Quem Gosta de Ouvir Nao quer Falar

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De que adianta te amar nos meus sonhos, se não posso te ter na minha realidade?

Não basta só ler, deve-se compreender, o importante é a diferença que a literatura faz na vida das pessoas, cultura, maior capacidade de comunicação e expressão são os maiores bens que os livros dão aos leitores. Todos os livros bons, interessantes, levam a pensar, refletir, questionar, incentivam a criatividade e principalmente o desenvolvimento espontâneo do prazer de ler, a ortografia perfeita, o que é fundamental.

Os rios não bebem de suas próprias águas, assim como as mães não vivem apenas para si, mas para os filhos que carregam no coração.
E o amor?
O amor segue a mesma lei: só encontra sentido quando se entrega, quando transborda para além de si.

O homem nunca habitará o céu, pois o céu não acolhe demônios e cada ser humano carrega os seus.
Talvez o verdadeiro ascender não seja subir, mas aprender a vencer as sombras que traz dentro de si.

Não guardei a dor, nem lamentei o lamento
quando eu estava só pensando em mim —
mas agora cada suspiro ecoa eu sei do que sou capaz,
como prece perdida na noite sem fim.
E nessa ausência que me abraça sem piedade,
descubro que o silêncio sabe mais de mim
do que todas as palavras que falei.
Se volto ao passado, é apenas para entender
que o que dói não é a solidão,
Nem é saudade do que quase foi amor.
E mesmo assim, o vento que atravessa portas fechadas,
lembra que há feridas que são curada ainda que ficam as cicatrizes,

"Ele, o amor, não supera a si mesmo e nem se anula mesmo diante das forças mais intolerantes e belicosas. Por isso é considerado um acontecimento raro e surpreendente."

O amor não prega peças ele crava pregos.
Fixam-se na alma como feridas que não sangram, mas doem em silêncio.
O amor sustenta, mas também aprisiona;
enche de luz, mas conhece as sombras que deixa para trás.

O homem nunca habitará o céu; lá não é permitida a entrada de demônios.

O ódio que muitos dizem sentir por Bolsonaro não nasce dele — nasce de dentro.
Nasce da incapacidade de encarar a própria frustração, a própria incoerência, o próprio vazio.
É fácil apontar o dedo.
Difícil é reconhecer que a raiva que transborda não é contra um político, mas contra a própria vida mal resolvida.
Quando alguém não tem caráter, não tem propósito e não tem coragem de melhorar, acaba usando qualquer figura pública como depósito para o lixo que carrega por dentro.
Quem não enxerga a realidade não tem moral para falar dela.
Quem não consegue melhorar a si mesmo tenta destruir quem pensa diferente.
E quem vive alimentando ódio, morre um pouco a cada dia.
No fim das contas, não é sobre Bolsonaro.
É sobre o vazio de quem o critica sem compreender o próprio abismo.
Há pessoas que vivem em um pesadelo mental, destruindo-se aos poucos, consumidas por um ódio vingativo sem causa, até que a morte se torne apenas consequência.

Não esperar nada das pessoas não é frieza, é lucidez.
Se você está dando o seu melhor, o que exatamente está esperando receber?
Aplausos? Gratidão? Reconhecimento?
Isso só existe na cabeça de quem ainda não entendeu a vida.
Quem faz esperando retorno vive na coleira dos outros.
Quem entrega o que tem de bom sem pedir nada em troca é livre.
Livre da decepção, livre da ilusão, livre do peso de contar com quem nunca teve força pra carregar nem a própria sombra.
A verdade é simples:
Se você doa o seu melhor, você já recebeu tudo o que precisava — o caráter que poucos têm.
O resto é barulho.
E barulho não constrói ninguém.
Não se trata de ser frio, mas de ser firme. O que você oferece é seu legado, não uma moeda de troca. Quem entende isso, anda leve, sem correntes, sem ilusões..

E com toda essa conjuntura psicótica que o Brasil está vivendo, eu tenho medo. Não é medo por mim; é medo pelas minhas filhas, pela minha mãe, pelas pessoas que estão próximas de mim. Porque, Deus o livre, se um grupo extremista conseguir romper a linha tênue da democracia, todos nós estaremos vulneráveis. Tenho receio de ser alvo de perseguição política, como tantos já foram ao longo da nossa história. E, se isso não acontecer comigo de imediato, sempre paira o temor de que possam atingir minhas filhas, minha mãe ou as pessoas que amo. Para grupos que desejam o poder a qualquer custo, a violência nunca foi uma barreira — e, para mantê-lo, a história mostra que alguns são capazes de práticas desumanas.

