Quem Domina sua Lingua

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Olhar quem não te olhando é fácil, mas olhar pra você é mais fácil.

Quem sabe, faz o caminho, quem acredita, acerta o caminho.

Quero te dizer algo com calma, como quem se aproxima devagar para não quebrar o encanto.
Existe em você uma força que me desarma. Não é só a beleza — é o jeito, o olhar que parece saber mais do que mostra, a voz que fica ecoando mesmo depois do silêncio.
Quando penso em você, meu corpo entende antes da mente. É um arrepio leve, uma vontade de chegar mais perto, de sentir sua presença sem pressa, de descobrir seus gestos, seus limites… e tudo o que você ainda não contou a ninguém.
Eu te desejo com respeito, mas também com fome. Fome de pele, de troca, de cumplicidade. Fome daquele sorriso que promete travessuras e daquele olhar que convida sem pedir permissão.
Se um dia você permitir, eu não teria pressa. Gostaria de te envolver aos poucos, palavra por palavra, toque por toque, até você perceber que já estava entregue — segura, desejada, intensa.
Não te escrevo para te convencer de nada.
Te escrevo porque a verdade é essa: pensar em você me aquece… e me provoca.
E eu sei que você sente quando alguém te deseja de verdade.

A vida impõe desafios, mas é você quem decide se eles serão obstáculos ou degraus.

Quem procura, acha!


Nos detalhes achei os segredos para a maturidade e munição para as palavras saírem fortes,


Descobri que não vou sentir por ninguém mais nessa vida e todas as outras o que eu sinto por você,


Tenho a sensação de pararmos a rotação da terra quando estamos juntos,


Quem procura o raso, encontra o raso,


Quem procura a guerra encontra as guerras,


E quem procura amor, encontra o amor.

Na vida, aprenda a não mendigar atenção nem acolhimento. Quem é visto pelo Senhor não precisa ser notado pelos homens; pois, em cada dia e em todo momento, é por Ele cuidado e acolhido.

O sucesso é silencioso por natureza; o barulho quem faz é o resultado.

Não ignore quem hoje nada tem, seja um amigo, um familiar ou um cônjuge.
No caso do cônjuge, é preciso ter fé nos projetos e crescer juntos.
Não podemos olhar apenas para o que já está pronto, pois assim seríamos hipócritas ao afirmar que somos humildes.⁠

Quem já atravessou o próprio abismo sabe: o equilíbrio não se alcança, se habita por instantes. É quando a alma pousa, o coração desacelera e a vida parece, por um segundo, caber nas mãos. Há quem confunda esse intervalo com vitória, mas quem vive intensamente entende: a calmaria é só o fôlego antes da próxima onda. É o espaço entre o desespero e o recomeço, o instante em que a alma recolhe o que sobrou para continuar.

(Douglas Duarte de Almeida)

Rasgou as velhas roupas do passado como quem corta cordas invisíveis. Cada fio que caía era um sopro de liberdade, uma promessa de si mesmo que não se enrolaria mais em nostalgias fáceis. O prazer momentâneo sussurrava em cada canto — o chamado das mesas cheias, dos abraços sem compromisso, dos consolos rápidos — mas ele fechava os ouvidos.

Escolher o melhor para si é coragem que não se veste de glamour. É se colocar inteiro diante do mundo e dizer: “Não mais me contentarei com migalhas, mesmo que doces.” Há uma dor doce nisso, um aperto nos ombros e no coração, porque renunciar é um rito silencioso que só o próprio corpo entende.

Mas há também poesia no sacrifício. Cada passo para longe do que não serve é um avanço rumo à plenitude que ninguém pode roubar. É o gosto de um vinho guardado, saboreado depois de anos, ou o perfume das flores que crescem em solo inesperado, intenso, solto, sem pressa.

Ser gentil consigo mesmo não é indulgência; é firmeza. É reconhecer que você merece o melhor, ainda que seja caro, ainda que seja solitário, ainda que precise atravessar tempestades interiores. É aceitar que a reconstrução dói, que a vida não se repete nem se empresta, e que a cada manhã há um pedaço de você que renasce.

Reviver é isso: um gesto íntimo, visceral e silencioso. É dançar com suas próprias feridas, abraçar a coragem que faz do abandono do velho uma vitória e da escolha consciente, o maior dos prazeres.

