Quem Ja Passou por essa Vida e Nao Viveu

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" 'Inspirado' no Fernando, 'criei' essa: 'Tudo vale a pena quando a pessoa não é pequena'. Eu disse pequena, de pequenez. Eu não disse baixinha, Hum!"
Texto Meu No.1004, Criado em 2021


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"'Todo pobre deveria ter acesso a lagostas grelhadas'. Essa Beleza de Frase não é minha. É atribuída àquele que tinha muito talento também na Música, como cantor, compositor e instrumentista: Tim Maia!"


TextoMeu 1278
🦞😁

" 'É dando que se fica sem', disseram. Se São Francisco não conheceu essa, pelo menos todos aqui passam a conhecer!"
TextoMeu 1425

1625
"De facto, não entendo essa dependência, essa necessidade que muitas Mulheres têm de Homens. Eca! Até Minha Dentista e Minha Cirurgiã são Mulheres, como todas por aqui, menos Eu, HeHeHe!"

Em Romanos 6:23 está a raiz da questão:
O salário do pecado é a morte.
Essa morte não é apenas física, é espiritual e eterna.
Então Cristo não veio para elevar padrão social.
Veio para livrar da morte eterna.


miriamleal

Tem dias que não há nada maís confortável que ficar ao sol


Enquanto essa energia aquece nosso corpo sentimos a alma um pouco mais leve, essas manhãs de outono
Viveram pra trazer paz ao velho corpo
Que a muito nao sentia o calor da vida .


PauloRockCesar

Se você é a Eva do paraíso, eu não sei, mas essa perfeição é particular, de uma beleza invulgar, toda sua, e não cabe em mais ninguém.

Promessas quebradas
Coração partido
Essa dor que esmaga
Desesperança que corta


Não vejo futuro
Não vejo saída
Em meio a dor
De sonhos falidos


O peito aperta
Estou sozinha
Não há mão pra segurar
Não há em quem confiar


Em guerras desmedidas
Perdi o que chamei de lar
E essas dores só aumentam
A necessidade de me isolar


Lutei, mas foi em vão
Sempre foi tudo em vão
Talvez não possa mais me levantar
Muito disso eu mesma busquei
E me vejo sem saída outra vez
No abismo que não posso suportar.
- Marcela Lobato

O amor é essa bagunça gostosa de ter o seu cheiro grudado na minha camisa mesmo quando você não tá por perto. É saber que, no fim do dia, o meu porto seguro não é um lugar no mapa, é o teu abraço.

DeBrunoParaCarla

Não existe essa ideia de que alguém seja tudo o que falta. Não existem metades à procura de outra metade, existem pessoas inteiras que se encontram.

O que existe é o encontro consigo mesma. Não posto minha vida como algo para ser observado, mas como expressão do que vivo e compreendo. Cada pessoa segue seu próprio caminho de consciência, e eu sigo atenta ao meu.

E que a vida siga como essa aventura de existir.

Mesmo que existisse uma divindade, não segue logicamente que ela precise criar um paraíso; essa ideia é apenas um desejo humano egoísta de autopreservação.

Porque a humanidade é assim...O que dói é perceber que para essa gente a entrega não tem valor, só tem preço. Se você serve para algo, você brilha, se não tem serventia, você é descartado. É desolador ver que o afeto de algumas pessoas tem prazo de validade e depende do que a gente pode oferecer, e não de quem a gente é.
É como se a gente se desse por inteiro, se colocasse no chão para o outro pisar e crescer, e no fim, só fôssemos vistos como um degrau. Se a gente não é útil, a gente deixa de existir para eles. E viver assim, medindo o valor de alguém pelo que ele entrega, é transformar o mundo numa terra onde nada de verdade consegue criar raiz.




DeBrunoParaCarla

Hoje foi um dia antíteco
não sei se essa palavra existe
mas este seria um dia repleto de antíteses.


Hoje o dia foi tão feliz que chorei
Chorei de tristeza enquanto sorria
Fiquei parada enquanto corria
Te dei um último abraço enquanto te assistia.

"Aceitar é mais pesado que entender, porque não é só perceber — é se obrigar a viver com essa dor."

Não se engane com as mensagens lindas e os enfeites luxuosos; por trás de toda essa eloquência, existe um "não" pronto para qualquer um que peça apoio real para uma causa nobre.

"Não adianta querer o kit de elite com essa mente de 1 real. O upgrade começa de dentro."

"Deus nos deu o espírito de domínio próprio, não de escravidão. Use essa força para governar seus sentidos e focar no seu propósito de vida."

Essa noite eu sonhei com você
como eu não consigo pensar quando você está por perto;
como suas mãos tocam meu rosto.
Meu medo é nunca mais sentir isso
mesmo sabendo que não era verdade
e eu não estou falando apenas do sonho.

" ...e essa distância que não passa!"

