Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
Inaceitável ficar longe
Faz ser quem sou
Desvendará o mistério de ser
Quem luar comigo terá amor
Sem regras
- QUEM DERA PODER NASCER DE NOVO -
Quem dera poder nascer de novo!
Ser diferente do que sou -mais feliz!-
Voltar alegre ao colo de meu Avô
E não lembrar a vida que já vivi ...
Quem dera poder nascer de novo!
Rasgar os tristes horizontes que guardei,
Deixar partir o passaro perdido, o corvo
adormecido, que ao meu destino acorrentei.
Quem dera poder nascer de novo!
Esquecer de quem um dia me fez mal
Sentir dentro de mim que os absolvo
E acreditar que nada mais será igual...
Mas tal coisa não irá acontecer!
Sou assim: vivo à margem deste povo,
Só esperando pela hora de morrer,
P'ra quem sabe, poder nascer de novo ...
Descobri quem sou,
palavras de amor, são o que tenho.
Não sei para onde vou,
mas não ignoro de onde venho.
"Eis que um dia perguntaram a um homem: Quem sois vós?! E ele respondeu ... Sou o guardião! ... Guardião?! Guardião do quê?! ... Do templo! ... Que templo?! ... O templo da minha alma."
Fato, um embate: minha consciência insiste dizer quem sou e outros, insistem em julgar o que acham que posso ser.
As vezes, me pego pensando quem sou e pra onde vou. Ainda não sei ao certo, mas sigo adiante, pois sou caminhante e não um conformista.
Você me mudou, me transformou
Trouxe pra mim quem sou
Usou e abusou
Amor mansinho
Mansinho, leve e traiçoeiro
Juras
Juras breves e caladas
Sempre tão caladas
Avoadas, inventadas, decoradas
Contornadas, iluminadas
Lindas e irreais
Logo você, que vivia a me apontar:
- Chato, cruel, marrentão...
- Aquele que não jaz de um coração
Eu só estava magoado
E assim você se magoou
Não suportou
Vestiu suas desculpas e se foi
Foi escorrendo pelas mão
Liso, intocável
Se diluiu, se misturou
Rabiscou, grifou, pintou e reapareceu
Já não era o mesmo quadro
Mal-acabado, torto e opaco
Tudo aos meios
E ao meio dos seus meios intocáveis, repousei
Criei, cuidei, reguei, floresci e frutifiquei
E junto, também me inovei
Bati asas e voei
Sai da teia que você tecia a me circular
Você me mudou
Trouxe pra mim quem sou
Já foi, acabou.
AS PORTAS DE QUEM SOU
(01.10.2018)
Abro as portas de quem sou,
Na transparência da minha alma.
E a vida que tenho é um livro,
Contendo palavras da história.
O tempo se faz presente...
Sem destruir as pequenas sílabas.
Quem desejar me conhecer por inteiro,
Então vejam o interior das poesias.
-Quem é você?
-Não sei, pois não sou a mesma que fui hoje de manhã. A vida é um devir constante, tudo muda, exceto o amor genuíno.
Às vezes sou gato, noutras vezes, macaco. Perturbo o sossego de quem quiser ter. Sou silêncio, sou carinho, um redemoinho. Sou paz, aspas e até reticências. Sou o barulho e a estrada vazia. Sorrio, pra ver se me notas. Silencio, pra perceber se me ouves. E sigo caminhando assim, até que as minhas pegadas encontrem as suas, e só se percam de novo, se for de amor.
Sou um livro aberto ou um castelo de vidro aonde quem realmente se importa vê cada pedaço de mim (8)
Não gosto de nada morno, mais ou menos, talvez, quem sabe... Sou intensa, mulher inteira, não me venha oferecer metades.
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