Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso

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Eternamente jovem, disse o espelho mudo,
Enquanto a alma contava invernos e adeus.
Sou a flor que não murcha, mas que vê tudo
O que amou ser poeira sob céus.
​O tempo me esqueceu, cruel e distraído;
Guardo um coração febril, sem ter ruga;
Mas cada beijo antigo, já partido,
É uma lágrima seca que me inunda.
​Dramático fardo amar a ti, mortal,
Com este peito insone que não finda;
Sou o verso que fica após o final,
A dor que persiste, bela e infinda.

Sou meu próprio lar, e aqui a solidão não cria raízes.

Reconheço cada erro, mas exibo com orgulho o meu acerto: hoje não sou mais escravo do que me matava por dentro. Graças a Deus fui forte para vencer o vício sozinho, longe de quem prega santidade mas vive na falsidade. Sou um homem que se levantou pelo próprio caráter.

Dizem que sou louco, questionam nossas escolhas e tentam me convencer de que a vida é apenas uma sequência de festas e momentos passageiros. Mas, quando eu paro para respirar, é a sua voz que me acalma.
Eu sei que já cometi erros. Já preenchi espaços com desculpas, tentando dizer o quanto eu sentia muito, mas a verdade é que as coisas materiais — o mundo inteiro nas mãos ou as luzes da cidade — não significam nada se eu não tiver com quem compartilhar.
Eu tomei uma decisão.
Se o destino me colocar em uma encruzilhada e me obrigar a escolher entre o brilho do mundo e o que temos, o amor será minha única resposta. Com você ao meu lado, sinto que não há perda possível; eu já ganhei tudo.
Você é quem acende o meu mundo. É aquela luz que o dinheiro não compra e que a rotina não apaga. Quero te prometer hoje que vou tentar ser melhor todos os dias. Quero construir muito mais que momentos; quero construir uma vida, talvez até a nossa família, tijolo por tijolo.
Não consigo imaginar um único dia sem você. Por isso, peço que fique. Deixe-me ouvir o bater do seu coração e viver de acordo com o que o sentimento diz, que hoje bate no mesmo ritmo que o seu. Eu nunca vou te decepcionar.

Não sou o pior, mas nunca sou o melhor em algo, e isso não importa.

Sou mesmo SEM VERGONHA...não tenho de vergonha de amar...não tenho vergonha de chorar...não tenho vergonha de errar....não tenho vergonha de brincar...NÃO TENHO VERGONHA DE SER FELIZ !!!

Sou Ruiva na Alma independente da cor dos cabelos em meu sangue corre o fogo das Salamandras !!

“Não sou passageira: sou saudade antes mesmo da despedida.” JULIANA HOFFMANN LISKA

⁠Não sou um grande poeta
E minha escrita é modesta
Mas tu me inspira as mais belas poesias
De sentimento e fala honesta.

No vasto universo
Nem um astro já se viu
Que tenha tamanha beleza
Como quando você sorriu.

Encanta com seu brilho intenso
Ofusca a Lua que anela
E te observa lá do alto
Desejando que a beleza fosse dela.

És tão bela, quão astro neste sistema
Sua forma os planetas desalinha
Cada qual que a deseja intensamente
Pensando: Ah! Quem dera fosse minha!

Tens uns jeito que encanta
Seus olhos brilham na imensidão
Arde com fogo e brasas vivas
E abala com qualquer desavisado coração.

Não sou seguidor de Dídimo; acredito em muitas coisas que sei estarem longe de existir.

SOBRE MIM:
By: Harley Kernner

Sou, o criador do meu próprio pseudônimo, "Harley Kernner", um arquiteto de poesia, sóbrio dos seus próprios sentimentos, esculpo palavras nas pedras duras da solidão, com a maestria de quem constrói um universo de poesias decorando sonhos futuros. E assim sinto-me alicerçado em cada linhas, e versos, que se transforma em colunas que sustenta o peso das minhas emoções, fazendo-me um escrito particular, mergulhado nas fundações da alma, onde a arquitetura das palavras se torna morada para o meu coração sensível, a amar.

Aos meus quais centenários, ainda compartilho um amor voluntário, uma escolha da simplicidade de minha alma, que durante todos esses anos, enamoro, meu próprio coração, o qual às vezes senti-se sozinho, num ambiente cheio de corações femininos, e encantadores, onde os aditivos químicos naturais ou artificiais, não encanta o meu espírito de amar, mas ainda assim meus olhos desenham uma história de amor, com ausências de palavras não ditas, mas sentidas.
Em cada canto do meu olhar, vejo páginas em brancos, esperando ser preenchida, por uma inspiração de amor e vida, onde cada linhas sejam ocupadas por simples revelação de um leigo poeta, que desenha com humildes versos, como raios de sol atravessando a névoa da inspiração, e capturando a essência de um corpo aquecedor despretensioso, que me faça encontrar a magia que transcende a simplicidade das palavras descritas no olhar.

Nas poesias descubro o verdadeiro sentido da arquitetura da poesia, onde palavras são como vigas que sustentam as emoções, cada versos, e estrofes são portas e janelas para um universo de sensações. Navegar por minhas páginas escritas, é como explorar construções literárias, onde a beleza é a própria arquitetura da alma, e a mulher ainda é única adjutora de Adão, generalizado.

