Quem Ama Nao Erra
Eu não tenho que aumentar a dose do meu remédio... que me acalma, por conta de pessoa, que vem tirar a minha paz e que não toma remédio e não faz terapia, mas deveria.
“Cuide das suas mágoas em silêncio e trate suas feridas com paciência; não devolva a dor ferindo quem está ao seu redor. Quando a sua cicatriz finalmente fechar, talvez as feridas que você causou nos outros jamais se curem.”
Caráter não é medida para atender o interesse do outro; é não mentir, enganar para prejudicar o outro.
O senso de princípios e justiça não se media escondendo suas verdades e vontades para agradar as dos outros, isso é hipocrisia.
Sejam mais Românticos que o Chocolate
Namorem todos os dias. Não escolham ocasiões ou datas especiais para “celebrar” sentimentos. O Amor é: espontaneidade, desprovido de manuais de instrução. Namorar com a Vida é uma forma de entender o ritmo da própria existência, — estar embevecido — deliciosamente com a existência de alguém. Namorar significa reciprocar emoções, afectos — internos ou externos, cumplicidades que, revelam as intimidades dos sentidos, — utilizando a alma e todo o corpo. Existem múltiplas possibilidades de celebrar a felicidade, — esta é impreterivelmente — uma delas. Sejam mais românticos que o chocolate, este derrete em qualquer boca. Não existe prazo de validade para amar e ser amado.
Sex Appeal
Tu e eu
não podemos estar
epidermicamente distantes:
o sex appeal dos nossos poros não permite.
A saudade de um animal
que partiu é a prova silenciosa
que não leva apenas o corpo,
leva também a parte de nós que somente ele sabia despertar.
... a alcançada
maturidade comprova que
o primordial da vida não é vencer -
porém,criar lastros de amorosidade e
autodomínio que nosjustifiquem
diante 'Daquele' que nos
concedeu achance de
viver!
O corpo humano é uma perfeição uma máquina divina e não devemos ter vergonha e sim, curtir cada transformação pois é a Lei natural. Por que se esconder? Temos que viver com plenitude e liberdade na infância, na juventude e na velhice. Vergonha é cercear a liberdade do ser humano, por motivos meramente preconceituosos... Envelhecer não é para todo mundo não, é preciso ter sorte! A morte não escolhe idade, feliz de quem consegue passar por todos os obstáculos até chegar a velhice.
Disse -lhe um velho sábio: três coisas não deveis esquecer em toda sua trajetória de vida:
1 - Quem tu foste?
2 - Quem tu és?
3 - Quem tu poderás vir ser ainda?
Não dá pra reclamar de violência, deslizando os dedos sobre a Morte ou os Traumas Iluminados de alguém.
Porque, nessa claridade azul, há mais que uma morte à mesa.
A primeira é a visível — os corpos entregues ao espetáculo.
A segunda, a sensível — a alma dos que assistem, lentamente embotada.
A terceira, a coletiva — o apodrecimento ético de uma sociedade que transforma tragédia em passatempo.
E a quarta… a mais cruel — a que quase sempre se esconde no brilho da própria tela, comprada às vezes no mercado negro, com o preço invisível da dor de quem a perdeu.
Há quem, sem perceber, alise o sangue seco nesses vidros, julgando a partir da zona confortável de sua poltrona, o mesmo crime que alimenta.
Banquete farto, servido à luz fria do progresso —
onde cada toque é um gole de conforto e uma migalha de culpa.
É o Banquete das Mortes Iluminadas!
O fato de ninguém ser obrigado a fazer companhia para ninguém não é licença poética para abandonar na solidão quem estava na solitude.
Há uma diferença deveras silenciosa, mas profunda, entre estar só e sentir-se sozinho.
A solitude é uma escolha, um espaço de encontro consigo mesmo, onde o silêncio não pesa e a ausência de vozes não se transforma em vazio.
A solidão, por outro lado, muitas vezes surge quando aquilo que era abrigo se torna isolamento, quando a liberdade de estar consigo cede lugar à sensação de ter sido deixado para trás.
É verdade que ninguém tem o dever de permanecer onde não deseja estar.
Relações não podem ser sustentadas por obrigação, e afeto não floresce sob imposição.
Mas reconhecer essa liberdade não significa ignorar o impacto que nossas ausências produzem na vida de quem caminhava ao nosso lado.
A maturidade das relações não está apenas no direito de partir, mas também na responsabilidade de compreender o que a partida representa.
Muitas vezes, a pessoa que parecia bastar-se não era alguém que dispensava vínculos; apenas havia aprendido a conviver bem consigo mesma.
Confundimos independência com invulnerabilidade e acabamos acreditando que quem aprecia a própria companhia não sente a falta da companhia alheia.
Sentir falta, entretanto, é parte inerente da experiência humana.
Nem mesmo os mais autossuficientes são imunes ao afeto, ao pertencimento ou à dor das rupturas.
Existe uma delicadeza que deveria acompanhar os encontros e desencontros da vida: a consciência de que passamos pela história dos outros deixando marcas.
Algumas são lembranças leves; outras, cicatrizes profundas.
Não se trata de permanecer por pena, nem de carregar responsabilidades que não nos cabem.
Trata-se de agir com humanidade suficiente para não transformar nossa liberdade em descuido e nossa escolha em negligência emocional.
Porque, no fim das contas, a verdadeira consideração não está em nunca partir.
Está em não esquecer que, enquanto estivemos presentes, ocupamos um espaço real na vida de alguém.
E que a forma como saímos desse espaço pode determinar se aquela pessoa continuará habitando sua própria solitude ou será empurrada para uma solidão que nunca escolheu.
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