Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso

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Essa noite eu posso ser eu mesmo (yah)
Mas também posso ser tudo que você quiser que eu seja

Eu elogio em voz alta; eu censuro baixinho.

Não quero que Deus me dê nem um dia de vida a mais de que eu não possa me orgulhar.

Todos dormem.
Eu nado na noite que
entra pela janela.

Se eu tivesse de escolher entre trair a minha pátria e trair um amigo, esperaria ter a coragem necessária para trair a minha pátria.

Você representa tudo aquilo que eu odeio. Mas eu acho que você tem graça. Continue, por favor.

Eu não podia esperar pelo sucesso, então eu fui em frente sem ele.

O amigo é um segundo eu.

Nosso eu interior não é algo que se encontre. É algo que se cria.

O que você é te controla, e ecoa tão alto, que eu não consigo ouvir o que você diz ao contrário.

Ralph Waldo Emerson
Letters and Social Aims

Deus, que eu morra no palco!
Não me coroem
De rosas infecundas a agonia!

Eu não quero um homem que só diga sim trabalhando comigo. Quero alguém que fale a verdade – mesmo que isto lhe custe o emprego.

Eu acredito que cada direito implica em uma responsabilidade, cada oportunidade em uma obrigação; e cada posse, um tributo.

Eu odiaria morrer duas vezes. É tão chato

Faz o que eu digo, mas não faças o que eu faço. Esta é a verdadeira sabedoria.

Quando eu nasci,
ficou tudo como estava,
Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu,
nem houve Estrelas a mais...
Somente,
esquecida das dores,
a minha Mãe sorriu e agradeceu.

Quando eu nasci,
não houve nada de novo
senão eu.

As nuvens não se espantaram,
não enlouqueceu ninguém...

P'ra que o dia fosse enorme,
bastava
toda a ternura que olhava
nos olhos de minha Mãe...

Vem morte, tão escondida, / que eu não te sinta chegar, / para que o prazer de morrer / não me dê novamente a vida.

Eu fecho meus olhos para ver.

Para os políticos, a verdade e a mentira não são importantes. Então eu nunca poderia tornar-me um político.

Canção de Primavera

Eu, dar flor, já não dou. Mas vós, ó flores,
Pois que Maio chegou,
Revesti-o de clâmides de cores!
Que eu, dar, flor, já não dou.

Eu, cantar, já não canto. Mas vós, aves,
Acordai desse azul, calado há tanto,
As infinitas naves!
Que eu, cantar, já não canto.

Eu, Invernos e Outonos recalcados
Regelaram meu ser neste arrepio…
Aquece tu, ó sol, jardins e prados!
Que eu, é de mim o frio.

Eu, Maio, já não tenho. Mas tu, Maio,
Vem com tua paixão,
Prostrar a terra em cálido desmaio!
Que eu, ter Maio, já não.

Que eu, dar flor, já não dou; cantar, não canto;
Ter sol, não tenho; e amar…
Mas, se não amo,
Como é que, Maio em flor, te chamo tanto,
E não por mim assim te chamo?

José Régio
Filho do Homem