Basta lembrar o que ocorreu em 1964: políticos, estudantes, trabalhadores e cidadãos comuns foram perseguidos simplesmente por defenderem suas convicções ou por protestarem nas ruas. Eu seria um desses: alguém que sairia às ruas para defender a democracia. Por isso, meu medo não é apenas da ruptura institucional em si, mas do sofrimento que ela pode provocar nas pessoas ao meu redor e naqueles que lutam por um país livre.

A democracia é um mal necessário. Mesmo que eu não concorde com tudo o que ela produz, ela ainda é o único sistema capaz de proteger vidas, garantir direitos e impedir que a barbárie se instale. Ela é o mal necessário que deve existir para toda a população do mundo — principalmente no Brasil.

O motivo de eu dizer isso é que ainda temos tempo e é isso que faz da vida tão preciosa. Não odeiem uns aos outros e não vivam uma vida de inveja, mas cuidem e amem uns aos outros. Me prometem?






-Park Seonghwa

O amor verdadeiro não precisa ser eterno… basta ser verdadeiro uma vez.


-?

Estou mal e não sei por quanto tempo mais hei de ficar assim; estou apático e desinteressado por qualquer cousa, como se minha vida tivesse deixado de existir; tudo se tornou um peso o qual, quando colocado sobre minhas costas, tem as suas dimensões e, consequentemente, a massa aumentadas.
Vós leitores desentendidos, não tendes capacidade de compreender essa vastidão que me assola diariamente.
Leitores, se vós, amigos meus de longa data, encontrásseis alegria na existência, e se estiver vivo no anúncio dessa descoberta, clamai pelo meu vulto, que correrei até vós e vos abraçarei de todo o coração.
Caso esteja desacordado no interior de uma caixa de madeira, abri-a e cutucai-me com palavras que minha querida amada, na época da mocidade, costumava dizer. Com isso, hei de acordar e saudar-vos múltiplas vezes a fim de demonstrar-vos a minha mais pura gratidão.
Benzerei-vos e, depois de algum tempo, voltarei para me deitar, pois a minha juventude já se foi há muito tempo; foi-se com a partida de um certo alguém.

Direitos humanos são voz e poesia, não só discurso, mas prática e guia. Sem hipocrisia, justiça se cria, igual para todos, de noite e de dia.

Bendito é o pássaro, esse errante, que, não tendo casa, não conhece o destino de estar perdido.

Mas eu, pobre de mim, vagueio vacilante, entre o ser que sou e o ser que sonho, tímido e escondido.

Como pode um coração ousar ser verdadeiro e não temer a sombra de ficar sozinho? Ou será que a dor da solidão, esse lobo sorrateiro, doa menos que o disfarce de um falso carinho?

Eu que pensei ter asas, bati-as ao vento para garantir pouso, pão, algum alento. E eis que desperto bicho sem nome, que às vezes sequer sente fome quando tenta, com estômago vazio, digerir o peso inteiro dos sentimentos.

Dizei-me: também as aves levam cicatrizes dos ninhos quentes, dos pousos infelizes, dos amores que encontram pelo céu afora? Pois eu, sem jamais ter aprendido a voar, trago marcas que nenhum tempo leva embora.

E perdoai-me a tristeza da notícia: quem não sabe o último dia em que o pai lhe tomou nos braços, também não sabe medir a saudade antiga por nunca ter a quem oferecer seus laços.

Ah, mas não é esta a sina humana? Dar o que lhe falta, sofrer o que é seu, sonhar o que nunca alcança, buscar no outro o espelho dos sonhos que inventou no seu?

Por isso, digo em voz baixa, como quem teme a própria vida — preferiria ser pássaro, simples e passageiro: não ter morada fixa, não disputar o coração alheio, não desejar casa em peito que só bombeia sangue e dos quais a propriedade não leva nome.

O ser humano moderno arde na ânsia de ser extraordinário, como se o comum fosse uma falha e não a própria teia do mundo. Esquece-se de que a vida não opera por hierarquias nem medalhas; ela apenas pulsa, indiferente aos delírios de grandeza. E é justamente aí que se revela o paradoxo: ser comum já é uma forma secreta de singularidade, pois nada mais raro do que existir sem precisar provar brilho algum.

⁠Não se coloque na fila dos substituíveis.⁠

Música é arte, e a história política não cria arte.
Pode usá-la, mas não a cria.
Na minha opinião, o artista que grita política, grita por socorro.

Não basta apenas plantar a semente do que sonhamos. Temos, sim, que regar, adubar e podar sempre que necessário, para que venha dar os frutos que tanto desejamos.