminhos do mundo
E colorir cada instante com coragem.

Sabe, acho que estou em um momento de transição. È a adolescência. Expandi meu mundo, não vivo mais em lugares que não me pertencem. A minha mente tinha esses lugares que "não me pertenciam"; o melhor è que cada dia que passa eu sinto uma melhora significativa em todas áreas da minha vida! Me sinto bem. Hoje, aposto num menino que parece ser ao contrario de romances que já vivi e tive o desprazer de ter vivido! ( sem dramas por aqui, mas acho que flerto com alguém verdadeiramente bom). Aquele bom que toda garota/garoto já sentiu perto de uma pessoa interessante e que tem uma bagagem de qualidades! Sair de uma relação toxica na adolescência è libertador! se curar após esse evento, também è! Após meses de cuidado próprio, pude enfim me engajar com pessoas sadias, sem traços e defeitos nocivos a minha saúde. Recomendo que quem esteja passando por isso tambem, procure cuidar de si, se aperfeiçoar para assim, quando estiver bem, encontrar e se envolver com pessoas com essa mesma energia.⁠

O domínio do mundo está nas mãos de poucos, os que fazem a diferença, no aqui e agora.


@AnonymousBrasil

Chegada ao Mundo

Na chegada ao mundo, um sopro de luz,
um caminho aberto que ninguém traduz.
Aprendendo a cada dia, sigo a caminhar,
o que nos livros jamais eu poderia encontrar.

Sem paredes para me agarrar,
descubro no vento o segredo de voar.
No botão de uma rosa, tão frágil, tão forte,
aprendi que o amor é quem guia a sorte.

Ali encontrei a vida em sua canção,
a fé que floresce no coração,
a força que ergue quando tudo desaba,
o poder que brota quando a alma se cala.

Sou aprendiz da terra, do céu, do mar,
na escola do tempo, venho me formar.
E cada dia é milagre, é eterno saber,
que a vida é um livro que só se escreve ao viver.

O mundo não para. A vida insiste em seguir. Por mais que doa e pareça que não haverá trégua, o tempo sempre encontra um modo de suavizar. A marca permanece, mas a ferida se fecha; nem sempre por inteiro, mas o suficiente para permitir o próximo passo. Há um medo profundo de olhar para dentro. De se ouvir. De navegar pelo próprio silêncio. Não é fácil seguir quando parece que a única coisa que importa desmorona. É como se o chão se quebrasse, sem nenhuma placa de “atenção”. A vida muda de rumo tão rápido e insistimos em segurar os pedaços que quebram. Depois de tempos em transe, acordamos em um mundo diferente… O que foi que houve? Culpa. Sua? Não, do outro. Culpa de Deus, da família, dos amigos… Mas não há culpa alguma. Aliás, o que a culpa é senão uma forma de nos irresponsabilizarmos de um ocorrido de que participamos? Então apenas escute. Escute seu coração gritar. Lide com a dor causada no seu próprio tempo e descanse. Não precisa correr como se tivesse um bicho-papão te seguindo. O tempo é o melhor professor, se deixar com que ele te ensine.

E, quando se trata do outro, o bloqueio é ainda maior: não escutamos, interpretamos. Não acolhemos, aconselhamos. Aquilo que chamávamos de empatia tornou-se, muitas vezes, uma projeção de nós mesmos. Um narcisismo disfarçado de cuidado. Porque a verdade é que jamais vamos compreender por completo a dor do outro. Nunca estaremos dentro dele, nunca veremos o mundo com os olhos que moldaram sua reação. Mesmo quando histórias se assemelham, o peso não se transfere: o que é dele é dele, o que é seu é seu. E, ainda assim, passa. Não como quem apaga o fogo, mas como quem deixa que ele se transforme em brasa. Não digo que cura, porque muitos confundem cura com ausência de dor. O que acontece é diferente: a dor amolece, se dobra em nós como um metal aquecido, e já não corta como antes. O tempo não cura, mas ele auxilia na transformação. Ele não apaga, mas suaviza a intensidade.

Esse caminho não é simples. Confiar é difícil, e abrir-se parece um risco alto demais. Mas é preciso ousar permitir que alguém toque nosso ritmo, nossa dor, nossa essência. Aceitar que a vida nunca será do jeito que queremos,porque não a controlamos. E, justamente nesse descontrole, pode nascer a chance: de mais amor, de mais coragem, de mais vida pulsando onde antes só havia medo! O tempo é fundamental. Mas, ao contrário do que muitos acreditam, ele não é um simples remédio que nos cura apenas pelo passar dos dias. O tempo, por si só, não transforma; ele precisa da nossa colaboração ativa, da consciência de que é necessário olhar para dentro e lidar com a dor. Não adianta esperar que ele cure nossas feridas se continuarmos nos automutilando com pensamentos repetitivos e negatividade. Cada um tem seu tempo e isso não está relacionado à idade ou à maturidade, mas à nossa essência, que é imutável e profunda. É nessa essência que reside a capacidade de nos escutarmos e de permitirmos que a dor se amoleça, sem se apagar completamente, para que possamos seguir adiante.

Era uma vez um menino que sonhava em versos
E descobriu que o mundo é um moinho,
Moendo sonhos em chão de giz,
Transformando flores em espinhos.

Aprendeu que ser sensível demais
É carregar uma cruz de vidro,
Que a vida corta quando toca,
E que o amor pode ser um vício.

Pediu socorro nas madrugadas,
Quando o silêncio pesava mais,
E percebeu que nunca seria suficiente
Para ninguém, nem para si jamais.

O tempo passou como lágrimas na chuva,
Transbordando em noites sem dormir,
Até que aprendeu a deixar fugir
Tudo o que um dia quis construir.

No final, restou apenas paciência
Para os adeus que ninguém escutou,
E a certeza de que algumas dores
São grandes demais para quem as guardou.

Você não sabe o peso que carrego,
Nem eu sei mais onde encontrar
O que perdi no meio do caminho
Entre o querer e o desistir de amar.

Quero um mundo onde as pessoas possam ser elas mesmas, pura e simplesmente na sua essência, sem precisarem usar máscaras, jogos ou ilusões.
Um mundo onde não seja necessário tomar cuidado com as palavras, ou em que se possa correr com seu amor de mãos dadas, sem ser chamado de tolo.
Um mundo onde possamos nos conectar profundamente, dividir emoções e felicidades sem causar inveja ou pena.
Um mundo onde as pessoas se importem verdadeiramente umas com as outras, sem estarem preocupadas com o próprio umbigo ou alienadas em seus smartphones.
Um mundo de altruísmo, fé e amor, muito amor.
Um mundo onde se possa gritar os sentimentos, sem medo de ser julgado ou mal compreendido.
Um mundo onde cada erro se torne um aprendizado e um propulsor para o caminho correto.
Um mundo justo, mas piedoso.
Um mundo onde os sentimentos não sejam descartados ou ignorados.
Um mundo repleto de crianças, com seus corações singelos e puros.
Um mundo de solidariedade, crescimento e aprendizado.


Sei que não posso transformar o mundo, porém posso transformar meu eu.
Sejamos a mudança que desejamos. Seja amor, viva o amor.


Se está vivo hoje, não viva novamente o mesmo ano repetidas vezes.
Olhe para dentro de si, somente aí vai encontrar todas as respostas que sempre procurava.


Viva!






12/05/18 09h00
Karina Megiato

Felizes são os peixes, que vivem sem saber que o mundo lá fora se afoga em si mesmo.