Quem Ama Nao Erra

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Quando você fala como quem quer ensinar é porque ainda tem muito que aprender.

Deus é quem sabe o que nos faz bem!
Basta ter fé e se conectar com Ele para saber qual é o melhor caminho e com quem devemos caminhar.

⁠"Todos tem um par de olhos
por quem se apaixonou.
🌹
Procura em toda pessoa por
um olhar que nunca esqueceu."

⁠🌹
Tenho um mar de amor à
altura dos olhos.
Há quem diz que neles
vemos a alma.
Que neles se escondem
todos,
Segredos.
Medos.
Dores.
Desejos.
🌹

⁠"Eternamente
é
..ter
....na
......mente."

"Um par de olhos por quem se apaixonou e
procura em toda pessoa por um olhar que nunca esqueceu."
🌹

⁠☆°☆
🌟
"Ouvi dizer que na vida
"quem perde o telhado
ganha as estrelas".

Se os seus olhos
conseguem percorrer
o infinito das estrelas
em poucos segundos...

Imagina quantos infinitos
o seu pensamento pode
alcançar quando sonha...?"
🌟
☆°☆

Nem só de pão.
Viverá o homem,
Mas acredite
Quem quiser
A caridade foi
E ainda é
A verdade sobre Noé.

Bom dia, pra você aí, que fica pensando na vida! Saiba que nada cai do céu. Quem cedo madruga, busca seus ideais. E Deus abençoa com seu trabalho honesto e faz levar o alimento para o seu sustento e de sua família.

Toda escolha, tem um propósito, mas quem escolhe é você. Entao, escolha bem, para que nada saia diferente dos seus propósitos.

Uma águia voa alto e sabe o valor da sua liberdade. Mas quem pensa pequeno, voa baixo e nada conquista.

Uma vitória é sempre comemorada, mas as conquistas dependem da união de quem está a sua volta, e se puder ser reconhecida, o mérito será melhor.

Nunca se permita ouvir de alguém que seu sonho acabou. Só quem pode fazer isso é o que nos dá o poder da vida, que é Deus.

Quem quer vive uma nova história de amor, precisa deixa que a história que deu erado no passa, vem assombrar o presente.

Nem sempre é Deus quem nos leva ao deserto; às vezes são nossas próprias escolhas que nos fazem percorrê-lo.

​O Eclipse de Mim
​Eu entrei no seu mundo com a urgência de quem carrega um farol. Fiz uma promessa silenciosa — e talvez imprudente — de que nenhuma sombra sua seria maior do que a minha vontade de te ver bem. Segurei sua mão com força, acreditando que o meu calor seria suficiente para dissipar o seu inverno.
​O problema de tentar iluminar um abismo é que, aos poucos, a gente esquece como é a luz do sol.
​Caminhei tanto tempo no seu escuro, tateando as suas dores e tentando organizar o seu caos, que os meus olhos se acostumaram com a ausência de cor. No meio do caminho, o brilho que eu tinha foi sendo consumido pelo esforço de te guiar.
​Hoje, a mão que guiava é a mesma que tateia as paredes, em busca de uma saída.
​Percebi, da maneira mais dolorosa, que ninguém pode ser o sol de outra pessoa sem acabar em cinzas. Eu me perdi no labirinto que você criou. E agora, com a voz rouca de tanto gritar direções que você não quis seguir, eu finalmente entendi: o meu resgate precisa ser a minha prioridade.
​Estou soltando a sua mão. Não por falta de amor, mas por falta de fôlego. Agora, sou eu quem precisa encontrar o caminho de volta para casa.

Cansei de brigar com minha essência e querer ser o que deixava os outros confortáveis. Quem quiser caminhar comigo terá que aceitar também os meus espinhos, caso não queira está tudo bem, siga em paz o seu caminho que eu sigo o meu.

Gosto Amargo

Sabendo que eras veneno,
ainda assim bebi.
Gole por gole,
como quem tem sede de infinito.

