Quem Ama Nao Erra
Dilema
Me perguntarão quem é o cantor? E eu
respondi; Dos tempos atuais? Ou dos áureos tempos remotos? A musicalidade atual é barulho. E barulho irrita, quem sabe algum dia isso mude, ou talvez teremos mais uma década de funk e outras barulheiras desagradáveis...
Pena que tudo que é bom dura pouco, e a quem um dia foi dona dos meus sonhos, foi embora e
me deixou. A saudade e lembranças de várias manhãs serenas, acordar com esta bela morena e meus lábios tocar, com este ar suave e este belo sorriso no ar...
Realmente, prefiro ficar com quem me da amor, porque isso é constante, do que trocar por alguns meros 40 minutos de prazeres momentâneos....
Amar pode ser também uma questão de tempo, pois somente quem já viveu um grande amor sabe que sempre esta sujeito a amar....
Sentimento constante, importante, difícil de esquecer,
típico sentimento que fica, e só quem realmente marca presença
em nossas vidas tem esse privilegio de usufruir.
Mas, sem delongas, irei me adiantando, as portas do meu coração
ainda estão abertas, então, docinho, vem depressa, passou um ano
ainda não te esqueci, e se algum dia disse para você sumir,
foi realmente da boca para fora, porque ainda o processo de tentar
te esquecer continua em andamento...
Tempos de felicidades há de ter sempre, mas aquele quem fará feliz será a que o mereça.
A chama da felicidade quando é acesa, ninguém apaga. Ser feliz independente de tudo o que aconteça.
O coração reserva sempre o melhor para quem temos de amar, quando é machucado, um amor futuro chega a ser duvidoso, com receio de ser ferido de novo, mas somente uma pessoa é capaz de nos confortar, é Deus, somente ele nos mostra a incrível pessoa que fará parte de nossa vida.
V. O retorno pelo labirinto
Toda ruptura traça um labirinto. E quem nele entra, nem sempre deseja fugir. Às vezes, é no se perder que o ser se reconhece. A sanidade, quando forçada como imposição, pode se tornar mais opressora que o próprio delírio. Já a loucura, quando acolhida como linguagem da alma ferida, torna-se caminho de reintegração, ainda que não linear.
Os que retornam do fundo sabem que não voltam iguais. Carregam nos olhos uma espécie de cansaço antigo, mas também uma quietude que só os que desceram até o próprio vazio conseguem sustentar. São os que aprenderam a caminhar sem mapa, a escutar sem forma, a esperar sem garantias.
Não há cura como promessa. Há encontros. Há tempo. Há escuta. O retorno não é para ser o que se era, mas para descobrir o que se pode ser, depois do caos, depois da noite, depois da queda. E isso, talvez, seja mais digno do que qualquer normalidade aparente.
A linha que separa loucura e sanidade não é reta. Ela pulsa, dança, atravessa o cotidiano com gestos que ora nos salvam, ora nos expõem. E não é preciso temê-la, mas respeitá-la. Porque quem um dia já esteve à margem, sabe o valor de cada gesto de acolhimento. Sabe que é possível viver à beira, sem cair. E que às vezes, o mais são entre todos, é aquele que aprendeu a conviver com suas sombras sem tentar apagá-las.
No fim, a verdadeira sanidade não é exata. É compassiva.
“Nem toda loucura é ruína. Algumas são defesa. Outras, travessia. Há quem precise se despedaçar para sobreviver à rigidez do que é dito normal. E há quem se esconda atrás da sanidade como quem se fecha numa prisão segura, mas estéril.”
”A queda é destino de quem ergue impérios sobre grilhões. A liberdade, ao contrário, floresce na leveza de quem compreende o fim e ainda assim escolhe o amor.”
“Transformar o cotidiano em algo extraordinário é virtude de quem se reinventa todos os dias, mesmo sob o peso da rotina.”
“Nem todo sofrimento é falência; às vezes, é apenas o preço de ver o mundo com olhos despidos. Quem sobrevive à clareza excessiva emerge com mais verdade e menos ilusões.”
”Nem todo sofrimento é falência; às vezes, é apenas o preço de ver o mundo com olhos despidos. Quem sobrevive à clareza excessiva emerge com mais verdade e menos ilusões.” - Leonardo Azevedo. Nem todo sofrimento é sinal de falência emocional ou colapso psíquico; muitas vezes, ele representa o impacto inevitável de uma consciência que ultrapassa os limites do senso comum e da autodefesa simbólica. Filosoficamente, esse sofrimento é o eco do abismo existencial que se abre quando os significados prontos já não satisfazem e o indivíduo se vê diante do real em sua crueza. Psicologicamente, trata-se de uma resposta profunda ao rompimento das defesas que protegiam o sujeito da intensidade do mundo e de si mesmo, exigindo um novo arranjo interno para suportar o que foi revelado. Antropologicamente, essa vivência pode ser comparada aos estados de transição em rituais de passagem, onde o indivíduo perde temporariamente sua identidade anterior antes de ser reintegrado com uma nova configuração. Historicamente, figuras como Nietzsche, Kierkegaard e Camus traduziram essa dor da lucidez como etapa inevitável no caminho da autenticidade. Cientificamente, sabe-se que estados de sofrimento emocional intenso, quando bem acompanhados, podem induzir plasticidade cerebral e fortalecer circuitos resilientes. Poeticamente, é o momento em que os véus caem e o ser se vê nu diante do espelho da existência. Espiritualmente, pode ser interpretado como purificação, onde o excesso de luz cega antes de iluminar. Contextualmente, vivemos numa época que marginaliza o sofrimento em favor da performance, tornando ainda mais doloroso o ato de parar e sentir. Assim, sobreviver à clareza excessiva não é retroceder, mas atravessar um portal; e o que emerge do outro lado é alguém mais íntegro, menos iludido e mais próximo da própria verdade.
“Quem dera se toda sede fosse aplacada com água. Aos sedentos por poder, vingança e ódio, o único cálice capaz de saciá-los é o de sangue.”
“É fácil confundir luxo com valor. Mas quem acolhe com carinho é quem realmente enriquece o espaço.”
”Despertar é aprender com a dor, dar a ela um novo significado. Esse é o mérito de quem evolui. No fim, o ego deixa de ser o centro e o eu se dissolve em algo maior, o todo.”
Há quem colecione moedas, selos, e outras tantas coisas, eu coleciono desilusões, daquelas que matam aos poucos. Pelo menos não são dívidas.
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