Deus existe. Essa poderia ser a sentença ideal para iniciar um livro. Ou talvez: Deus não existe.
Qual delas prenderia mais a atenção do leitor?
Nada é simples assim. Nem uma, nem outra. Ambas são complexas, teses de difícil comprovação. No campo da fé, a primeira frase pode convencer com facilidade, sobretudo pessoas crédulas. Já a segunda talvez encontre terreno ainda mais fértil se o leitor for cético, agnóstico ou mesmo religioso sem convicção profunda. Em ambos os casos, não se trata de verdade ou mentira imediata, mas do lugar íntimo de onde o leitor parte. A frase inicial não prova nada; apenas revela quem lê.
Seguindo por esse caminho, este será o meu livro mais inquietante. Não porque eu nunca tenha tratado desse tema. Ao contrário, como filósofo, escrevi muitos livros que, de uma maneira ou de outra, trabalharam com essas duas possibilidades. Mas este é diferente. Ele nasce do lugar em que me encontro agora.
Para um leitor curioso, este livro será uma janela aberta para dois abismos. Duas escolhas, duas teses, duas possibilidades. Ainda assim, creio que será um trabalho penoso. Habitar o espaço entre esses dois polos, descer ao mais tenebroso caos para investigar, sob uma perspectiva dialética, questões que há milênios retiram a paz de homens e mulheres de alma profunda, exige coragem.
Se Deus não existe, estamos perdidos. Revoltados, em desespero total, sem nenhuma base para a esperança. Com essa afirmação, Deus não existe, enterramos a metafísica e já não necessitaremos buscar sentido nessa ciência frágil. Então, comamos e bebamos, surtemos e executemos todos os desejos carnais, certos de que não haverá julgamento nem punição moral após a morte, apenas o retorno ao pó.
Contudo, antes de concluir qualquer uma dessas afirmações, é preciso investigar a história de ambos os lados. As pessoas que acreditaram em cada uma dessas posições, o que as levou a sustentar tais teses e quais foram os resultados morais, sociais e históricos dessas escolhas.
Mas de onde partiremos, na corrente do tempo? Em que lugar cultural fixaremos nosso ponto de partida? Que história ou mito serviu para determinar o princípio de tudo? Seria ideal partir de uma crença específica, de uma tradição particular, ou isso seria um argumento frágil, sem credibilidade universal?
Se eu escolher o óbvio, o mito de Adão, não lograrei êxito com aqueles que não creem na tradição oral ou escrita dos judeus. Talvez, se optar por outro cerne, como a cultura africana, ainda assim enfrentarei sérios problemas para resolver essa questão inicial. O impasse persiste.
Contudo, é preciso definir um ponto de partida e seguir adiante. O atraso excessivo também é uma forma de recusa. O que me ocorre agora é outra possibilidade. Sugerir várias origens, vários mitos, várias tradições, e deixar a critério do leitor qual delas melhor lhe servirá.
Talvez não caiba a este livro impor uma origem, nem eleger uma tradição soberana, mas oferecer caminhos. Permitir que cada leitor escolha de onde olhar para o abismo. Afinal, a pergunta sobre Deus talvez diga menos respeito à resposta correta e mais à coragem de sustentar a pergunta.
Então, antes de fixarmos a mente no homem como ser racional ou como criação divina, levantemos os olhos. Olhemos para as estrelas.
Comecemos com um pouco de ciência. Observemos o universo não como metáfora, mas como fato. Sabemos hoje que ele não é estático. Expande-se. Galáxias afastam-se umas das outras, o espaço se dilata, o tempo carrega consigo a memória de um início violento e incompreensível. Houve um momento inaugural, que a ciência chama de Big Bang, no qual matéria, energia, espaço e tempo surgiram juntos, sem testemunhas, sem linguagem e sem propósito declarado.
A ciência descreve o como com rigor crescente. Fala de inflação cósmica, de forças fundamentais, de partículas elementares, de um universo que lentamente se organiza a partir do caos primordial. Mas permanece silenciosa quanto ao porquê. Ela mede, calcula, observa, mas não confere sentido. Talvez não seja essa a sua função.
É nesse ponto que a pergunta por Deus reaparece, não como afirmação, mas como hipótese extrema. Onde Deus caberia nesse projeto? Antes do início, como causa primeira? Como princípio organizador? Ou como invenção tardia de uma consciência assustada diante da vastidão e do silêncio?
Olhar para cima é um gesto filosófico. Diante da imensidão indiferente do cosmos, o homem percebe sua fragilidade e, ao mesmo tempo, sua singularidade. Somos poeira que pensa, matéria que pergunta, universo tentando compreender a si mesmo. Se Deus existe, talvez não esteja nos detalhes morais imediatos, mas nesse espanto original diante do infinito. Se não existe, o espanto permanece, talvez ainda mais cruel.
Todo evento, afirma a ciência, necessita de um observador, pois acontece em um ambiente, no espaço e no tempo. Essas condições são frágeis, mas reais. É dentro delas que algo pode ser reconhecido como acontecimento. Essa probabilidade científica, instável e limitada, talvez seja tudo o que temos para buscar algum sentido no estado das coisas físicas, materializadas. Fora disso, restam apenas hipóteses, silêncio e a vertigem de tentar compreender um universo que existe independentemente de nos perceber.