Era amargo —
mas eu disse a mim mesmo
que era amor.

Afundei-me nesse sabor fugaz,
ardendo na língua,
queimando por dentro,
e mesmo assim
não larguei o copo.

Tinha tanta sede
que me afoguei em ti.

Inocente fui,
ao acreditar que era eterno
o brilho do teu sorriso —
sorriso que, pouco a pouco,
devastou o que havia em mim.

Hoje restam
solidão e dor,
filhas de uma tragédia veloz,
sem aviso,
sem direção.

Caminho agora
entre ruínas,
recolhendo pedaços
de um eu que já não existe.

E o que sobrou de mim
não sonha,
não espera,
não ama —

apenas respira
no silêncio pesado
de quem aprendeu
que o veneno
às vezes
tem gosto de eternidade.

Somos apenas seres medíocres, os quais temem mais a miséria ao linchamento. Desejamos ter quem não podemos e choramos uma dor que é tão suja quanto um córrego. Sentimos o ódio com tanta força que este esmaga o amor encostado no canto da mente. Acreditamos no único deus capaz de salvar a humanidade, mas este mesmo deus não acredita em nós.

"Eu sempre receio, quando escrevo, mudar de ideia. Mas e se eu mudar? Quem me julgará sendo que isso é a coisa mais humana e artística a se fazer?"

O Observador de Trinta Mil Dias


Quem és tu?
Num universo com dois trilhões de galáxias — cada uma com cerca de duzentos bilhões de estrelas — orbitas um planeta entre os cem bilhões da Via Láctea. Vives entre oito bilhões de seres humanos: um quarto crianças, um décimo idosos, a maioria adultos; metade homens, metade mulheres. Num mundo com mais de sete mil línguas, cento e noventa e cinco países, milhares de etnias e províncias…
Quem és tu?


Entre elétrons e quarks, prótons e nêutrons; de átomos a moléculas, de organelas a células; de tecidos a órgãos e sistemas… em meio a esse organismo que respira, quem és?
Quem és tu?


Ser que busca energia e luta para sobreviver; que compartilha e retém emoções; animal que necessita de bando, de ordem e de governo.
Quem és tu?


Em meio aos que pensam — e pensam até sem querer —, que buscam uma razão ora contaminada, ora reforçada pela emoção. Tu, que tens vontade; que és sem perceber que és; que, do centro da própria consciência, observas.
Quem és tu?


Distante quase seis mil anos da primeira escrita, entre os que lavram a terra e redigem histórias; que erguem impérios e constroem modelos de pensamento. Cercado por máquinas que ampliam tuas mãos e por armas que multiplicam tuas distâncias; imerso em códigos invisíveis que transformam silêncio em voz e presença em memória…
Quem és tu?


Em oitenta ou noventa anos — quase trinta mil dias, seiscentas mil horas, quarenta milhões de minutos — dos quais dormes um terço. Tu, que não enxergas o futuro e apenas recordas o passado; que observas a partir do teu próprio ponto de vista; que mudas com o calor e o frio, com o dia e a noite; que tens pressa ou paciência, ousadia ou prudência…
Quem és tu no olhar do outro?


No olhar do outro, és rótulo antes de ser nome. Alto ou baixo. Forte ou fraco. Comum ou gênio. Belo ou feio. Justo ou opressor. Inimigo ou amigo. Rico ou pobre. Ignorante ou instruído.
Quem és tu? Ainda assim, achas que és o centro?


Não sei explicar tudo. Mas sei que sei menos do que ontem imaginava. E ainda assim, continuo.
Quem és tu?


Esquecido pela terceira geração. Mencionado em documentos que não escreveste. Parte da história ou sombra de um figurante.
Diante dAquele que te formou — que te deu vida e deu vida a quem te deu vida —, quem és tu?


Quando o fim chegar, quais palavras permanecerão: morreu ou eternizou?


Entre o pó e o eterno, foste um sopro.
O que fizeste com ele?