Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
Quem ama por mais que aconselha sempre quer te ver perfeito quase em tudo e isso é impossível...chega a um ponto que começa a criticar.
É um grande desafio descobrir quem realmente somos ...
Não somos os mesmos sempre ... temos reações assustadoras ... pensamentos fora dos nossos princípios ... emoções que nunca pensamos em ter ...
E é esse o encanto em conhecer-se ... descobrir algo novo sobre nós todos os dias, descobrir o quanto somos encantadores e assustadores ao mesmo tempo, e descobrir que podemos ser melhores a cada dia!!!
sinta-se rico pelo fato de acordar e ter saúde. pois quem tem muito dinheiro. se pudesse, compraria isso de você.
A quem determinamos amar? Será que amor é algo que se dá a qualquer um? Será que à amizade se dá a qualquer um? Será? Vivemos em um mundo onde somos rodeados de tantos será. Mas por que de todos esses será? Será que é por que sempre ficamos em duvida do que fazer ou fala? Por que será que temos tanto medo de dizer para quanto gostamos de alguém? Será que é medo de não ser amado! Por que será que é tão difícil dizer um amigo um simples "Eu te amo"! Será que é medo de ser mas um amigo falso? Bom sem sombra de duvidas que os "será" não estão em nossas vidas por acaso ele tem uma finalidade! De nós precaver de algumas situações desagradáveis. Mas não viva sua vida em prol do será, muitas das vezes é melhor deixa o será em segundo plano e simplesmente viver.
A reciprocidade nos dar alegria no reconhecimento, portanto, quem não é recíproco tampouco possível não ser reconhecido. Assim, conclui que é necessário uma ligação dos dois pontos.
Ter muito não é sentir muito !
Ter não é Ser.
Quem é de verdade não precisa dizer,falar,ou se promover,por que já é.
O som batia na vidraça sem dizer nada,
Os olhos não sabiam a quem olhar,
Não sabiam a cor do dia,
Só tinha a noite para olhar,
Do quarto um apelo as estrelas
Um pedido de amor a si mesma...
Wilson Costa Wilson
Quem me conhece sabe que defendo relações matrimoniais (ou não matrimoniais) entre duas ou mais pessoas. Não sou contra a monogamia, mas defendo a diversidade de relacionamentos apoiados na convivência (ou na individualidade) onde o número de parceirxs não seja limitado nem determinado por alguém. E também sabem que apesar de questionar bastante alguns firmamentos ideológicos do movimento poliamoroso, ainda assim abraço esse tipo de relação.
Tenho alguns questionamentos como o de "até que ponto o relacionamento poliamoroso se difere da monogamia?", "Algumas relações, onde convivem 3 ou mais indivíduos, possuem as mesmas regras de conduta existentes nos relacionamentos mono?", "Quem são os dito Poliamorosos? E quem defende essa bandeira?" "Será que o Poliamor realmente se comporta como um movimento de desconstrução da dominação patriarcal, e da desconstrução da família “dita constitucional”?", “Até que momento o poliamor é caracterizado uma forma de amar não convencional?”
Um dos problemas centrais dessas relações (mono, poli, etc) é a fantasia da posse da outra pessoa. A ilusão, a ideia de propriedade do outro trará sem sombra de dúvidas a limitação, sujeição e/ou restrição das pessoas que compõem determinado liame, seja ele qual for.
Não significa que só pelo fato da pessoa se encontrar num relacionamento poliamoroso ela estará “livre para viver o seu amor”. Devemos ressaltar que vivemos o “nosso” amor, não o amor do outro. Se os sentimentos que constroem a relação forem fundados em ciúme, controle, angustia, rivalidade, inveja, não será nada dissemelhante às “filiações” monogâmicas. Pois se eu me sujeitar a um relacionamento poliamoroso, onde convivo com duas (ou mais) pessoas, de modo que a ambas serão estabelecidas regras que vão regular o comportamento de tais, veremos que são preceitos que coincidem com as relações padrões, onde uma pessoa deve ser “devotx” ao outrx.
Nem sempre o Poliamor revelará “liberdade”. Existem várias definições para liberdade, mas para o termo que estou usando, ela se definirá numa perspectiva física, algo para além da dominação, e para bem além do existencialismo.
Acredito cegamente no "relacionamento livre". Amo quem eu quero amar, na hora em que eu quiser amar, no lugar em que eu quiser amar (obviamente, tudo com o consentimento de ambas as partes). Acredito que o Relacionamento Livre é sinônimo de Empoderar-se. Algo para além de preceitos morais e éticos impostos por outro(s) indivíduo(s), o(s) qual(is) delimitará minhas práticas amorosas. A única regra do amor livre é amar livremente, você é x únicx detentor(a) da sua liberdade, ou seja, da sua liberdade de amar. Ressaltando também que o espaço que é dado às pessoas que fazem parte desse ciclo amoroso é sem sombra de dúvidas sinal de amor.
Ser adepto ao relacionamento livre não indica descaso, nem indiferença pela outra parte, muito pelo contrário, é o oposto disso, o que é priorizado nessa relação é primeiramente a amizade.
Todos os tipos de relacionamentos são constituídos por pessoas, e essas carregam consigo suas particularidades. A crítica feia acima não se dirige única e exclusivamente à práticas sexuais, mas se direciona a relações pessoais e sociais. Viva o amor livre, viva livre seu amor. Desconstrua os machismos, as ditaduras, os estereótipos, as padronizações firmadas nas ligações afetivas! O amor não precisa ser limitado, nem padronizado, mas precisa ser vivido com uma vivacidade viva! É preciso despolitizar o amor, e torna-lo algo menos formal. “Devemos não somente nos defender, mas também nos afirmar, e nos afirmar não somente enquanto identidades, mas enquanto força criativa.”
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