Quem Ama Nao Erra

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Quem perde tempo discutindo o pé de apoio esquece a regra básica do movimento: para ir longe, a vida exige os dois.

Na história, a glória e a culpa dependem de quem conta

Na história, a glória e a culpa dependem de quem conta.






Janeck Tolentino⁠

Quem dera que meus parentes tivessem a mesma coragem e ousadia para me trair, mentir e falar mal de mim na minha presença ao vivo e a cores.

Quem deseja construir um futuro precisa, antes de tudo, definir o seu propósito.


Clayton Leite

Que a alma reconheça o abraço de quem cuida do seu coração 💭♥️

Quem constrói sua confiança nas promessas de Deus alcançam milagres!

Eu ainda vou me tornar quem você merecia
Alguém com estatus,relevância edinheiro
Altos papos nas rodas...
Influência e diplomacia
Mas eu não serei mais seu.

Na ânsia de se proteger da dor, tem quem evite a vida.

⁠Quem já transitou pelos becos em domínio de ladrões sabe que mais vale as cartas que tem na mão do que o dinheiro que carrega no bolso.

A ponta da lança é a responsável pela vitória se quem a segura direciona-la corretamente. Hoje decido ser a mão que direciona a lâmina.

É preciso saber viver...


Conviva somente com quem te faz bem.
Vá onde você é bem vindo e não apenas tolerado.
Nunca peça por atenção de ninguém.
Não permita que te façam se sentir diminuído.
Nunca faça aos outros, aquilo que não deseja pra si mesmo
Se não puder fazer o bem, pelo menos, não faça o mal.
Não dê atenção à quem não te valoriza.
Nunca jogue suas pérolas aos porcos.
Nâo se humilhe para agradar ninguém.
O seu valor está no que você é, não no que você possui ou possa oferecer.
Aprenda a desapegar-se de coisas e pessoas, nada é nosso, nesse mundo somos apenas inquilinos, passageiros, zeladores.
Seja sempre uma pessoa de fé, nâo de religião.
E seja sempre algo que você ama e entenda.
Acima de tudo nunca perca a confiança em Deus e em si mesmo.

Quem sabe eu te encontre para tomar um caldo apimentado, mas espero que seus beijos sejam doce.


Norberto Dias

Quem somos nós? A imagem que sustentamos diante dos outros, construída com cuidado, coerência e esforço, ou aquilo que irrompe quando o controle falha, com um gesto, um pensamento, uma reação que rapidamente tentamos esconder? Talvez essa divisão já revele o conflito central: viver entre o que mostramos e o que tememos revelar. Onde há essa cisão, há tensão contínua, e essa tensão consome energia que poderia ser usada para simplesmente perceber.



Em público, ajustamos a voz, o discurso, o comportamento. Em silêncio, observamos outra coisa se mover. Às vezes contraditória, às vezes desconfortável. Não brigamos contra isso porque seja errado, mas porque ameaça a imagem que aprendemos a proteger. O problema não é a imperfeição do que surge, mas o medo de ser visto sem a armadura. Assim, passamos a vida defendendo uma ideia de nós mesmos.



Então surge a pergunta moral: é melhor ser justo e parecer injusto, ou ser injusto e parecer justo? Enquanto essa escolha existir, já estamos presos à aparência. A justiça verdadeira não precisa de plateia, assim como a injustiça não deixa de existir porque foi bem disfarçada. Quando a preocupação principal é como algo será percebido, o ato deixa de ser claro. Ele passa a ser estratégico.



Buscar equilíbrio entre essas posições talvez seja outra armadilha. O equilíbrio pensado, calculado, escolhido, ainda pertence ao campo do esforço. E esforço implica conflito. O que acontece quando não tentamos parecer nada? Quando não há intenção de sustentar uma imagem nem de combatê-la? Talvez reste apenas o fato nu do que somos naquele instante.



E se a pergunta “quem sou eu?” não exigir resposta, mas observação? Não a observação do personagem público, nem a condenação do impulso oculto, mas a percepção direta do movimento inteiro… sem escolha. Nesse ver sem defesa, sem justificativa, pode não surgir uma definição. Mas talvez surja algo mais simples: o fim da necessidade de parecer.

Quem sou eu?
Pé no chão, cabeça firme e coração leal.
Posso até demorar, mas quando decido ir, ninguém me para.


Não vivo de promessa, vivo de constância.
Não falo muito, faço.
Não corro atrás de aplauso, corro atrás de resultado, aprendendo e buscando fórmulas


Quem anda comigo sabe,
sou tranquilo até me testarem,
paciente até abusarem,
forte porque aprendi a lei da espera.


Não pulo etapas.
Faço Construção interna
E quando chego, fico.

Quem muito amou e hoje, na solidão, se sustenta das boas lembranças do que viveu, deve ser testemunho não de desistência, mas de coragem — pois a felicidade sempre ronda nossa porta e espera por quem ainda acredita nela.

O câncer estava ali, devorava e deformava o caráter, às decisões, a ética; ele sorria como quem era bom, mas matava, provocava dor e tristeza. O câncer é, aqui, uma metáfora da política desumana e sem ética.

Quem fala que ouve com os ouvidos, em revide ao interlocutor irritado com sua desatenção, sequer comete uma redundância. Sua resposta percorre a via da ignorância comum, para desaguar numa incoerência contrastante com a lógica própria dos medíocres. Na verdade, ninguém ouve só com os ouvidos, pois eles são simplesmente as aberturas de um túnel que oferece passagem livre aos vocábulos, rumo ao vento.
Para procedermos a mastigação correta das palavras e a total absorção de sua essência, tornando-as não só escutadas, mas realmente ouvidas, envolveremos bem mais do que a simples audição. Teremos que aprender também a ouvir com a mente, o coração e os olhos... Principalmente os olhos, ainda que nos falte o sentido específico da visão. Isto começa, evidentemente, no respeito que devemos ao outro.

RECONSTRUÇÃO

Para hoje ser quem sou,
já passei por muito eu...
muitas vezes troquei de mim.

LUA NO MAR

Demétrio Sena, Magé - RJ.

A missão se cumpriu em quem foi verdadeiro;
quem traçou sua meta sem ferir princípios;
teve o cheiro sincero do sabor que deu
a quem foi sorteado com sua presença...
O sentido da vida se fez inconteste
na leveza dos passos de quem se levou
entre os testes e provas de sua existência,
sem pesar seu amor distribuído aos seus...
Foi o dom de ser simples que te fez enorme
sem a fútil soberba dos que julgam ser;
sem tecer a quimera das grandezas vãs...
Pela tua missão enriqueceste vidas
que jamais se deixaram desaguar da tua;
foste lua no mar que desaguou no céu...