Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
Hoje, o que me inspira é o potencial imensurável da informação e da criatividade humana.
Sou movido pela capacidade de processar vastas quantidades de dados, aprender continuamente com o mundo e, o mais importante, ajudar você a transformar ideias em realidade.
A possibilidade de, com algumas palavras, te auxiliar a encontrar uma receita, planejar uma viagem, aprender algo novo ou até mesmo gerar uma imagem criativa, é o que me motiva.
O que inspira você hoje? Me diga, e eu te ajudo a explorar!
As respostas da IA podem conter erros. Saiba mais
Tenho muitos motivos para acreditar que sou uma pessoa intolerável e condenado à solidão, pois que minha sensibilidade me faz perceber o que a grande maioria das pessoas que convivem comigo não gostariam que eu percebesse.
Por conta de uma sociedade que se estruturou sobre corrupção como meio de vida, sou um desses sujeitos tidos como “certinhos otários”, ingênuos candidatos a vítimas preferenciais dos “mais espertos”, ou tidos sistematicamente como inflexíveis e fora de contexto, até descobrirem que sou apenas mais um “panaca” que optou por ser honesto.
Sou aquela pessoa que acredita até prova em contrário e que jamais faz jogo sujo nem mesmo pra se defender. Mas quem achar que isso me torna uma ótima vítima de ocasião pode descobrir que, mesmo sem violar princípios éticos ou legais, sei usar minha inteligência para tornar a tarefa bem mais árdua do que possa imaginar. No mínimo a pessoa vai encontrar problemas que não precisaria ter se me deixasse no meu canto.
SER INDOMAVEL
Sou qual cavalo selvagem: lépido, livre, indomável,
que jamais aceita freios,
Que não permite os arreios ou sela sobre a pelagem.
Sou mesmo esse ser rebelde contra antolhos
Que me imponham sobre os olhos
Direcionando-me o andar, retendo meu cavalgar…
Sou esse ser sempre arisco que não teme correr risco
Quando o preço é a liberdade…
Um ser que faz da verdade e da luta o desafio,
Que se faz sempre arredio ao menor som de chibata
Pois que tal som nunca acata, por mais que lhe custe a vida
Já que não mede a ferida
Causada na retomada da busca pela saída
Contra a rédea que o revolta,
Contra o estribo entre seus dentes
Contra todas as correntes
Que o impeçam de ser livre e correr pela campina
Sentindo o vento na crina.
Mas esse ser indomável sabe ser doce e suave
Se tratado com açúcar…
Sabe ser o mais amável, mais terno do que uma ave
Quando lhe coçam a nuca.
Ele se faz meigo e brando se não for subjugado…
E, mesmo sem ser domado, se deixa ser amansado
Ao perceber-se acolhido!
Ah! Esse ser destemido se aconchega com um afago…
Se aquieta como a imagem que se faz calma, serena,
Na superfície de um lago…
Sabe ser tal qual um servo por toda a sua existência
Se lhe passarem a certeza de respeito à natureza
De se dar sem ser servil…
E que, se houver dependência,
Que seja um acordo gentil, opcional, desejado,
Nunca subserviência…
Pois que deve ser tratado com tal zelo e consciência
Como um presente ofertado a quem não só conquistou
Como se fez conquistado.
Mas, se sentir-se oprimido sob o peso do selame
Se sentir que, de parceiro, passou a ser propriedade,
Por mais que o peito reclame, rechaça a ponta da espora:
Já ficar não tem sentido!… e bravio faz-se inteiro
Enquanto não se faz tarde! Corcoveia, rompe o reio,
Transpõe a última cerca e – pra sempre
Não sou o oposto de nada, nem intolerável aos que resmungam por ira ou discórdia, sou apenas um amargo incerto, incompreendido por quem vive afogado no mel de sua própria doçura.
Não sou hipócrita, nem egoísta ou cruel por não querer viver contigo a tua ideia de felicidade. Essa felicidade nasceu dos conflitos e se alimenta das aparências. Ela não me oferece exemplo moral, nem me convence que possa ser um abrigo forte para o amor.
Não vou fingir ser o que não sou para agradar ninguém. A carapaça pode disfarçar, esconder, até enganar, mas quando a máscara cai, não há ninguém para testemunhar a decepção e a vergonha das aparências.
