Quem Ama Nao Erra

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“Se você sente que precisa de espaço, fale. O silêncio machuca mais do que a sinceridade. Quem te ajuda merece ao menos saber que a importância dela não se perdeu, que o afastamento não é falta de carinho, mas uma necessidade sua. O mínimo que se deve a alguém que soma é clareza.”

Tenta me derrubar, mas é você quem cai,
Me lança teu veneno, mas quem se envenena é quem trai.
Joga pedra na estrada, mas tropeça no teu chão,
Eu sigo no meu passo, firme, livre, coração.
Quer ser minha prisão, mas é você quem se acorrenta,
Quer apagar meu sol, mas é teu mundo que escureça.
Grita meu nome em raiva, mas sou eu quem se liberta,
Você se perde no ódio, eu encontro a porta aberta.

Talvez quem precise de tempo agora seja eu.
Mesmo sabendo que ele é traiçoeiro,
aceito sua mão,
pois o que ele pode me dar agora
foi o que ninguém conseguiu me oferecer em nove meses ,.. silêncio que cura,
distância que clareia,
a paciência de reconstruir sem pressa.

No silêncio do abandono, existe também uma oportunidade de clareza.
Você percebe quem realmente se importa, quem respeita o espaço que você ocupa, e começa a aprender que vínculo verdadeiro não se compra com proximidade constante, mas com reciprocidade real.
É aí que a dor se transforma em força: ao invés de tentar recuperar alguém que escolheu outro caminho, você passa a se fortalecer na própria presença, na própria verdade.

Há beleza na constância de quem permanece em si mesma,
e há poder em aceitar que algumas pessoas não nasceram para andar ao nosso lado,
mesmo que já tenham
compartilhado passos conosco.

"Resgatar quem te agrega é tocar a vida de mãos nuas. É coragem que arde, porque exige que você se veja inteiro e vulnerável diante do outro, sem máscaras.
Reconhecer o valor de alguém não diminui você.. amplia a sua alma e faz a força brotar do afeto, não da resistência."

Rejeição queima..
Mostra mais quem a pratica do que quem a recebe. Sobreviver a ela é proteger seu valor.

No Brasil ou fora dele,
te penso como quem respira,
sem pedir, sem saber,
só acontece.
Te penso entre o som da rua
e o eco do meu riso cansado,
num café que esfria sozinho,
num céu que insiste em ser nublado.
Te penso no idioma do vento,
que sopra teu nome nas esquinas.
E mesmo quando o mundo é imenso,
meu pensamento ainda te acha.

Toma como prova de que tua presença
é forte demais pra quem só sabe viver no modo mudo.

Ela mente com cuidado,
como quem planta espinho no lado ensolarado.
Afasta quem traz calor,
por medo de sentir amor.
Carrega um abismo sem fim,
cada mentira fecha mais um jardim.
Ama em segredo, destrói no olhar,
porque se entregar é arriscar se queimar.


No peito a verdade quer soar,
mas o medo insiste em comandar.

Eu


Sou quem ficou
quando tudo foi embora.
Corpo marcado de quedas,
alma ainda em pé por teimosia sagrada.
Não por força heroica,
mas porque algo em mim se recusa a morrer.
Eu amo como quem entrega casa aberta,
mesa posta, bolso destrancado,
coração sem cadeado.
E o mundo, analfabeto de cuidado,
confundiu isso com fraqueza.
Não era.
Eu cai no asfalto, no banheiro, na rua,
cai nas pessoas,
cai nas promessas.
E mesmo assim, levantei sem aplauso,
sem plateia,
sem mão estendida.
Há em mim uma fé cansada,
não a fé que grita,
mas a que respira baixo
e continua.
Deus me vê quando ninguém vê.
No dia sem comida.
No dia sem resposta.
No dia em que o silêncio é a única companhia.
Eu não sou a que perdeu.
Eu sou a que não se perdeu,
mesmo quando tudo conspirou para isso.
Ainda há luz em mim,
não aquela que ilumina os outros,
mas a que agora aprende a ficar para si.
E isso, por mais que tentem,
ninguém apaga.
Isso sou eu, sem romantizar dor e sem me diminuir.
Não é o fim da história. É o retrato do intervalo.
E intervalos também são parte da música.

Quem some nem sempre esquece.
Quem troca nem sempre está em paz com a escolha.
e arrependimento não é coisa que aparece rápido
nem faz barulho.

Toque de Abrigo


Foi um gesto pequeno,
quase nada pra quem olha de fora.
Uma mão que encosta,
sem pressa,
sem pedido.
O corpo estranhou primeiro.
Como quem abre uma janela
depois de muito tempo fechada
e esqueceu como o ar entra.
Ela quase dormiu.
Eu quase lembrei
que o toque também pode ser descanso,
não só alerta,
não só defesa.
Não houve promessa,
nem história,
nem nome pra dar ao momento.
Só presença.
E nesse silêncio compartilhado,
meu corpo entendeu antes de mim:
nem todo contato fere,
nem todo afeto cobra.
Às vezes,
tocar alguém
é só isso.
Um intervalo de paz
no meio da resistência.

Hoje me perguntaram
quando eu ia cobrir.
Como se verdade incomodasse
quem nunca soube sentir.
Eu respondi sem desviar:
não vou cobrir,
vai ficar onde está,
porque não fui eu quem quis fugir.
Ali vive um olhar inteiro,
antes do ruído, da versão distorcida.
Não houve perda da minha parte,
houve escolha do outro lado da vida.
Não é luto, nem falta, nem dor exposta,
é memória que se mantém de pé.
Ela escolheu me perder.
Eu escolhi não me perder de mim.

"Quem domina a tempestade interna descobre que andar na chuva é liberdade."

"Quem conhece a própria sombra dança na escuridão sem medo."

Existir, pra mim, é sustentar quem me tornei.

"Entre notas, palavras e cores, sou quem transforma silêncio em sentido, e momentos em eternidade."

Quem se reencontra nunca mais se abandona.

A vida testa quem finge ser forte,
decisão separa discurso de porte.
Ou você se assume e encara o preço,
ou vira refém do próprio tropeço.