Quem Gosta de Ouvir Nao quer Falar
quem sou eu: Centro Da Tua Vontade!
Existe um lugar, Senhor
No centro da Tua vontade
Existe um lugar, eu sei
Feito só pra mim
É neste lugar
Que eu desejo estar, Senhor
É neste lugar
Que eu quero habitar, Senhor
É neste lugar
Que eu posso descansar
É neste lugar
No centro da Tua vontade
Sei que muitos vão dizer
Que há outro lugar melhor
Sei que muitos vão pensar
Que eu enlouqueci
Mas não há lugar de honra maior
Que o Teu altar
Tomo minha cruz, e sigo a Ti, Jesus
Quem se julga a si próprio brilhante, é ofuscado pela sua admiração pessoal e nunca conseguirá ver as estrelas.
Mãe, como pôde me amar?
"era um planejamento
ou quem sabe um acaso
um profundo sentimento
ou um fruto de um caso
um sinal apareceu
uma semente se formou
raiz que ali cresceu
uma bolsa que cuidou
dia dia se passou
no silêncio apareceu
semente se plantou
a plantinha floresceu
o anônimo acabou
a notícia se meteu
pois a língua divulgou
e alegria apareceu
um choro aconteceu
quando ele me puxou
mas você não sabia
como eu era ou seria
e eu não compreendia
porque de mim já gostou
só vi que me abraçou
e aquilo esquentou
senti forte calor
pelo olhar que dispensou
mas não me conhecia
como pôde dar amor ?
da sujeira me limpou
e o pranto acabou
feliz se tornou
de filho me chamou
uma lágrima derramou
de mim sempre cuidou
nenhum dia reclamou
e pra sempre me amou
por isso Deus te abençoou
mãe,
com palavras te agradeço
pois presentes não tem preço
mas um beijo eu te dou
em cada canto eu te vejo
cada vez que vou ao espelho
pois sou fruto de seu amor"
Quem arrasta os dias
quando você está fora?
quem empurra as noites
para que você entre?
quem colocou entre nós
esses parênteses?
"QUEM DERA QUE ONTEM VOLTASSE A ACONTECER"
Aquela sensação de ter comigo algo unico
Que talvez jamais volte a ter
Algo que sempre desejei e que sabia que ontem
estava indo para sempre...
Ah!!! Como desejei ser dona do mundo ontem
Não que minha pretensão esteja acima dos designios de Deus
Longe de mim...
Apenas porque minha dor era maior k o peso do mundo
So ontem, eu realmente chorei, e chorei de mais
Aquela sensação do Déjà vu mal definida
O ter k te deixar partir sem vontade de te largar
Ontem foi assim...
Ai eu vi o quanto fraca eu sou e como doi a partida
Pior que a saudade é a certeza que não haverá volta
Quem me dera que ontem voltasse a acontecer
Não pelo prazer da dor de te ver partir
Apenas pela felicidade de te ter ai pertinho de mim
Nem que seja numa triste despedida.
Ontem tudo o que eu queria era chorar
Tinha tanto para te dizer e nem sequer abri a boca
Sabia que apesar de não me ouvires
tinhas a certeza do que eu te queria dizer, sempre quiz
e agora que te posso dizer...
Nada mais te posso dizer senão que ontem foi o dia que eu n quiz que terminasse.
COLCHA DE RETALHOS
Vivemos em tempos de edredons e cobertores sintéticos, mas há quem conheça a artesanal e antiga “colcha de retalhos”.
Para quem não sabe, a colcha de retalhos era pacientemente elaborada a partir do aproveitamento de pequenas sobras de tecidos, num tempo em que as roupas eram feitas quase que exclusivamente por habilidosas costureiras.
O tempo andava mais devagar e as mulheres ainda não trabalhavam fora de casa. Ocupavam-se com a criação dos filhos, com afazeres domésticos e nas horas vagas se esmeravam em produzir belas e trabalhosas artes manuais, entre elas a colcha de retalhos que ainda sobrevive em velhos baús de umas poucas e saudosas vovós. Uma espécie de museu particular, no mesmo lugar onde, talvez, guardem lembranças de sonhos perdidos no tempo.
A vida da gente se assemelha muito a uma colcha de retalhos. É feita de pequenos pedaços presos um ao outro, cada um com sua cor, mais ou menos macios, alegres ou tristes. O resultado depende do acabamento que damos, de como aproveitamos cada pedacinho das sobras que a vida nos dá. Cada um contém uma história, com começo, meio e fim. Alegrias, tristezas, realizações e fracassos, horas de pouco, momentos de muito. São os nossos pedaços, a riqueza pessoal de cada um, a história que se construiu. E há os retalhos que se jogou fora por desperdício ou por não se saber que um dia nos fariam falta.
Depois de um tempo pode-se visualizar a colcha de retalhos que já se conseguiu montar. Umas são coloridas, com muito vermelho, efeito de muitas paixões ou quem sabe escuras, com muitas partes onde predominaram retalhos de cor preta, demarcando os momentos inevitáveis de tristeza e dor. Mas há os retalhos brancos, talvez sobras românticas do vestido de noiva, o azul do pequeno casaquinho de bebê do nosso primeiro filho, quem sabe o retalhinho cor- de- rosa da blusinha que nossa filha vestiu no aniversário de um ano. Em um canto está o amarelo-ouro lembrando o pé de bergamotas maduras, caindo às pencas e ao alcance de nossas mãos gulosas, retalhos de felicidade infantil.