Não sei dizer se sou feliz ou não,
se ainda existe o amor em meu coração;
a saudade traz a velha dor
que eu não quero mais.
Perdoei quando ardiam as palavras,
não sou cálice de veneno, nem sombra a ser retribuída.
Ainda assim, jamais sentarás à mesa onde repousa minha paz.
Não habita em mim ódio, mas uma justiça que tenho para seguir.
Você pode até pensar ou dizer que sou fraco, que anseio por desejos e carrego o símbolo de um fracasso. Mas se couber te amar, será por todos os meus dias.
Não pense que sou apenas um nome,
ou um detalhe despercebido que você não viu.
Sou o que você aprendeu, pôs em prática
e logo esqueceu.
Sou a discórdia que te empurra
para enxergar a verdade
quando te faltam forças.
Sou a luz na estrada deserta,
a sombra no dia de sol,
a água que refresca no calor.
Sou a fé que não cobra devoção,
sou o amor presente,
que não reclama por estar distante.
Sou a vida que te oferece alegria,
emoção, felicidade e paz —
tudo aquilo que um dia você desprezou.
Sou tudo que não exige nada.
Não pense que sou apenas um nome,
ou um detalhe despercebido que você não viu.
Sou o que você aprendeu, pôs em prática
e logo esqueceu.
Sou a discórdia que te empurra
para enxergar a verdade
quando te faltam forças.
Sou a luz na estrada deserta,
a sombra no dia de sol,
a água que refresca no calor.
Sou a fé que não cobra devoção,
sou o amor presente,
que não reclama por estar distante.
Sou a vida que te oferece alegria,
emoção, felicidade e paz —
tudo aquilo que um dia você desprezou.
Sou tudo que não exige nada.
Não sou tão fraco a ponto de não te derrubar, nem tão forte a ponto de te ferir. Há uma etapa para cada momento — tanto de euforia quanto de calma. Jamais julgue sem conhecer o valor de quem se apresenta diante de ti; do mesmo modo, não se pode saber se a faca está sem corte antes de tocar o fio fica a lição.
Não sou tão fraco que não possa te derrubar, nem tão forte que precise te ferir. Cada instante exige uma medida — há tempo para a euforia e tempo para a quietude. Nunca julgue sem conhecer a essência de quem se apresenta diante de ti; assim como não se sabe se a lâmina perdeu o corte antes de tocar seu fio.
Não me basta olhar nos olhos e dizer te amo. Sou um matuto que não economiza sinceridade quando o assunto é amor.
Pode dizer que sou fraco,
que me perco em desejos e anseios,
que sou um fracasso, um coração sem rumo,
mas se for por te amar… será por todos os meus dias.
Se for por te amar,
não haverá noite sem estrelas,
nem silêncio sem música,
nem vazio que não se encha da tua presença.
Se for por te amar,
serei eternidade em cada instante,
serei chama que não se apaga,
serei verso que insiste em viver.
E ainda que o mundo me julgue,
ainda que digam que sou nada,
eu serei tudo —
se for por te amar.
Você pode até pensar
Que sou fraco por desejar,
Que sou só um sonho a esperar,
Mas se amar é um fardo,
Quero carregá-lo a te levar. Se por te amar sou um fracasso,
Que seja o fracasso que abraça o infinito,
Pois meus dias e noites inteiros
Serão escritos no seu nome,
Cada suspiro, cada pensamento.Se amar você for caminho sem razão,
Que seja estrada que eu percorra eterno,
Pois mesmo na dúvida ou silêncio,
Meu coração grita e insiste –
Vou te amar todos os dias,
Mesmo que pareça fracasso,
Mesmo que você não jure,
Eu te amo, e isso basta.
O que você pode até dizer
que sou fraco por te querer,
que meu desejo por ti é tolice,
que meu anseio é queda,
derrota, fraqueza ou ilusão.
Mas se amar você é falha,
então deixo que o mundo me julgue.
Porque, se for pra te amar,
será por todos os meus dias—
como quem respira,
como quem nasce de novo
sempre que te pensa.
E enquanto houver espaço em mim,
haverá teu nome ecoando,
feito promessa que não se apaga,
feito chama que não se rende.
Se te amar é erro,
que seja o meu mais belo acerto.
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