Quem Ama Nao Erra

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⁠Quem deseja ser um deus cria uma moralidade enganosa, estabelecendo o código da iniquidade em seu coração egocêntrico.

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⁠Os melhores conselhos vêm de quem enfrentou as piores situações.

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⁠O covarde é quem sempre dá as costas para os desafios.

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⁠O mal nunca salva quem o pratica.

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⁠Quem come a semente perde a colheita.

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Ferramentas nas mãos de qualquer um são apenas objetos; nas mãos de quem sabe usá-las, tornam-se arte.

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⁠Quem se desvia da oração, cai em tentação.

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⁠Quem dá ouvidos ao próprio ego amplifica o ruído interno da vaidade e ecoa uma versão distorcida de si mesmo.

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⁠Quem tropeça na luz da verdade, perde o chão e escorrega no abismo sem fim da mentira.

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⁠A solitude, esconderijo da alma, é o ventre onde Deus gera o desígnio maior para quem O serve — e, depois, vem a missão.

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⁠Quem espera o dom fazer milagre, só coleciona o fracasso na bagagem — porque sem ação, o dom é mudo; sem suor, o talento é surdo.

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⁠Quem fala tudo que pensa, colhe o silêncio dos que se afastam.

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⁠Dividir para conquistar: Essa é a estratégia de Satanás. Quem semeia contendas entre irmãos é uma alma abominável diante de Deus e filho predileto do diabo.
Pv 6.19; Mt 13.38; Ap 21.8

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⁠É preferível a tristeza de quem resiste ao pecado à alegria de quem a ele se entrega.

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⁠Água presa numa forma acaba apodrecendo; do mesmo modo, quem para de pensar.

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⁠Quem se entrega à vaidade perde o domínio de si mesmo e entra numa densa escuridão.

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"Quando tudo ao redor parecer desabar, preserve a sua paz. Porque quem está bem consigo mesmo não depende do mundo para ser feliz."

Inserida por marcelo_monteiro_4

“O Círio e o Espelho”

Será que fui eu, Camille, quem te matou?
Ou foste tu quem morreu de mim — exausta das sombras que te dei por abrigo?
O sangue que escorreu em meu pulso era o mesmo que um dia te alimentou no beijo.
E, quando o frio tocou a tua pele, foi a minha febre que te cobriu.

Sim, talvez eu tenha te assassinado,
não com ferro,
mas com a insistência de querer-te além da carne,
com o desejo que te prendeu ao silêncio do meu delírio.

No espelho do teu túmulo, vejo o reflexo que me acusa —
e é o meu próprio rosto.
O assassino e o morto dividem o mesmo corpo,
a mesma lembrança,
a mesma culpa.

Porque, no fim, amor e morte são irmãos e eu, Joseph, sou o órfão de ambos.

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“Os gritos carregam um significado assombroso: em quem os lança, ressoa a imposição do teu silêncio.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

A EMPATIA ENFERMA.
Há quem diga que alguns seres se comprazem em cultivar a estima da pobreza, como se nela repousasse um símbolo de virtude ou redenção. Tais observações, lançadas com a frieza das conveniências humanas, soam muitas vezes como sentenças ditas sem alma e, quando atingem o ouvido de quem sente, doem profundamente.
A dor que nasce desse julgamento não é apenas pessoal: é o reflexo da incompreensão coletiva diante das almas que sofrem em silêncio. Enquanto uns observam de longe, outros carregam, nos ombros invisíveis, o peso de mundos interiores dores que não se exibem, mas que educam.
É então que se faz clara a urgência de criarmos núcleos de esclarecimento, não sobre a miséria material, mas sobre o amor ignorado. Esse amor que ainda não aprendeu a ver o outro sem medir-lhe o valor; que não sabe servir sem exigir aplausos; que ainda confunde compaixão com piedade.
Cultuar o amor ignorado é erguer templos de consciência onde antes havia indiferença. É ensinar o coração a compreender antes de julgar, a servir antes de censurar. É abrir, no deserto moral da humanidade, o oásis do entendimento.
Porque o verdadeiro amor aquele que transcende a forma e a posse não necessita de palmas, nem de discursos. Ele apenas é, e em sendo, ilumina.
E talvez seja essa a maior riqueza que possamos distribuir: a de transformar o sofrimento em escola, a crítica em semente, e o silêncio em voz do bem.

Inserida por marcelo_monteiro_4