Como um arquiteto das emoções, me aventuro nas páginas futuras de um romance, onde construirei mundos, onde as palavras são entrelaçadas com personagens apaixonadas, ainda que seja um livro de um só capítulo, e de uma história única, mesmo assim serei um escritor particular, de um romance clássico, nas trilhas de amor, e suspense

Harley Kernner
Arquitetura de Poesias
Escritor Particular
Poeta Sem Livros

Não sou perfeito, e nem quero ser. Estou aqui para evoluir, para me tornar alguém melhor a cada dia. Ouçam a minha mensagem, mas não julguem o mensageiro.
Tenho muitos defeitos, mas carrego um dos maiores dons que alguém pode ter: caráter. Jamais traí alguém e nunca fui ingrato com quem me ajudou quando eu precisei. Prefiro perder amizades do que perder a minha verdade. Prefiro ser sincero e ferir um ego do que mentir para agradar.
Como já falei, dou a mínima para quem fala mal de mim. Sinceramente, não sinto nada por quem me julga ou me chama de estúpido só porque falo a verdade. Exemplo? Mesmo que fosse a pessoa que eu mais amasse na vida, se ela fizesse algo errado eu iria corrigi-la, mas ao mesmo tempo eu estaria ao lado dela, porque amar também é ensinar.
Quem não é criticado, não vive de verdade, e eu não vivo para bajular ninguém.
Goste de mim ou não, continuarei sendo eu mesmo. Minhas palavras podem incomodar, mas são reais, e não vou mudar só porque alguém se sentiu ofendido.
Quem vive de verdade não tem medo de desagradar.

Na verdade nunca te amei,
porque inventaste este sonho?
sou livre, só amizade te dediquei
e me cobras, és bisonho!


25 de maio de 2.002

⁠Já não sei se poeta sou, mera trovadora ou uma simples rabiscadora. O que sei é que tudo isso me enriquece, alegra e sigo em direção ao por do sol. Vou percebendo toda a alquimia que se faz enquanto a brisa toca só para mim, e aqui, aos meus pés em versos jaz...

Sou estrela já sem brilho
muito longe sempre estou
sou trem saído do trilho
que há muito descarrilou

Chuva, preciso de ti,
sou natureza, quase sequei,
até agora aos trancos, sobrevivi,
mas do amanhã já não sei...

Sou arquiteta de versos
e assim dentro de minha poesia
posso colher mil estrelas
que iluminam o caminho
dos que comigo vão,
vem, junte-se a mim,
toque meu rosto
como a brisa de verão,
fazendo isso, quero que saibas,
que tocarás meu coração...

Sou feita de fragmentos indomáveis,
de partes que sangram poesia e sobrevivem ao caos.
Não sou calma, sou mar em ressaca,lucidez após o excesso,
sou o que fica quando tudo vai.

Carrego amores mal resolvidos no bolso,
cigarros que nunca acendi, promessas quebradas no fundo do peito, feito cacos jogados no asfalto da memória.

Tem dias que me reconheço inteira no espelho,
noutros, só estilhaços.
Mas ainda assim eu vou
de salto, de risco, de coragem torta,
porque parar nunca foi opção.
Me perco fácil nos olhos de quem sente demais,
me encontro rápido na música alta,
num verso cru, num gole amargo,
num “fica” dito sem planejamento.
Sou feita de falhas bonitas,
de ruínas que aprenderam a florescer.
E mesmo em pedaços, eu ardo,
eu canto, eu erro, eu amo
porque ser inteira nunca foi sobre perfeição,
sempre foi sobre ser.

Sou poeira no universo, mas Deus nunca me varreu para debaixo do tapete.

"O Silêncio de Não Ser Pai"


Não sou pai. E há nisso um espaço — não de vazio, mas de eco. Um campo onde o tempo passou, e deixou intacta uma terra que poderia ter sido semeada.


Não ser pai não é ausência de amor.
Talvez, seja amor que não precisou de nome, que não se debruçou sobre berços, mas se espalhou em gestos, em presenças sutis, em silêncios partilhados.


O mundo, com sua pressa de moldar destinos, parece esperar que todos sigam a mesma trilha: encontrar, gerar, ensinar, repetir. Mas e aqueles cujos passos desenham outro mapa? E aqueles que escutam a vida por outros ângulos, sem o riso de um filho chamando pelo corredor?


Às vezes penso: teria sido bonito... Ser chamado de pai com a voz trêmula de uma criança, encontrar meu rosto espelhado em outro pequeno rosto. Talvez um dia. Talvez nunca. E tudo bem.


Há paternidades que não vestem título.
Há frutos que não brotam do sangue, mas do cuidado que deixamos pelo caminho. Já fui abrigo, já fui raiz, mesmo sem ter dado nome a ninguém.


Não ser pai é, por vezes, um caminho mais silencioso.
Mas há sabedoria no silêncio, há paz em aceitar que a vida se desenha também nas entrelinhas. E que o que não foi, ainda assim, pertence ao que somos.