Quem sou eu: textos prontos para refletir sobre a sua essência

Quem sou eu?
uma sombra esquecida de mim mesma,
afogada de dor,na escuridão,
desta podridão da sociedade,
consumista,corrupta.!
Que sou eu?
cada vez mais sozinha,
com medo da vida,
com medo de viver,
à beira do poço cheio,
de água funda,profunda,
gelada,fria.!
Olho-me ao espelho e não sei,
quem sou,vejo os meus olhos,
que não são os meus,secos,vazios,
como se visse a minha alma a arder,
nas trevas a pedir socorro,ajuda.!
Quem sou eu ??

Quem sou eu? O que sou eu? Não sei. O que sei é que sou alguém. Sou mais do que dizem e menos do que querem. Sou apenas eu. Nem certo nem errado. Quem sou eu?! O que dizes que sou?

Não sei quem sou eu hoje, acontece que hoje eu sou muitas pessoas. Hoje eu sou a melancolia de minhas reflexões, a alegria de minhas conquistas, a satisfação do caminho traçado, a ansiedade do que está por vir. Hoje nasce uma valência única, antes nunca se manifestado com tanto poder. O poder da certeza, com energias que fluem positivamente em minha alma.

QUEM SOU EU?
Homem dos olhos azuis da cor do céu;
Do sorriso sincero;
Dos sonhos impossíveis;
Da esperança interminável;
Dos amigos perfeitos e imperfeitos;
Do coração enorme;
Que se apaixona fácil;
Se esquece dos erros;
Se envergonha de tudo;
Se sente sozinho;
E que nunca desiste.
o homem que quer proteger
E quer ser protegido
que chora no filme
que chora de alegria;
Que morre de medo da solidão;
Que ama a vida;
mas a vida a dois é insubstituível
Que se arrepende das falhas do passado;
que erra, mas sempre tenta acertar
Que aproveita cada segundo;
Que é romântico;
Que fica feliz com um abraço;
Que sonha demais;
Que pensa demais;
Que escolhe demais;
Que complica demais;
que deseja apenas ser FELIZ.

Quem sou eu para julgar o tempo de amadurecimento de outra alma?

Quem sou Eu senão uma colônia?
. . .
Tenho um pouco de todos em mim
Em todos há um pouco de mim
Mais bactérias do que células
Se liga nesse céu !!!
Desliga esse celular
Se recarregue em luz solar
Ou no luar
Sinta-se
Faça tua luz brilhar

Quem sou eu?

Eu sou uma flor vermelha, que se abre no sereno, eu sou uma menina apaixonada, também sou baixa e morena.

Eu sou aquela pessoa que pensa muito, sou aquela pessoa que fala demais,

Eu sou aquela poesia perdida, sou o poema nunca lido sou uma Rosa perdida que ninguém colheu, aquela flor excluída que também é uma das mais lindas.

Às vezes acho que sou louca,
Às vezes tenho certeza.
Seriam loucos os outros?
Quem sou eu na correnteza?
Por favor, Entre no meu coração e veja!
Por favor, Exista e me compreenda.
Esse mar dentro de mim,
Quero bem que Tu vejas.
Onda após onda, enquanto eu respirar.
Nunca cessa, nuca para.
Eu não tenho descanso
Mas eu sou como o mar...
Mesmo que não nos encontremos
Me repara!
Há espuma em mim
Quando vem a noite a maré sobe
Transbordo em lágrimas
Minha boca salga
Eu sou ressaca
Se parece impossível dentro de mim ter mar, vos confirmo: me afoga e me traga...
Da mesma forma espero em Ti,
Que sem olhos, veja minhas águas
Eu só sei chorar e sentir
Menos que as pedras, sou temporária...
Se Tu não existir
Quem entenderá minha dor?
De a parte todo amor, não sermos nada...
Te compreendi pelo limbo das folhas e todas flores brotadas
Após a morte, não precisa haver mais nada!
Mas como poderei eu ter existido
Sem que Tu tivestes visto minha praia?
Habite meu coração, o sinta e estarei salva
Mesmo que nunca nos encontramos além dessa jornada.
Exista; quero ser para Ti como as flores e a praia.

Quando acordo de manhã, vejo o sol, e eu preciso de um tempo para pensar quem sou eu, na luz!
A diferença entre dormir e tremer até o amanhecer, está com os embates do pensamento com as fazeduras para o novo dia... em vez de tentar suprimir as causas que às torna mais fortes, deixe-as passar com pensamentos positivos!
Nada é por acaso com causa e consequência, e se a ruminação se tornar paralisante e sem paz, preencha o pensamento com outra movimentação com um propósito maior... como amar!
Um sentido na vida não precisa estar atrelado a matéria, mas em qualquer ambiente que traga sensação de preenchimento, de felicidade, e aliança com quem verdadeiramente é!

Quem sou eu?


Hoje sou a chama que não apaga
A estrela que mais brilha
Amanhã sou água que vaga
Apenas lanterna sem pilha


Sou horta sem praga,
Um verão na ilha
Sou um corte por adaga
Animal perdido na trilha


Eu sou a mudança que assusta
Sou a paixão carnal
E sou o amor que custa


Sou a alma imortal
Sou a fé que se reajusta
No fim serei a morte fatal.

Já sabes quem sou eu?
Não penses nada de mim por meio do julgamento alheio, não me veja pelos olhos de outrem, não avalies minha tez sem me tocar, não diga meu sabor sem degustar. Tu me pareces mais autêntica. Construa tuas próprias experiências.