Quanto custa ser o que se é? Pergunta besta, mas incômoda. Quem já se olhou no espelho com a suspeita de que o reflexo sabe algo que você insiste em negar sabe: a resposta dói antes de chegar.

A culpa se aloja em cada gesto ousado, em cada palavra engolida, nos silêncios que preferimos. Ela é pegajosa, insistente, um lodo que adere à pele e ao pensamento. A liberdade, por outro lado, chega quase sussurrando e exige preço: ser inteiro, visível, irreversível.

Ser quem se é significa viver com a língua raspando as feridas da própria alma. Admitir que cada escolha, mesmo mínima, é uma cratera na qual a culpa pode se esconder — e que ainda assim, é ali que respiramos.

A culpa se veste de memória; a liberdade, de coragem. Oscilamos entre elas. Algumas vezes, a culpa nos segura pelo tornozelo; outras, a liberdade nos carrega pelo peito, nos atirando contra o céu.

Ser quem somos não é leve. Não é fácil. Não é barato. Mas o preço, cada suspiro, cada nó na garganta — vale mais que fingimento, mais que qualquer paz comprada com silêncio ou complacência.

No fim, o duelo nunca termina.
Mas existe algo de radicalmente bonito em atravessar essa colisão entre culpa e liberdade: sentir cada choque, cada fissura, cada centelha — e ainda assim continuar inteiro, pulsando, crua e irreversivelmente vivo.

Não é livre quem se obriga a dar conta da expectativa dos outros.

Há dias em que algo dentro da gente desperta como quem encosta a mão numa ferida antiga e, pela primeira vez, não recua. Vem uma lucidez quieta, dessas que não fazem barulho, mas deslocam tudo por dentro. Uma compreensão branda de que a vida é feita de tentativas — algumas inteiras, outras tortas — e que não há vergonha alguma nesse descompasso.

Fiquei pensando no quanto a gente insiste em sustentar a pose de quem acerta sempre, quando, na verdade, o amor se constrói é na hesitação. No passo em falso. No gesto que sai pela metade, mas ainda assim diz tudo. Amar é caminhar sabendo que o chão cede, que o corpo treme, que o coração desobedece. E, mesmo assim, continuar.

Há algo de profundamente humano em admitir que não damos conta de tudo. Que tropeçamos nos próprios medos, que às vezes derrubamos o que queríamos proteger. Essa honestidade silenciosa — a de reconhecer nossas bordas — abre um espaço onde o outro pode respirar sem performance, sem armadura, sem exigência de perfeição.

No fundo, acho que a beleza está nesse acordo invisível entre dois inacabados: a permissão de ser falho sem ser abandonado. A coragem de mostrar a rachadura e confiar que ela não será usada como arma. O abrigo construído não pelo acerto, mas pela delicadeza de tentar de novo — e de novo — mesmo sabendo que não existe garantia alguma.

E talvez seja isso que mais me atravessa: a percepção de que falhar não nos faz menores. Às vezes, é justamente o que nos torna verdadeiros. Porque só quem aceita o próprio desalinho consegue amar com profundidade — e permanecer, apesar das quedas, com uma força que não se aprende, apenas se vive.

E quem aprende a ler a vida por consequência — não por sensação — começa a perceber que muitas “alegrias” são avisos ignorados, e muitas “tristezas” são livramentos forçados.

⁠O sentimento deve ser firme igual uma rocha. Apaixone-se por quem deixa o seu dia mais alegre, mais leve... Que sorria durante as ressacas... Que te faça esquecer de um cotidiano massante... assim se refresque em risadas nuas e intusiamadas, durante os dias de angustiantes desse mundo caótico. Apaixone-se pela pessoa chata, ciumenta e “maluquinha”, que apesar de todos as situações adversas, se mostra atenta à sua vida e está pronta para qualquer situação que possa te fazer Feliz!

⁠Seja quem você gostaria de atrair na Vida...
e se é facil, é ilusão...
Deixe fluir naturalmente...

⁠Negue-se a alguém e saberás quem verdadeiramente és.

⁠Os termos técnicos são indispensáveis até quando se aprende a teoria.
Após isso, a prática quem domina e a cria é você.

Esperto mesmo é quem finge em ser.
Tem uns que acabam sendo.

⁠Há quem ouse a falar que somos libertos, e eu tenho de crer nessa fantasia.
Mas essa liberdade só me é convicta com prazer e ousadia.