Assim, dentro de cada um existe uma colcha de retalhos. Cada vez que vem à lembrança uma história vivida é um daqueles pedacinhos que aparece mais que os outros, que se impõe e nos faz falar dele às vezes com tristeza, mas sempre com saudade.
Pois vou tirar do baú minha colcha de retalhos. Quem quiser pode olhar, mas por favor, não toquem nela nem me peçam de presente e nem de herança. Não posso dá-la a ninguém nem me desfazer dela. Vai me fazer falta quando a velhice chegar. Vai me abrigar e aquecer meus últimos invernos, afinal não é todo mundo que pode olhar e dizer “minha colcha de retalhos foi tecida com minhas próprias mãos”. Deu muito trabalho , muitos pedaços foram deixados pelo chão, mas alguns usei para secar as lágrimas que não pude evitar que caíssem enquanto eu a tecia, mas agora, depois de pronta me orgulho dela. É linda! É minha!
Eu tenho algo sob controle, e esse controle é quem faz minha alma permanecer e faz eu ser capaz de enxergar as cores. Eu tenho as palavras.
A sociedade pode apresentar várias normas e leis mas somos nós quem determinámos como e quem queremos ser perante a realidade social!
Dorme, ruazinha...
É tudo escuro...
E os meus passos, quem é que pode ouvi-los?
Dorme o teu sono sossegado e puro,
Com teus lampiões, com teus jardins tranquilos.
Dorme...
Não há ladrões, eu te asseguro...
Nem guardas para acaso persegui-los...
Na noite alta, como sobre um muro,
As estrelinhas cantam como grilos...
O vento está dormindo na calçada,
O vento enovelou-se como um cão...
Dorme, ruazinha...
Não há nada...
Só os meus passos...
Mas tão leves são
Que até parecem, pela madrugada,
Os da minha futura assombração...
Alguém que ama muito a vida, as pessoas com quem convive, que acredita muito no cara lá de cima, que sente saudade, que chora, que sorri, que cai na gargalhada, que brinca, que se diverte, que se emociona com tudo, que adora uma conversa, que curte estar rodeada de amigos, que traça metas e corre atrás, que arrisca, que erra, que acerta e o mais importante... que sonha!
Durante toda minha vida sempre procurei encontrar
Alguém com quem pudesse conversar
Confiar todos os meus sonhos e desejos
Alguém disposto a me escutar
Porém foi uma busca inútil
Pois quanto mais eu buscava
Mais distante sentia estar
Da pessoa que sempre procurei
E durante essa busca nunca encontrei
Mas quando dessa procura eu cansei
Encontrei em várias pessoas
As qualidades que sempre cobicei
Pessoas essas que não imaginei
Um dia poder gostar
Muito menos me aproximar
Contudo elas acabaram por me conquistar
Se tornando grandes amigas, melhores amigas
E em algumas encontrei mais do que queria
Me deixando levar pela emoção
E por essa eu senti algo tão forte
Que amei
Tão louca e insanamente
Não sabendo de outro jeito amar ninguém
Eu nunca fui quem eu sempre quis ser, nunca me mostrei fui falsa sem perceber. Eu nunca fui assim eu mentia apenas pra mim sem que pudessem perceber. Meus heróis nunca foram os da tevê, eles são falsos e poesias não sabem escrever. Nunca imaginei o mais obvio e o real, eu procurava o errado e o banal. A vida nunca foi ruim, o mundo que gira e eu não consegui parar. Minhas notas nunca foram ruins, eu que mudei e fiz fica-las assim. Meus amigos não são todos, mais pensam que eu julgo um todo. Eu nunca gostei de amar, pra que serve essa coisa a não ser pra te machucar? Eu nunca fui de gostar, na adolescência nunca quis me apaixonar. Quando era criança não gostava de brincar, era tão crescida e hoje eu brinco de sonhar.
Ai quem me dera...
Estar em teus sonhos
Acordar em teus pensamentos
Brilhar em teus olhos
Ser a batida mais forte de seu coração
Ser seus pensamentos mais íntimos
Seus delírios mais loucos
Suas fantasias mais secretas e obcenas
Ai quem me dera...
Quem sabe o que procura
uma hora acaba achando,
mas nem sempre sai ganhando.
Quem procura perder também
nem sempre sai perdendo.
O que não tem valor não se perde,
abandona.
E quando eu cair de bicicleta, quem vai me levantar?
Quando eu me machucar, quem vai soprar?
Quando a Mãe ficar brava, pra quem eu vou correr?
Quando eu sair da escola, quem vai me buscar?
Quando o chuveiro der choque, quem eu vou gritar?
Quando o peixe estiver no anzol, quem que vai tirar?
Quando tiver cede a noite, quem eu vou acordar?
Quando eu quiser uma bets nova, quem vai fazer?
Quando quiser cangote, quem vai aguentar?
Quando a louça tiver suja, quem vai me salvar?
Quando eu dormir na sala, quem vai me cobrir?
Quando eu namorar, quem ele vai temer?
Quando eu ligar o rádio, quem eu quero escutar???
Pra quem eu prometi
que nunca mais iria chorar...
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