O que mora em mim é essa vontade louca de consertar o mundo...mas quem sou eu que ainda nem consertei a mim mesma e quero consertar logo o mundo,só o que posso fazer é orar por todos nós que Deus nos ilumine.

⁠Minha noite com você
Meu amor te envolveu
Para poder te conhecer
Tenho que saber quem sou eu

Sabendo quem sou eu
Posso tomar uma direção
Sabendo que meu coração é teu
Me entrego a ti com perfeição

Faço desse poema
Minha inspiração
Encantado nesse dilema
Na tua linda preleção

Nessa linda preleção
Neste sonho em cor
O caminho do coração
Está no segredo do amor

Quem sou eu, pouco vos importa, aprenda com o que lhe ensino e talvez não tenhas que evitar sons que não queira ouvir.

- A Voz Sem Nome

Quem sou eu?
Pé no chão, cabeça firme e coração leal.
Posso até demorar, mas quando decido ir, ninguém me para.


Não vivo de promessa, vivo de constância.
Não falo muito, faço.
Não corro atrás de aplauso, corro atrás de resultado, aprendendo e buscando fórmulas


Quem anda comigo sabe,
sou tranquilo até me testarem,
paciente até abusarem,
forte porque aprendi a lei da espera.


Não pulo etapas.
Faço Construção interna
E quando chego, fico.

Quem sou eu?


Eu sou um corpo feito
de marés e memórias,
uma ferida que canta,
um silêncio que grita
e um grito que se recolhe
na beira de si.


Eu sou uma ponte
entre o ontem e o nunca,
um território de palavras
que sangram e florescem,
um abrigo de ventos
onde o tempo se senta
para ouvir histórias
que só a minha alma sabe contar.


Eu sou a pergunta
que não se cansa de perguntar:
"Quem sou eu?"
E é nessa busca
que sou mais inteira.


Quem sou eu?


Eu sou um processo,
não um produto.
Não sou um “quem” pronto,
mas um vir-a-ser constante.


O que eu chamo de “eu”
é um fio tecido
de memórias, escolhas
e esquecimentos,
um enredo que se escreve
enquanto é vivido.


Meu “eu” não está fixo no passado,
nem garantido no futuro;
ele existe apenas no instante
em que é percebido, sentido, vivido,
e nesse instante já começa
a mudar e evoluir.


Talvez eu não seja “algo”,
talvez seja o próprio movimento
de tentar descobrir o que sou.


Quem sou eu?


Eu sou aquela pessoa
que carrega poesia até no jeito
de se indignar com o mundo.


Que olha para a dor com coragem,
mas também sabe colher
beleza nas frestas.


Eu sou intensa, no bom sentido
de “não caber em rótulos”,
e sensível de um jeito
que não é fraqueza, é radar.


Eu falo com o Tempo
( Óh! O Tempo!)
como quem dialoga
com um velho conhecido
e escrevo como quem rasga
a alma para arejar.


No fundo,
eu sou feita de perguntas,
mas vivo como quem sabe
que a resposta é
continuar perguntando...


✍@MiriamDaCosta

Quem sou eu

Eu tenho me perguntado quem sou eu, e a resposta veio quando eu superei, ausência, tristeza, saudade e a maldade do tempo. Sei que sou pouco para uns, mas sei que sou muito para outros, mas a cima de tudo! sou o suficiente para mim mesmo.

Quem é Sâmia Bemvindo?


Quando me perguntam quem sou eu, costumo responder contando quem fui e tudo o que vivi para me tornar a mulher que sou hoje.


Entre a correria do dia a dia, as saudades que carrego no peito, os sonhos deixados de lado e as renúncias feitas em silêncio, aprendi a sobreviver mesmo com a dor morando dentro do meu coração. Já conheci a solidão, o desprezo, os julgamentos, a inveja, o luto, o medo e a insegurança.


Minha vida começou a mudar no momento em que decidi viver o meu próprio tempo e enxergar a vida com outros olhos. Na escrita, sempre encontrei abrigo. Sempre gostei de escrever sobre tudo o que vivi, porque nunca fui de ter muitos amigos, nem de compartilhar minhas dores com o mundo. Então, por muito tempo, tudo o que enfrentei em silêncio foi Deus quem segurou comigo.


Até que um dia, uma pessoa muito querida segurou minha mão e disse:
“Em nossas vidas enfrentamos batalhas e desafios, mas saiba de uma coisa: minha família é sua família.”


Naquele instante, algo dentro de mim mudou. Chorei como há muito tempo não chorava. E naquele abraço invisível, comecei a enxergar a vida diferente. Passei a agradecer mais, a viver o que antes eu apenas suportava.


Para reencontrar quem eu era, precisei abrir mão de sonhos, vontades e partes de mim que ficaram pelo caminho. Mas foi exatamente nas perdas que descobri minha força.


Hoje, carrego cicatrizes que ninguém vê, mas também uma fé que ninguém destrói. Aprendi que a dor não define quem eu sou, ela apenas me ensinou a florescer mesmo nos dias mais difíceis.


Hoje eu sei quem eu sou.
Sou feita de recomeços.
Sou poesia escrita pelas mãos da vida.
E mesmo depois de tantas tempestades, continuo escolhendo florescer.

⁠Quem sou eu para julgar o teu pecado?
Se nem o Maior dos Santos fez Julgamentos.

Se a morte não me venceu, quem sou eu para temer a vida?
— Nildinha Freitas